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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Collider
"Corra!" traz uma crítica feroz ao liberalismo branco que se considera empático em relação aos negros, mas com a condição que isso não prejudique o controle dos brancos. Peele não se dirige a neonazistas nem pessoas que xingariam negros. Essa seria uma causa perdida.
Críticos.Com.Br
O diretor Jordan Peele realiza a proeza de nos surpreender continuamente com risadas e sustos. [...] Mas não é pelos sustos e pelas reviravoltas que Corra! marca uma posição tão significativa dentro do cinema norte-americano atual, mas graças ao desmantelamento que o diretor inteligentemente faz...
The Guardian
[...] a hospitalidade se torna cada vez mais perturbadora. "Corra!" é um filme muito assustador, muito divertido e tão impiedoso quanto um bisturi cirúrgico.
The Playlist
Esta sátira é um exercício magistral de tensão, que não tem medo de revelar uma violência brutal, mas sempre sabe a hora certa de quebrar a ansiedade e o terror com uma piada perfeitamente executada.
Cinema com Rapadura
O elenco é muito bem escalado, com destaque especial para o britânico Kaluuya (“Sicario: Terra de Ninguém”), que alterna com destreza os intensos momentos pelos quais o protagonista passa (o que inclui os de sofrimento sem igual).
Cinemação
Criativo, repugnante, ácido, tecnicamente muito bom, engajante e dolorosamente real. [...] "Corra!" tem pitadas de drama, terror psicológico, horror e até humor. É muito eficaz na mensagem sem nunca ser engolido por ela.
Cinepop
Peele conseguiu juntar terror, ficção, comédia e de quebra ainda trouxe a questão racial para a conversa fazendo um filme que ao mesmo tempo que diverte, dá um novo fôlego e esperança ao já meio batido gênero terror.
Rolling Stone
"Corra!", que marca a estreia do comediante Jordan Peele como diretor, junta horror, tensão racial e sátira. As situações propostas se configuram como uma bomba-relógio. Peele provoca o telespectador com sua mistura de intelecto e sustos, alfinetando impiedosamente a elite liberal branca norte-americana.
Almanaque Virtual
Uma trama instigante e bem amarrada que acerta nas doses de suspense e terror, utilizando diálogos inteligentes para criticar a hipocrisia de uma sociedade que não aceita negros, apesar de vender a ideia de que o preconceito racial não é mais uma realidade.
Boston Globe
"Corra!" não é só o melhor filme de terror lançado desde "Sob a Pele", de 2013; também é um comentário subversivo e frequentemente hilário sobre etnia e raça.
Ccine10
O filme simples e enxuto de Peele não apresenta uma novidade no gênero terror, a cartilha hollywoodiana é seguida à risca, mas por usar o racismo como pano de fundo, acaba criando uma obra única.
Chicago Sun-Times
[...] a estrela do filme é seu diretor e roteirista, Jordan Peele, que criou um trabalho que aborda todos os níveis de racismo, homenageia alguns grandes filmes de terror, cria seu próprio caminho, tem um estilo visual singular e também é muito divertido.
Cineplayers
Embora a impressão inicial com o filme me tenha sido extremamente positiva, é comum que a relação com os filhos de Sundance esfrie com o tempo. As reações, no entanto, podem variar.
Cineweb
O cineasta realizou um dos terrores mais sagazes desde "Corrente do Mal", capaz não apenas de assustar, como, especialmente, incomodar – e isso tem mais a ver com a questão social que aborda do que com os sustos que provoca.
New York Times
A grande sacada de Jordan Peele em "Corra!", no entanto, foi ter combinado esses elementos de filmes de gênero em um mal que não se esconde atrás de uma máscara de hóquei, mas sim em um sorriso e em braços abertos...
O Globo
Peele brinca com estereótipos, e seu clima de ironia aos poucos vai se transformando em uma atmosfera de ameaça. Essa escolha equilibrada de misturar terror com humor também se faz presente na forma como ele registra as cenas.
Observatório do Cinema
Há uma construção extremamente eficiente do terror e da tensão narrativa, há um humor ácido, incômodo, mas totalmente funcional e por fim a crítica que permanece na experiência pós-filme vem à tona.
Papo de Cinema
Pode-se objetar a simplificação da resolução dos conflitos, mas o importante aqui são as sensações que se desprendem desse misto de aturdimento, diante de algo tão grotesco quando inacreditável, e instinto de sobrevivência.
Preview
O que se anuncia como um debate padrão sobre o racismo, se revela uma concepção muito mais engenhosa em relação à raça negra. Não dá para perder.
Quarto Ato
O principal destaque de "Corra", mesmo que se engrandeça pelo passado, é sua contemporaneidade. É como um alerta, um estalo, como já me referi anteriormente, e nem por isso precisa de um discurso combatente; o filme não é denso para ser um manifesto.
Screen International
Terror retrô e tensões raciais são combinadas em um resultado surpreendentemente divertido em "Corra!", a estreia na direção de longas de Jordan Peele...
ScreenCrush
Perturbadora e hilária, esta fábula [...] faz o que todos os grandes filmes de terror deveriam fazer: transformar ansiedades da vida real em material para pesadelos.
The Hollywood Reporter
Quando "Corra!" sai do reino da paranoia e adentra o terreno da ação, a violência é profundamente satisfatória e suas reviravoltas são incrivelmente empolgantes.
Télérama
Subentendidos, sorrisos amarelos, trocadilhos: o mal-estar se instala progressivamente entre esta família de brancos liberais, acolhedora demais para ser verdade, e o convidado, cuja raça representa medos e fetiches, atração e repulsão.
Variety
Misturando uma sagaz sátira racial com terror para atingir um efeito potente, esta bombástica crítica social do diretor novato Jordan Peele prova não ter medo de nada - o que não quer dizer que não dá medo.
Washington Post
Como todos os grandes filmes, "Corra!" obedece fielmente aos códigos do seu gênero [...] O terror e as risadas provocadas pelo filme são ótimo entretenimento do início ao fim, mas a verdade do longa é muito real.
Screen Rant
Peele é muito bem-sucedido em sua visão da história. "Corra!" consegue equilibrar o seu tom com inteligência para fornecer aos espectadores uma sária engraçada e maliciosa, que consegue ser tão engraçada quanto assustadora.
Folha de São Paulo
Talvez seja excesso de rigor exigir uma estrutura impecável de um estreante, mas o fato é que Jordan Peele, em muitos momentos, mostra-se apto a alcançá-la. Se isso não acontece foi pela vontade de se abrir ao risco. Bom que seja assim.
Chronic'art.com
Os mistérios em torno desta comunidade de malucos podem ser adivinhados com facilidade, antes que o roteiro ultrapasse a lógica para apresentar uma série de peripécias desagradavelmente impregnadas da ironia televisiva de sua época.
Critikat.com
O filme tinha potencial para trazer um horror inimaginável, realmente assustador, diante do qual Peele recua à medida que o filme progride, como se tivesse medo da ambiciosa complexidade do seu tema.
Estado de São Paulo
Para um filme tão famoso, parece engodo. E os estereótipos... tem até aquele personagens muitas vezes incômodo - o palhaço que está certo, mas em quem ninguém acredita. É o amigo negro do herói...