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Mazinha
1 crítica
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3,0
Enviada em 15 de julho de 2021
Um filme de se chorar de tanta tristeza, que acaba emocionando, principalmente, a vida dos animais que uma parte deles estão em se acabando. Mas, tenho um pequeno pensamento, de que os adestradores tenham pelo menos maltratado o cachorro, por isso considero um 3 estralas para o filme
Legalzinho e só! Passa uma boa mensagem, com cenas comoventes, mas quando envolve desenvolvimento, ae vem um montão de falhas, como um lindo cão que passa de geração em geração tendo os mesmos três jeitos, dando lições a todos que o envolvem e suas traquinagens são sempre as mesmas. O elenco conta com Dennis Quaid, mas que infelizmente entrou numa fria, aparece no fim do filme, sem expressão alguma, assim como todo o elenco sem sal. Poderia ter focado numa bonita trilha sonora, mas praticamente é inexistente. Quatro vidas de cachorro poderia ter sido mais marcante.
Um filme estilo "sessão da tarde"; da pra ver com toda a família, sem problema; Sobre a temática, bem, já vi muito filme sobre animais, que me comoveram bastante - amo-os, porém nesse não vi nada de mais. Com relação às histórias, não consegui me apegar em nenhuma, com exceção da primeira, do Ethan. As outras foram bem rasas (talvez, propositalmente). Enfim...
Geralmente os filmes baseados na relação "homem-cão" focam mais no aspecto do homem, seus sentimentos para com o cachorro, e o peso da despedida do amigo canino. Mas em Quatro Vidas de um Cachorro o eixo é deslocado, partindo inteiramente da perspectiva do animal. Essa é a maior façanha do filme, e pode ser considerado seu maior empecilho pro sucesso. Digo isso pois, por mais "humanizado" q possam ser as vidas do cão é difícil realmente se identificar com elas. E um filme de drama precisa muito que o laço emocional entre espectador e personagens seja forte. E isso fica ainda mais difícil pq a cada vida encarnada tudo muda drasticamente. A história mesmo gira em torno da primeira encarnação de Bailey e no forte laço de amizade entre ele e seu dono. Essa relação é muito bem construída e certamente emociona à todos. É ela q ocupa maior parte da trama, sendo as outras três vidas bastante descartáveis, como se estivessem lá apenas pra fazer jus ao título do filme, que nos promete quatro vidas. Mas isso é uma interpretação superficial, há uma razão pra que seja assim. Usando como metáfora a vida de um cão, a mensagem que esse filme realmente passa é sobre a vida humana. Lealdade, solidão, coragem e determinação de Bailey são no fundo aspectos da existência humana. Esse é um tema recorrente, exposto através da imagem da reencarnação: Qual o sentido da vida? Pq estamos aqui? Essa é uma pergunta que encanta e assombra a humanidade desde o início das eras. Surpreendentemente é um cão quem apresenta a resposta. Com todos os clichês dos filmes sobre amizade canina, este filme consegue comover mesmo assim, abusando do apelo passional de todo dono de cachorros do mundo.
Tem um começo que faz você se lembrar de um "Uau este filme vai ser tão Marly e Eu",até a morte do cachorro,Bailey(se não me engano é este seu nome),ele vive cada vida tentando achar o seu dono Eithan em uma jornada,interessante e emocionante.Faz você lembrar do seu velho amigo que está sempre contigo. Um final que eu realmente não esperava,ALERTA DE SPOILER,ele reecontra o dono e seu amor de adolescência,Hannah,e todos acabam bem depois das desventuras que a vida trouxe para eles. Eu sei o que esta pensando "que cliche" mas acredito que as vezes um bom clichê no fim da tarde com um chá traz ótimas lembranças de infância e de vida.
Experiente neste tipo de produção, o diretor Lasse Hallström comanda uma obra em que um cão reencarna diversas vezes ao longo da produção. Embora nesse percurso ele conheça pessoas diferentes e com vidas bem distintas, ele possui em seus "retornos" o desejo frequente de reencontrar um antigo dono.
Simpático e agradável, QUATRO VIDAS DE UM CACHORRO mostra um lado canino sentimental e raramente visto no cinema, pois humaniza o cão protagonista de maneira a manter sua vida sempre como elemento principal da narrativa. Suas idas e vindas mostram como pessoas diferentes também se comportam de forma diferente com seus animais, sejam de estimação ou não. A busca pelo antigo dono evoca uma deliciosa sensação, pois faz com que cachorro demonstre seu lado amigo inabalável, apostando no acaso para trazer a tona antigos sentimentos.
Tendo no elenco o ótimo Dennis Quaid e o sempre carismático John Ortiz, o filme entretém de forma casual e mostra-se um ótimo passatempo.
Boom... como diz o filme, o cão tem 4 vidas, na primeira a história é bem contada, depois o filme corre muito rápido,e as 2 vidas do meio ficam rápidas. Sem falar que é estranho esse negocio de encarnar em outro cão, mas no mais, o filme é legal.
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