Não recomendado para menos de 18 anos
Baseado em fatos reais, o filme narra o suspense envolvendo um escritor e um anônimo que se utiliza do nome e da identidade do autor para morrer. Se passando em 2008 no Rio de Janeiro durante um período de reformas urbanas, acompanhamos a investigação desse duplo anônimo que foi encontrado morto em um edifício ocupado no centro da cidade.
1,0
Muito ruim
A Morte de J.P. Cuenca
Tributo a mim mesmo
por Bruno Carmelo
Nos anos 1920 e 1930, Charles Chaplin escrevia, produzia, dirigia, editava, compunha a trilha e atuava em seus próprios filmes. Ele foi um dos primeiros diretores reconhecidos como autor, por ter controle absoluto da obra e imprimir um estilo pessoal ao resultado. Desde as primeiras produções cinematográficas, a noção de cinema de autor está ligada à personalização do diretor: mesmo dentro de um grande sistema como Hollywood, um cineasta pode ser considerado autor se imprimir um traço pessoal visto como transmissão direta de sua personalidade. Em outras palavras, o cinema de autor é aquele em que a criatura funciona como reflexo do criador. O artista é a obra.
A Morte de J.P. Cuenca é um filme de autor no sentido estrito do termo. João Paulo Cuenca escreve, produz, dirige e atua em seu próprio filme, mantendo um traço direto de sua personalidade na obra. Mas à diferença de tantos outros
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Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
Duas Mariola
Ano de produção
2014
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
-
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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