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Boston Globe
Se existe um filme pipoca até agora neste verão que realmente nos fez sentir medo e sentir temor pelo que poderia acontecer com sua protagonista, é "Águas Rasas".
Chicago Sun-Times
"Águas Rasas" é um filme B imensamente divertido, perfeitamente feito para bombar nos cinemas no verão [...] e é lindo nas telas, com grandes takes de uma água incrivelmente limpa.
Cinepop
Apesar de entregar grande parte de suas melhores cenas nos trailers e clipes, "Águas Rasas" ainda guarda algumas novidades para os telespectadores, como um final extremamente forçado, mas que cai perfeitamente bem no que o filme se propõe: nos aterrorizar.
Collider
O diretor é capaz de trazer apenas a quantidade suficiente de história ao invés de alongar o filme para criar a noção de perigo. Para ser justo, existem muito mais surpresas aqui do que se pode esperar. E o filme é muito divertido.
Diário de Pernambuco
"Águas Rasas" consegue atingir a essência do cinema de terror ao combinar três elementos básicos sem apelar para exageros. [...] O filme não chega a ser um exercício de minimalismo, mas é um bom exemplo de como o medo pode ser provocado de forma relativamente simples.
Folha de São Paulo
Em uma hora e meia, o filme captura seu público. É assustador porque traz roteiro e cenário que tornam críveis as aparições do bicho, faz suspense com inteligência. E é atraente, literalmente, por causa de Blake Lively.
Rubens Ewald
Este é o melhor thriller de suspense que assisti recentemente, um legítimo descendente do lendário "Tubarão" de Spielberg, sem desonrá-lo em nada como costuma acontecer com imitações. [...] É um filme compacto, eficiente e que prende sempre a atenção e o interesse.
The Guardian
O que poderia ter sido um mero filme B de verão, acaba resultando em um dos melhores e mais habilmente filmes B produzidos de um tempo pra cá.
Télérama
O filme permite vários níveis de leitura, frequentemente irônicos, sobre as relações humanas, a incomunicabilidade dos smartphones ou a passagem do tempo. Isso é percebido na tela dos celulares, nos relógios e mesmo, surpreendentemente, nos círculos que o tubarão faz na água.
Cineweb
Esse processo de amadurecimento da personagem, a enfrentar seus medos para tomar um rumo na vida, é enxergado pelo público por causa da entrega de Blake Lively e sua capacidade hipnotizante de cativar a plateia e fazê-la “lutar junto” com a jovem.
ScreenCrush
O nível de entretenimento nos filmes de Collet-Serra costuma ser diretamente proporcional à quantidade de absurdos. Para os padrões dele, "Águas Rasas" é bastante realista, mas ele contém uma série de toques assumidamente imbecis.
New York Times
O estilo visual do diretor Collet-Serra que usa cortes rápidos, variações entre movimentos rápidos e câmera lenta, e takes de ponto-de-vista que, embora ilógicos, funcionam para dar emoção ao longa.
O Globo
Em “Águas Rasas”, com fotografia deslumbrante e pegada ecológica, [o diretor] explora o suspense com muita propriedade, de modo que o espectador fique tenso durante toda a narrativa a partir de uma trama simples...
Omelete
"Águas Rasas" se torna interessante por apostar em praticamente uma única atriz em tela durante toda a projeção e por mostrar como o ser humano pode compensar com raciocínio a sua fragilidade em meio a natureza.
Papo de Cinema
Um thriller com bons momentos, com os dois primeiros atos bem desenhados, até um desfecho que joga para o fundo do mar a verossimilhança construída até então.
Preview
A tensão sobe junto com a maré e o filme só não é melhor porque perde tempo com o drama pessoal da protagonista, que está de luto e em crise na profissão.
Screen International
Suficientemente tenso, ainda que fatalmente frouxo, "Águas Rasas" tem mas qualidades do que um mero filme B, mas este thriller de mulher-versus-tubarão nunca cresce para além da sua história previsível de sobrevivência.
Screen Rant
"Águas Rasas" possui sustos e suspense de sobra, mas ele prioriza a narrativa tensa à construção da personagem. Por causa disso, o filme não se torna tão memorável quanto poderia ser.
Veja
O cineasta [Jaume Collet-Serra], que já realizou bons filmes de suspense, [...] tem uma atriz em cena, uma locação e uma ameaça iminente no oceano, além de talento de sobra para dar conta de entreter o espectador usando apenas a tensão, a aflição e o medo da protagonista.
Washington Post
"Águas Rasas" é um thriller que vai ficar para a posteridade? Não, mas é um filme pipoca decente. É quase tão profundo como a lagoa onde ele se passa, mas é bem melhor do que se espera.
Zero Hora
"Águas Rasas" mantém o espectador tenso durante quase todos os seus pouco menos de 90 minutos, atento a cada detalhe da história e à evolução da dinâmica entre presa e predador. Blake Lively dá conta do papel de mocinha em apuros, mas com sangue-frio suficiente para brigar com o monstro carniceiro.
Cineplayers
Sem nenhuma pretensão maior do que entreter uma sessão lotada por uma hora e meia, Collet-Serra vai construindo um nome, sinônimo cada vez mais tanto de qualidade quanto de retorno de bilheteria.
Critikat.com
Belo programa minimalista que brinca com a tensão, entre mostrar e esconder, algo em sintonia com a narrativa modesta de "Águas Rasas". Pena que o filme se prejudique com peripécias supérfluas - a aparição de um local punido com um roubo - e efeitos especiais simplesmente lamentáveis.
Rolling Stone
O realismo cru e nervoso que o cineasta imprime ao filme na primeira hora resvala em uma situação de desenho animado. A mudança é tão drástica que fica a impressão de que duas pessoas diferentes comandaram o filme. Porém, a desculpa não ameniza o estrago.
Variety
Às vezes, é difícil dizer se "Águas Rasas" está tentando vender umas férias tropicais; se um telefone Sony Xperia; ou uma encontro maluco de Lively consigo mesma, mas em qualquer caso, o filme parece virtualmente indistinguível de um comercial de luxo.
The Hollywood Reporter
Raso é uma palavra leve para este filme. Outras para serem usadas poderiam ser: tolo, mal produzido, inconvincente, ingênuo, pretensioso, falso, ridículo. Ou simplesmente horrível.