Dunkirk
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4,1
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136 Críticas do usuário

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Diogo T.
Diogo T.

1 seguidor 13 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de julho de 2017
Dunkirk apresenta a Evacuação de Dunquerque, mostrando três momentos distintos, o que foi muito bom. O filme também dá tensão ao espectador, spoiler: principalmente nas cenas dos bombardeios
.
A trilha sonora foi muito boa, também dando muita tensão no filme.
com boas atuações dos atores, com um ótimo diretor e uma boa história, Dunkirk é um filme muito bom !
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 29 de julho de 2017
Ótimo filme. Uma guerra sem heróis e sem falsos sentimentalismos. Mostra a guerra como real barbaridade que ela é.
Eduardo D
Eduardo D

27 seguidores 62 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 29 de julho de 2017
Nove meses após o início da Segunda Grande Guerra, 400 mil soldados do lado aliado estão acuados pelo exército alemão na pequena praia de Dunkirk. Enquanto aguardam por um pouco provável resgate, vivem sobre a pressão de um iminente ataque alemão.

Essa é a história do tão esperado filme do aclamado Diretor Christopher Nolan. E pode-se dizer que é sua obra-prima. Lapidada com todos os requintes do gosto do Diretor, a extravagância exigiu: 4 mil coadjuvantes; navios e aviões reais; filmado in local; em IMAX; e sem grandes utilizações digitais e jamais em 3D. É com esse poder de barganha frente a Warner Bros, que o público verá esse trabalho cru, denso e de imersão.

Há dois grandes trunfos neste trabalho: a utilização do som é primordial. Quando um avião nazista aparece para bombardear os soldados na praia ou o mero estampido de um tiro ocorrem, a sensação, junto à imagem, é impactante. É um áudio tão limpo que nos leva à sensação da ameaça real. O segundo é Nolan reconhecer sua mão pesada nas autoexplicações de filmes anteriores, assim como problemas de montagem, e falhas em cenas de continuidade e coreografias. Em Dunkirk não há espaço para isso. Tecnicamente é um primor. Temos aqui uma apresentação com poucos diálogos e as cenas de ação são maravilhosas; realmente feitas com esmero. Os poucos cortes fazem com que se aproveite todo o esplendor da imagem. Essa experiência é digna de um espetáculo de cinema.

Para isso ocorrer, Nolan utiliza uma fotografia de paleta fria com tons azulado e esverdeado e cenas com muita de figura de linguagem (como as duas hastes representando a prisão daqueles homens na praia e enquadra diversas vezes cenas com profundidade e em direção ao mar aberto que é a salvação e barreira ao mesmo tempo).

Por vezes Nolan parece se ver preso a essa concepção técnica. O uso da música contínua, obviamente é uma escolha do diretor. Mas há diversos momentos no filme que sua retirada deixando apenas o som ambiente trariam melhor experiência ao público.

Nolan conquistou merecidamente seu lugar entre os grandes diretores. Comparações e afirmações de que ele é o novo Kubrick não passam de discussões rasas. A verdade é que com competência e apuro, Nolan consegue hoje triunfar frente a um mercado cada vez mais digital, preso a soluções convencionais e que se esquece do sentido de arte em para só entreter e fazer a máquina de dinheiro girar.

Seu objetivo de buscar a imersão do público em um filme retirando todos os maneirismos possíveis, se concretizou. Esta é a melhor obra do Diretor neste sentido.

Sem protagonista
A Guerra é contabilizada por números: de baixas e de sobreviventes. Os heróis são acasos do que um dos lados quer mostrar. Ao escolher não ter heroísmo e não trabalhar personagens com maior profundidade, há de se reconhecer o risco no filme. A história é focada neste evento específico e o drama está na sensação de abandono e iminente morte para quase 400 mil homens presos em uma praia.

A narrativa não corre de forma linear. Uma mesma cena pode ser vista de ângulos e por personagens diferentes. Em terra, acompanhamos Tommy (Fionn Whitehead) tentando todas as formas de sair daquele lugar; no céu, Farrier (Tom Hardy) perseguindo caças inimigos para proteger os navios de evacuação; e no mar, Mr. Dawson (Mark Rylance), um civil que tenta ajudar na retirada de alguns dos homens presos na praia. Cada uma dessas histórias é fragmentada e o ápice é convergir elas dentro do seu próprio tempo.

