Média
2,4
publicações
-
Collider
-
O Globo
-
Observatório do Cinema
-
Ccine10
-
Cinema com Rapadura
-
Cineweb
-
Papo de Cinema
-
Veja
Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
- As últimas críticas do AdoroCinema
- Melhores filmes
- Melhores filmes de acordo a imprensa
Collider
Apesar da insistência no "propósito" do cão e em sua humanidade, "Quatro Vidas de um Cachorro" não está interessado em nenhum dos dois, preferindo traçar um retrato amplo, previsível sobre clichês americanos ao invés de verdades humanas fundamentais.
O Globo
É o típico produto de Hallström: imagens sentimentais que ganham ainda mais força por serem protagonizadas pelo melhor amigo do homem. [...] O filme tem até seus momentos, mas é esquisita a premissa de um cão que fica voltando à vida para gastar a eternidade servindo aos seres humanos.
Observatório do Cinema
Um filme leve, divertido, que por muitas vezes se entrega aos clichês, mas sempre tendo consciência da sua simplicidade, não tentando conquistar seu espectador através das lágrimas somente.
Ccine10
Buscando tirar alguma lágrima do seu público, a direção de Hallström cria sequências dramáticas cheias de closes nos rostos dos cachorros tristes, as quais são embaladas pela trilha sonora triste de Rachel Portman.
Cinema com Rapadura
Nada que não tenhamos visto em outras produções do gênero, e que, repetindo, tem um público cativo, mas a grande maioria é indiferente. O problema aparece e está no extra-filme...
Cineweb
Um filme com cara de “sessão da tarde”, que não tem qualquer ambição fora ser um passatempo ameno até demais e nenhuma vergonha de ser descaradamente piegas. Nada que embeleze o currículo do diretor sueco...
Papo de Cinema
"Quatro Vidas de um Cachorro" [...] nada mais é do que a junção do que de pior [o diretor] alcançou nestas duas correntes: animais sendo explorados de modo exageradamente sentimentalista em um enredo forçosamente melodramático e piegas.
Veja
Diretor sueco de "Sempre ao Seu Lado", Lasse Hallström segue a cartilha do melodrama espírita numa vertente canina. Embora manipulador de emoções, o filme sabe como comover o espectador que tem um pet em casa.