Não recomendado para menos de 14 anos
Laerte (Lázaro Ramos) é um violinista que, após não passar em um teste para a OSESP, vai dar aulas em uma favela na periferia de São Paulo. Lá descobre um garoto com talento excepcional e por meio da música faz com que ele abandone o tráfico de drogas e dê um novo sentido para sua vida.
3,0
Legal
Tudo que Aprendemos Juntos
A música acalma as feras
por Bruno Carmelo
Pelas cenas iniciais, temos a impressão que Tudo que Aprendemos Juntos vai cair nas principais armadilhas do drama social: o paternalismo e a idealização. Através da figura de um músico frustrado (Lázaro Ramos), que passa a dar aulas em uma favela, o diretor Sérgio Machado prepara o terreno para um típico drama lacrimoso sobre o professor inspirador que consegue modificar a vida de seus alunos rebeldes, trazendo um pouco de humanismo e de “civilidade” através da arte.
A apresentação dos cenários e dos personagens está marcada por simplificações um tanto grosseiras da vida nas comunidades. Os homens são alcoólatras e agressivos, as mães são passivas ou ausentes, os garotos jovens investem no tráfico de drogas, enquanto as garotas estão grávidas. É um painel caótico, com muita música e movimento, numa espécie de fetiche da marginalidade. Enquanto isso, a vida de classe média do protagonist
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Filme emocionante e, saber que é baseado em uma história real, só aumenta a emoção. O Lazaro é um ator fantástico e esta, com certeza, é uma das suas melhores performances.
Tudo que aprendemos juntos tinha potencial para ser um filme memorável, o primeiro ato é muito bom, os personagens são interessantes; mas do meio para o fim, ele se perde de tal maneira que acaba frustrando as altas expectativas. Nos últimos 20 minutos o filme fica melhor, entretanto a sensação amarga do 2° ato continua após o término do longa.
Violino, rap, professor, adolescentes, música, favela, educação.
Excelente filme, com muitas mensagens inseridas. Vale a pena ver.
Excelente filme, com muitas mensagens inseridas. Vale a pena ver.
spoiler:
O filme é sensível e verdadeiro, a direção correta não reforçou estereótipos, valorizou grandes nomes da cena paulistana como Rap Hood e Crioulo- revelação como ator. A força da disciplina como um caminho para a mudança em uma sociedade excludente e música e arte como um caminho para libertação. Lázaro incrível e os atores, músicos de Heliópolis com suas histórias de vida, parabéns!!!
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Mudança de protagonista
Inicialmente, Cauã Reymond deveria interpretar o personagem principal. Ele já estava inclusive tendo aulas de violino, mas sua agenda lotada, por causa das filmagens de uma telenovela, obrigou-o a abandonar a produção. Ele foi substituído por Lázaro Ramos.
Títulos alternativos
Por tratar da Orquestra de Heliópolis, o título original era simplesmente Heliópolis. Mais tarde foi também trocado por Acorda Brasil.
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
Fox Film do Brasil
Ano de produção
2015
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
2 curiosidades
Orçamento
8 500 000
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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