Hanz Zimmer, parceiro de Nolan nas trilhas, tem seu serviço utilizado de forma fundamental. Sua música é contínua e o crescente dela traz tensão em diversos momentos.

O mérito de Nolan está em tentar fazer algo diferente, utilizando o melhor tipo de imagem e som, levando ao espectador uma experiência única, principalmente, numa sala de cinema IMAX. Independente de gostarem ou não de seu trabalho, ele tem conseguido fazer trabalhos relevantes nesse universo aprofundando a linguagem cinematográfica numa Hollywood cada vez mais pragmática.
Lucas C.
Lucas C.

12 seguidores 18 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de julho de 2017
Posso dizer seguramente que sim,é o melhor trabalho de Nolan.
É um filme que não é desperdiçado,todos os momentos que ocorrem,tudo está ali para nos mostrar algo,sem perder tempo,ao mesmo tempo com a trilha sonora revigorante de Hanz Zimmer(com certeza um de seus melhores trabalho),as cenas de ação são super realistas,o uso de efeitos especiais são mínimos e muito bem executado quando usados,os personagens na qual você não conhece ,mas se caracteriza,pois estão em guerra,e a única coisa que querem é ir para casa.Uma história emocionante e com certeza pode se dizer que é o melhor filme de guerra desse século(até agora)
Nota:10/10
Alyson F.
Alyson F.

5 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 28 de julho de 2017
É um destes filmes em que o marketing evolui a sua expectativa em detrimento da realidade. Não há envolvência e carisma como em "Resgate do Soldado Ryan", nem uma história que conquiste o coração dos espectadores como em "Platoon", muito menos originalidade e conceito como em "Apocalypse Now". Me pareceu mais um espetáculo de efeitos explosivos e audiovisuais, ambientados no cenário da 2a grande guerra. Em resumo, seria como ver "Os Vingadores" ´gastando´ o Kenneth Branagh nele.
Jorge M.
Jorge M.

3 seguidores 20 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de julho de 2017
Filme ESPETACULAR! Uma imensão incrível. Que som, que direção. O roteiro é simples, mas a história tá lá, não precisa de muito pra deixar um filme incrível. Nota 10. Um dos melhores filmes que já vi.
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de julho de 2017
Nolan realmente estava falando a verdade que Dunkirk não seria um filme exatamente de guerra. Aqui ele faz um trabalho diferente dos demais, não há protagonistas(o que pode ser uma decisão arriscada, mas ele se sai bem). Você não vê o inimigo em si, da para sentir a presença deles, mas não os vê(o que valoriza mais o suspense). Há poucos diálogos(mas existe duas ou três frases muito inteligentes e que faz você refletir. Agora a parte técnica é um espetáculo, o que foi aquelas batalhas aéreas, muito show. Dunkirk é sim um filme sensacional, 5 estrelas, mas não é a melhor obra de Nolan, Inception ainda é o meu favorito filme. Enfim, assistam no cinema, por que é um filme para assistir numa tela enorme, com o melhor som possível. Assisti em imax e sai anestesiado. Filmaço!
Alvaro Triano
Alvaro Triano

