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STEELET FF
1 crítica
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5,0
Enviada em 16 de setembro de 2024
Um dos filmes mais incríveis que eu assisti na minha vida , eu não consigo mais parar de assistir , as músicas a trilha sonora são incríveis , os atores são incríveis daca cena , se poderem fazer o segundo filme do xoxo , eu ficaria muito animado
O filme é muito bom, a história se desenrola de uma forma muito rápida mas coerente com a proposta do filme, como se tudo fosse uma magia proporcionada pelo evento e a forma que você se entregar para ele. Porém achei o final raso, ele é ok...
A menina que beija drogas atacou o diretor e o escritor desse filme. O filme mais esculhambado da Netflix, so far. Não é atoa que fica bem escondido no catálogo.
filme muuuuuito bom ,super recomendo e tem uma trilha sonora maravilhosa , e outra você é marcado pela a historia ( eu fui no caso) , ele te ensina a correr atrás dos seus sonhos por difíceis que eles sejam é que você pode encontrar sim uma pessoa certa é que ''velhos amigos nunca morrem'' , assista esse filme e se encante com tudo que ele te oferece (principalmente a musica ) .
É meio difícil defender um filme produzido como um chamariz para uma famosa festa de música eletrônica nos Estados Unidos – ainda poderíamos dizer algo se ao menos houvesse alguma coisa bem trabalhada por trás de tudo, mas a história desta produção original Netflix está pouco disposta a tentar inovar ou realmente mostrar o que é a vida de um DJ em ascensão ou a de outras pessoas que seguem o estilo de vida de quem aprecia o mundo da música eletrônica. Lamentavelmente, este longa é tão artificial quanto o Música, Amigos e Festas estrelado pelo pseudo-ator Zac Efron.
Co-produzido pelo famoso DJ Pete Tong, o filme acompanha a história do DJ e produtor Ethan (Phillips), que consegue, de última hora, uma vaga para tocar no festival de música Xoxo, evento que lhe daria muita visibilidade. Em meio a correria para ele chegar a tempo de se apresentar, o filme acompanha o drama de outras pessoas que estão a caminho do festival também, como o amigo de Ethan, Tariq (Delbuono), a sonhadora Krystal (Hyland), que marcou um encontro no festival, um casal em crise (Kyoko e Woodell) e um DJ aposentado (D’Elia) – além de sermos apresentados ao arrogante e oportunista Avilo (Hansen), um DJ e produtor famoso.
O filme pouco consegue demonstrar como é realmente difícil se destacar como DJ – o enfoque no Ethan de Graham Phillips é um tanto superficial, embora seja interessante sua relação com seu melhor amigo Tariq – que vive momentos quase abstratos ao ingerir acidentalmente uma droga durante o festival. Os demais personagens pouco importam – o fato de ser previsível que os destinos de Ethan e Krystal se cruzarão no filme ou o casal que fica preso no esgoto tentando invadir a festa, após perderem os ingressos, ser algo completamente sem função para o filme – há algum destaque para o ex-DJ de Chris D’Elia, que parece criticar o comportamento das novas gerações com relação as formas de curtirem as festas hoje em dia – e seu desprezo por Avilo, que representa alguns DJs/produtores pouco dignos desta cena de música que vem sendo sempre vitima de preconceitos – como se os outros estilos musicais não tivessem “problemas”, digamos assim. Fora as soluções do roteiro que mostram que a organização do festival é pior do mundo, por não ter seguranças o suficientes para conter invasores – inclusive, que impeçam um DJ de roubar o espaço de outro em um palco com milhares de pessoas a frente (?!).
Com músicas nos estilos de Trap, Dubstep e Progressive-House com vocais de pop, Xoxo não serve nem como um tipo de drama musical e nem como o veiculo de divulgação da festa do titulo, como é bem frisado na insossa participação de um personagem que se revela o “dono da festa” – enfim, o brasileiro Paraísos Artificiais é bem mais realista e fiel ao retratar esse universo da música.
Um filme irritantemente tedioso, do tipo que finge que vai chegar a algum lugar, mas jamais dá o primeiro passo. A história é sem graça, clichê e pouco atraente e de nada ajuda a trilha sonora, que não para de ribombar as mesmas angustiantes batidas eletrônicas (o que já era esperado) por quase uma hora e meia. O visual do filme é até interessante, embora exagerado - tem produções da Netflix muito mais competentes neste e em outros quesitos. No mais, é um filme que eu evitaria (não o evitei por não saber que devia fazê-lo), mas também não é uma atrocidade cinematográfica; se o longa é assistível, já é um mérito e tanto.
Xoxo - achei muito legal esse filme primeiro que eu nunca tive oportunidade de ir pra uma festa rave e esse filme te dá toda sensação de você não só curtir a festa como também entrar nos Bastidores e ver desde o lado bom até o lado ruim Achei bem interessante
O filme me lembrou bastante o brasileiro Paraísos Artificiais (2012) que envolve um universo de jovens, músicas e drogas, mas a versão brasileira pisa sem dó nesse filme. XOXO é um festival de música eletrônica onde o jovem Ethan Shaw (Graham Phillips) enxerga a possibilidade de se tornar um DJ famoso. O longa conta com uma fotografia interessante com movimentos de câmera e enquadramentos majestosos, um uso da iluminação bem feito e um tom neon colorido presente em quase todas as cenas. Mesmo que as vezes pareça ser um recurso saturado, você se desprende pela beleza do uso das cores. A trilha sonora é envolvente, com diversas músicas eletrônicas muito bem utilizadas. O elenco é bastante despreparado, todos aparentemente são novatos e dá pra perceber falta de experiência nas atuações como na direção de elenco no geral. O roteiro é furado, as histórias contam com inúmeros erros propositais para se desenvolver, parece muito ao acaso aquele jovem esbarrar naquela jovem, naquele momento. Além disso a trama geral não flui, se envolver com os personagens é frustrante por que nada acontece de relevante e quando acontece é banalizado demais. O filme conta apenas com um bom uso de cores e luzes, além de uma interessante trilha sonora, mas não existe história ou preocupação com seu desenvolvimento, assim como atores inexperientes e sem talento.
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