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Ricardo L.
63.294 seguidores
3.227 críticas
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5,0
Enviada em 27 de setembro de 2017
Psicológico ou psicodélico ? Ou os dois ? coloco como os dois! Vamos lá; Corra! é impressionante, gastos 4.000,00 e bilheteria de 163.000,00, está em 10 das melhores bilheterias da história dos filmes de terror, mas que merecido, pois é com certeza um dos melhores filmes de terror da história. Elenco ótimo e atuações feras de todos. Fotografia linda e trilha sonora tipo Hitchcock, muito limpa e aterrorizante, é um filme muito showwwwwwwwwwwwww
Filme interessante e estranho sobre negro que namora branca e que o leva para conhecer sua família de brancos com dois empregados negros muito esquisitos. Ele passa a ser a referência da festa só de brancos, até que aparece um cantor negro desparecido com comportamento também esquisito. Hipnose, sugestão, escravidão. o filme mistura muitas coisas com certa criatividade e bom roteiro.
o casal Rose (Allison Williams) e Chris (Daniel Kaluuya) visitam os pais dela pela primeira vez. Rose é branca, Chris é negro. Quando chegam à rica propriedade da família de Rose, descobrem que os funcionários - todos negros - demonstram um comportamento bastante estranho...
filme muito comentado ultimamente, achei a história bem interessante mas o decorrer e o desfecho não foi nada daquilo que eu esperava, me decepcionei um pouco
“Os brancos estão por cima faz centenas de anos. Agora o negro está na moda.” Essa frase de “Corra!” basicamente resume o filme e a época em que vivemos. Uma época onde o mérito é ter um passado vitimista e ter uma a cor da pele certa. Uma época racista ao inverso, onde ser negro é “cool”, onde sua genética é exaltada e onde não há nada mais natural que um filme de terror sobre isso.
A história é tão simples que merece aplausos desde já. Boy meets girl e agora boy meets girl’s family. O detalhe que não deveria fazer diferença: ele é negro e ela é de uma família 100% caucasiana (isso é o que o esquerdista adoraria que fosse verdade). De acordo com ela seus pais não são racistas, e provavelmente seu pai irá dizer que se pudesse votaria no Obama mais uma vez. Dito e feito. Uma família esclarecida!
Filme tem trama bem desenvolvida e interessante,as mudanças de ritmo são bem elaboradas,consegue entreter do começo ao fim,as atuações dos atores são ótimas,principalmente do personagem principal.
Uma narrativa simples, mas de um conteúdo social grave, além disso entrar uma ambientação e tensão que todo filme de terror de qualidade consegue, além disso com atuações impecáveis.
Uma grata surpresa!,em meio a tantos filmes do gênero,poucos surpreenderam nos últimos anos e o que víamos era apenas clichês em cima de clichês,eis que o cineasta Jordan Peele que fazia sua estreia a frente de um longa nos entrega não só um thriller diferente,mas que te deixa intrigado e te prende em um dos melhores dos últimos anos.O filme narra a história de Chris um jovem rapaz negro que namora com uma jovem branca,eles então vão passar o final de semana na casa dos pais dela e lá Chris percebe algo de errado com os empregados e visitantes negros.De inicio o que temos a se destacar é o excelente roteiro escrito pelo Jordan que trabalha o suspense e simultaneamente faz críticas sobre as Chris indiferenças raciais impostas pela sociedade hipócrita que muitas vezes fingem ser o que não é com a face oculta que esconde um racista.E todo esse trabalho foi muito bem reconhecido ao ganhar o prêmio de melhor roteiro original do Oscar,outro aspecto positivo é a maneira que é contada,todos os personagens tem uma importância e quando ele executa,tudo é muito bem preciso.Na parte de atuação,temos grandes destaques,principalmente Daniel Kaluuya como Chris,ele transmite muito bem suas emoções e tem presença quando em cena,quem estão bem também são Allison Williams, Catherine Keener e Bradley Whitford todos com uma parcela entrega ao personagem.Corra é muito preciso bem escrito e atuado que te deixa satisfeito ao fim do longa.