98 seguidores 97 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de julho de 2017
O cultuado cineasta inglês, Christopher Nolan (A Origem, Trilogia Batman - O Cavaleiro das Trevas, Interestelar), consegue mais uma vez entregar uma experiência única no cinema. Dunkirk é um filme quase experimental em relação as produções que estamos acostumados a ver na telona, principalmente quando se trata do gênero Guerra (O Resgate do Soldado Ryan melhor filme). Com seu estilo meio Kubrickeano, Nolan lança sobre o espectador um cinema de imersão, seja pela terra, ar ou água, sua preocupação maior é a história em questão, onde mais de 300 mil soldados foram resgatados da praia de Dunquerque na França (II Guerra Mundial), fato este que ficou conhecido como Operação Dínamo. A não linearidade dos filmes de Nolan é quase que um trunfo para o sucesso de suas produções (Interestelar é um caso), em Dunkirk este recurso narrativo está presente em três linhas temporais: 1h no ar, onde acompanhamos o piloto Farrier (Tom Hardy) abatendo os Spitfire alemães, 1 dia em alto mar, com civil britânico Dawson (Mark Rylance) e seu filho, abordo de um barco de passeio, cuja a missão é ajudar a resgatar o exército britânico, e 1 semana na praia, onde o jovem soldado Tommy (Fionn Whitehead) tenta encontrar um escape do horror da guerra. O filme é implacável no sentido técnico, a fotografia de Hoyte Van Hoytema é esplêndida, aliada com a trilha tensa e ensurdecedora de Hans Zimmer, o design de som e mixagem de som perfeitos que chega a ser palpável, devido as diversas camadas que possui e junto com a tecnologia de câmeras IMAX filmado em 70 mm e efeitos práticos (quase 100% do filme), teríamos uma obra sublime, se não fosse a falta de protagonismo que o longa apresenta. Dunkirk é um filme que se preocupa com o contexto e não com quem vai carregar essa responsabilidade perante o público. Nem a presença do famoso vocalista da boyband One Direction, Harry Styles (no filme o soldado Alex), conseguiu vincular o carisma da narrativa. Dunkirk é um espetáculo cinematográfico, sem dúvida nenhuma, e Nolan um dos maiores diretores da atualidade, no entanto, o filme não é uma obra-prima.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 482 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de julho de 2017
Grande produção de Christopher Nolan!!!

A segunda guerra mundial é uma das partes mais dolorosas da história da humanidade, uma época dura e muito difícil para todos os envolvidos e para aqueles que conseguiram sair dela com vida é ainda mais dolorosa as lembranças. Hoje em dia essa parte da história é alvo das grandes produções cinematográficas, baseando-se em seus relatos com filmes, livros e jogos de vídeo games.

O longa de Nolan conta a história de uma parte da segunda guerra mundial, onde se passa a operação Dínamo, conhecida como evacuação de Dunquerque, quando quase quatrocentos mil soldados aliados ficaram cercados por tropas alemãs nas praias de Dunquerque na França. A história é contada em três partes diferentes, em uma praia, onde o soldado Tommy (Fionn Whitehead) tenta se salvar a qualquer custo, no céu, onde o piloto Farrier (Tom Hardy) trava uma dura batalha contra aviões inimigos, e uma parte de dentro de um barco em alto mar, onde o civil britânico Dawson (Mark Rylance) tenta ajudar a resgatar o exército de seu país.

Christopher Nolan é o diretor, roteirista e produtor de DUNKIRK. Nolan pisa em terrenos até então desconhecidos, como a guerra (uma vez que ele já navegou por o SCI FI e as adaptações em Super-Herói). Dono de grandes trabalhos como a trilogia Batman (um de seus melhores trabalhos), A origem e Interestelar, dessa vez ele aposta tudo em um tema bastante delicado, que é a segunda guerra mundial. Vejo várias pessoas questionarem os trabalhos de Nolan em diferentes opiniões (o caso de DUNKIRK é mais um em questão atual), pra mim, Nolan sempre foi um grandioso diretor, sempre nos entregando belos trabalhos, com muita competência e grandiosidade, mas é sempre plausível opiniões diferentes.

DUNKIRK é uma grande produção (como destaquei no início), belo filme baseado em uma história da segunda guerra. Nolan mais uma vez surpreende com seu trabalho, nos entregando um obra muito bem projetada (tem alguns pontos negativos que irei destacar mais pra frente), com uma maestria incrível em suas filmagens, usando tudo o que tem direito pra deixar o longa cada vez mais perto o possível do que realmente aconteceu naquela época, como o uso de belos cenários contemporâneos, os próprios aviões de guerra, os figurinos, tudo funcionando direitinho. Um grande destaque sem dúvidas é o uso do IMAX, sensacional a experiência em assistir ao filme em uma sala IMAX, o longa ganha forças magistrais com o uso das filmagens e principalmente o som do IMAX, você fica boquiaberto com a qualidade alcançada com o som de um avião passando em velocidade, as explosões, principalmente aquelas que acontecem no mar, onde você escuta com detalhes até os respingos de água batendo contra o barco.....FANTÁSTICO!!!

A fotografia está impecável, envolvida em um tom mais cinzento e denso. A trilha sonora é maravilhosa, Hans Zimmer é um gênio, dono de belos trabalhos em 12 Anos de Escravidão, Interestelar, Piratas do Caribe, Pearl Harbor....aqui ele entrega mais uma trilha sonora genial, com o uso de violinos em meios as explosões com uma qualidade a nível de Oscar (eu não estou exagerando).

