Média
3,8
360 notas
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Achei o biopic interessante porque ele permite descobrir o homem que se encontra atrás do nome Allan Kardec e o processo pelo qual Hippolyte Leon Denizard Rivai, inicialmente apresentado como um educador racional e céptico, começa a se interessar pelos fenômenos espíritos antes de buscar aos estudar, os organizar e os codificar. Achei legal que o filme mostra progressivamente a transformação da curiosidade dele em frente às mesas rodando em um verdadeiro sistema de pensamento ao redor da imortalidade do espírito, da reencarnação, da mediuminade e da evolução moral. A história do pseudônimo dele e a importância da esposa dele, Amélie, também me interessa muito. O filme adota claramente um olhar favorável ao espiritismo e apresenta como reais alguns fenômenos que relevam da crença em vez dos fatos científicos estabelecidos, o que pede de guardar uma certa distância com o qual é mostrado. Acho fascinante descobrir como os trabalhos de um educador francês do xix seculi pariu a um movimento cujo a influência cultural se torna particularmente importante no Brasil.
O filme foi dirigido e roteirizado por Wagner Assis na qual tem experiência em filmes com essa temática espírita, uma vez que já dirigiu “Nosso Lar”. Porém, o filme é uma cinebiografia muito mal organizada e não consegue mostrar a densidade, importância e legado de Allan Kardec. No geral, a história começa quando o professor Rivail (ainda sem adotar o seu nome de outra vida: Allan Kardec) acaba decide se aposentar enquanto professor, por conta da interferência da igreja Católica na educação francesa. Além de professor, o mesmo era um cientista racionalista e bastante cético. Logo, por meio de amigos cientistas, acaba sabendo dos fenômenos das mesas falantes e passa a se interessar com fim de investigar tal situação. A medida que vai se envolvendo acaba deixando o ceticismo de lado e com apoio de métodos científicos passa a publicar o que seria as primeiras obras codificadas da doutrina espírita. Apesar da trajetória interessante, o filme tem diversos problemas, entre eles está a interpretação de Kardec vivenciada por Leonardo Medeiros. Até então não existe problemas em sua atuação, mas que o mesmo não sustenta o filme sozinho. Vendo isso, o roteiro busca o tempo inteiro criar inimigos pessoais contra Kardec. Existe até momentos em que vemos o confronto entre espiritismo e catolicismo. Algo que poderia ficar em um campo ideológico, mas parte para um campo pessoal. Além de inimigos espíritos que apenas fazem ameaçar o protagonista com um caráter extremamente pessoal. No geral, o filme tem uma ótima direção de arte, pois a ambientação foi perfeita. Mas a trama consegue ser muito superficial até mesmo quanto o tema é espiritismo (tema central do filme). No fim, o filme aborda temas interessante como a questão da educação e religião e o Estado laico.
Superou minhas expectativas, traz algumas elucidaçoes a respeito do surgimento da doutrina espirita, como eu não estudei está doutrina de uma forma profunda não vi contradições, gostei da história do professor rivail.
Kardec infelizmente me surpreendeu negativamente, é um filme mal editado, muito mal atuado (principalmente os atores mirins) e mal dirigido, a única coisa de se salva no filme é a fotografia, que é "ok".
Uma história extremamente necessária de ser contada, porém infelizmente o filme é muito mal feito e, assim como a cinebiografia do Chico Xavier, deixa muito a desejar. Algumas atuações chegam a ser cômicas de tão ruins. Diálogos na maioria das vezes artificiais, mecanizados demais. Como outra pessoa comentou, parece a todo tempo que os atores estão com um papel na mão lendo o texto. Acho que se querem contar uma história tão importante como a do Kardec, deveriam caprichar um pouco mais, principalmente na escolha de elenco, pq nem o protagonista se salva.
Muito bom.
Principalemnte para quem quer saber a origem da doutrina espirita
Conta com detalhes a historia deste grande fundador do espiritismo
Principalemnte para quem quer saber a origem da doutrina espirita
Conta com detalhes a historia deste grande fundador do espiritismo
O filme começa bem, mas perde força no desenrolar da trama, um filme legal pra conhecer melhor a história do Kardec e espiritismo, porém esperava mais. Nota: 5/10
Que coisa... E eu que achei que Bezerra de Menezes seria o pior filme espirita que teria que assistir, tive o desalento de ser convidado para O nosso Lar, uma fraude, verdadeiro pistache, mistureba de quem não conhece a obra de André Luiz. Agora veio esse filme, do mesmo diretor, também péssimo.
No Bezerra de Menezes tínhamos o sr Carlos Vereza no papel principal, ator da mais fina linhagem. Mas nesse desastroso Allan Kardec, não temos nadinha de nada. Um vácuo, esses pseudos espiritas tão criando nova categoria: Cinevácuo.
O pior destaque é a fotografia, iluminação (literalmente a luz de velas). Aí que saudade do cinema argentino...
Continuamos sem uma cinebiografia de Bezerra de Menezes e agora chega à lista: Allan Kardec. Ao menos a do Chico tá salva...
No Bezerra de Menezes tínhamos o sr Carlos Vereza no papel principal, ator da mais fina linhagem. Mas nesse desastroso Allan Kardec, não temos nadinha de nada. Um vácuo, esses pseudos espiritas tão criando nova categoria: Cinevácuo.
O pior destaque é a fotografia, iluminação (literalmente a luz de velas). Aí que saudade do cinema argentino...
Continuamos sem uma cinebiografia de Bezerra de Menezes e agora chega à lista: Allan Kardec. Ao menos a do Chico tá salva...
Emocionante! Conta de forma direta, porém completa, a história de alguém que enfrentou a censura e a discriminação para defender algo que ajuda milhões de pessoas até hoje! Que grande produção!
O filme traça a descoberta do espiritismo na vida de Allan Kardec e conta com com uma excelente fotografia, direção de arte, trilha sonora e roteiro. Os atores não roubam a cena do filme, deixando a história fluir de maneira simples e em momentos até poético. Destaque para as cenas das estrelas e do jantar silencioso entre os protagonistas. Vale a pena conferir, recomendo a todos...
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