O diferencial do filme foi ter trazido à tona a questão do preconceito racial, em que foi tratado muito bem. As criticas positivas em relação ao filme não posso acreditar que não seja apenas por essa leitura, pois no restante, não vi nada de excepcional, inclusive bem aquém do esperado. Nos primeiros 2/3 do filme (1h de filme), não acontece absolutamente nada de suspense, bastante lento e arrastado. Por sua vez, o final, deu a impressão em que o filme precisaria ser acabado o mais rápido possível, por preguiça ou falta de orçamento. Há ainda outras questões em que não foram levantadas, mas que me deixaram na dúvida, (SEM SPOILER) onde estariam as outras pessoas que haviam sofrido ou finalizado o processo? Na sociedade? Convivendo normalmente? (No filme temos apenas 3 casos) com tantos flash e luzes em meio a cidade? Pois deu a entender que esses procedimentos eram antigos. Não houve aprofundamento, foi raso e faltou consistência.
O jovem Chris (Daniel Kaluuya) vive um relacionamento apaixonado com Rose (Allison Williams), algo que os mantém cada vez mais próximos em função da completa sintonia. Visando aproximar a família de Rose com o rapaz, o casal resolve aproveitar um fim de semana para viajar ao interior e ser apresentado à família branca da garota, algo que representará um desafio, uma vez que Chris é negro e sente-se afugentado diante da circunstância, elemento que será ainda mais perturbador quando detalhes da família vierem a tona.
CORRA é um filme que cria a sensação de que tratará de elementos voltados ao racismo e suas consequências quando alimentadas pelos dois lados, entretanto, vai muito além disso. O longa é tenso e instigante pela maneira como o roteirista e também diretor Jordan Peele alia sua narrativa com a entrega ponderada de detalhes acerca da família de Rose. A primeira impressão de loucura dá lugar a um grupo de pessoas frias, calculistas, manipuladoras e providas de um caráter duvidoso que pouco a pouco são detalhadas dentro de um curioso universo ora realista, ora ficcional, tudo bem ajustado para moldar uma história simplesmente brilhante.
A vitória do Oscar de melhor roteiro original é justa e serve para simplificar a riqueza narrativa presente neste divertido e, porque não dizer, surpreendente filme
Para algumas pessoas, o momento de conhecer os pais de seu (sua) namorado (a) pode ser um acontecimento bastante tenso. O filme Corra!, dirigido e escrito por Jordan Peele, retrata uma situação dessas, mas não com o mesmo viés de longas como Adivinhe Quem Vem para Jantar, dirigido por Stanley Kramer, ou A Família da Noiva, dirigido por Kevin Rodney Sullivan.
Desde o início de Corra!, percebemos que Chris (Daniel Kaluuya, em performance indicada ao Oscar 2018 de Melhor Ator) está um pouco apreensivo para o encontro com a família de sua namorada Rose (Allison Williams). A apreensão dele tem motivo: o fato de que ele é negro e sua namorada é branca e ele não sabe como a família dela irá encarar o relacionamento inter-racial deles.
Jordan Peele constrói, assim, toda a narrativa de Corra! em cima desta tensão em contraste com o comportamento amoroso e acolhedor da família de Rose (seus pais – interpretados por Catherine Keener e Bradley Whitford – e o irmão – interpretado por Caleb Landry Jones), bem como com o estranhamento de Chris em relação a toda aquela situação – como se ele esperasse o tempo todo pelo instante em que a família de comercial de margarina começasse a desmoronar.
Indicado a 4 Oscars 2018, dentre os quais venceu um, o de Melhor Roteiro Original, Corra! é um filme de suspense bastante interessante, pela maneira como ocorre a progressão dos acontecimentos. Mérito da direção consistente de Jordan Peele e das atuações do elenco – acredite, a mesma sensação de estranhamento que Chris sente, todos nós sentiremos!
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