Talvez o ponto mais negativo em todo o trabalho de Christopher Nolan seja o enredo. Não vou dizer que está ruim, achei muito interessante a forma como ele quis abranger toda história, contando em diferentes pontos, mas achei que o filme começa fenomenal e com o passar do tempo ele vai esfriando e ficando cada vez mais morno, e ao final ele já está perdendo um pouco da essência. Nolan não fez questão nenhuma em criar um protagonista pra sua história, coisa que eu compreendi perfeitamente, aliás, estamos falando de guerras e acho que a mensagem que ele quis passar não precisava criar um protagonista em que o público fosse torcer ou algo do tipo. Nolan fez um trabalho cru, onde até os momentos sem diálogos se encaixavam bem na trama. Porém, achei a narrativa morna em certas partes, onde o longa se arrasta um pouco e vai ficando maçante, e o que menos gostei foram as partes das cortadas e tomadas de cenas entre um acontecimento com um personagem e outro, ficou muito rápido e se perdia, quando estava frisando um fato, de repente cortava pra outro sem ao menos você conseguir assimilar tudo que estava acontecendo. Como falei, a ideia de Nolan de dividir a sua história em três partes dentro do filme em que ambas se encontrariam no final, ficou muito boa, mas achei que a forma como foi passada poderia ter sido mais bem executada.

O longa é estrelado por Fionn Whitehead, Tom Glynn-Carney, Jack Lowden, Harry Styles, Aneurin Barnard, James D'Arcy, Barry Keoghan, Kenneth Branagh, Cillian Murphy, Mark Rylance e Tom Hardy. Cada um entregou um bom trabalho em seus personagens, Tom Hardy e Cillian Murphy foram os dois melhores na minha opinião.

A forma como Nolan fez seu trabalho em DUNKIRK mostrou um filme baseado em guerra, mas de uma forma diferente de filmes como O Resgate do Soldado Ryan e Até o Último Homem, onde você tinha um certo protagonista que você criava uma empatia. DUNKIRK é um filme com um objetivo mais direto, e a falta de um personagem principal para o público se apegar ou criar empatia, pra mim não fez falta e no que o filme se propôs, ele conseguiu entregar com grandiosidade, mesmo com alguns pontos negativos que destaquei, mas que não ofuscou o brilho de DUNKIRK.
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de julho de 2017
Dunkirk é o pedido de desculpas bem empacotado de Christopher Nolan por ter feito de Interestelar um filme bem meia-boca. Aqui não temos dramas muito bem desenvolvidos de personagens, o que favorece o estilo esquemático de Nolan, que vem acompanhado de uma equipe competentes na edição, fotografia, atuações, design de som, trilha sonora e o próprio Nolan, que dirige e descreve este evento da Segunda Guerra com uma maestria ultrarrealista histórica e naturalista que faz jus ao uso dos 70mm na filmagem. Nos sentimos imersos na ação, seja ela dentro de um navio, de um caça ou em um imenso píer lotado de soldados loucos para voltar para casa, acuados pelo inimigo. O filme exibe atores de peso sem que eles atuem em prol de si mesmos. Do estreante Fionn Whitehead ao veterano Kenneth Branagh, todos estão muito bem. A câmera de Nolan nos mostra a visão subjetiva de soldados fugindo da guerra e de pilotos preocupados com seus conterrâneos lá embaixo. Os momentos na praia e no mar, tensos por natureza, se tornam mais tensos por conta da trilha sonora espetacularmente conduzida por Hans Zimmer, que não poupa esforços em ser notado, e consegue em quase todas as cenas. Porém, este é um filme que é feito para se tornar clássico, épico e quase um documentário de sua época, seja esta a Segunda Guerra ou o momento atual, onde vivemos uma crise polítia que poderia desencadear situação semelhante. Emergindo um patriotismo humanista modesto, mas honesto, Dunkirk é tudo menos um filme de guerra comum. Filmes de guerra comuns exageram no drama. Este é um retrato fiel da luta humana pela sobrevivência e pela cooperação. Assista no cinema.

cinetenisverde.com.br
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