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Yuri M.
1 crítica
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2,0
Enviada em 16 de dezembro de 2017
Esse é o famoso filme colina, começa no topo e vai decaindo ao andar. Beleza Oculta é um filme que tem todo o potencial para nos dar um ótimo drama, primeiro por sua premissa e segundo pelo elenco foda que temos, as atuações entregam tudo que esperamos, destaque para Will Smith que faz a gente se emocionar com cada diálogo em que ele está presente, ele consegue de forma excelente demonstrar toda a dor do personagem principalmente nos primeiros minutos de filme.
O filme segue tendo um ótimo primeiro e segundo ato me prendendo na tela e me fazendo dar risadas principalmente com Michael Peña, o filme poderia ter ficado nisso é seguido um caminho simples mas resolveram colocar reviravoltas certamente inúteis e que fazem você olhar pra televisão e falar “que merda é essa?” as reviravoltas são tão sem sentido que podem ser comparadas ao plot do Truque de Mestre, o terceiro ato acaba com o filme e deixar um ar de decepção para varias pessoas.
Começo minha crítica com a tradução do filme que não é precisa. Não se trata de beleza oculta, mas de beleza colateral. De todo modo, seja beleza oculta, seja beleza colateral, o filme simplesmente se esqueceu de mostrar que beleza foi essa. Madeleine disse que conseguiu encontrar a tal beleza colateral sem dizer qual foi. Gosto muito dos atores do filme, mas sinto dizer que a atuação do Edward Norton e da Keyra Knightley foram extremamente simplórias. Certamente não está à altura de suas capacidades. Já a atuação de Will Smith, em que pese ser de alto nível, acaba cansando pela incessante depressão do personagem. Se você não assistiu o filme e pretende assistir, pare de ler aqui. spoiler: Tal como A Estranha Perfeita, com Halle Berry, este é um daqueles filmes em que o espectador é enganado. Madeleine (Naomie Harris) e Howard (Will Smith) travam diversas conversas como se fossem dois estranhos. E então, pasmem, eles revelam que são marido e mulher e pais da falecida Olivia.
Além disso, os atores contratados para interpretar a morte, o amor e o tempo, adivinha, são de fato a morte, o amor e o tempo.
Desde o estrondoso sucesso de O Sexto Sentido e Os Outros, ambos com final surpreendente, a indústria cinematográfica fica tentando criar novos finais surpreendentes. No entanto, infelizmente, alguns são desleais, como A Estranha Perfeita e Beleza Oculta. No fim das contas, o espectador, ao invés de ficar surpreendido com uma inesperada reviravolta nos minutos finais, acaba é com raiva de ter sido enganado. O curioso é que a própria Morte (Helen Mirren) utiliza o termo do que o filme faz com o espectador: "Gaslight".
É impossível não se emocionar com 'Beleza Oculta'! Muitas partes do filme são bem construídas e até memoráveis, graças ao talento de Will Smith, que passa muito tempo perambulando na frente da tela sem realmente dizer a que veio, mas quando chega o derradeiro momento que seu personagem precisa avançar, ele dá um show. É nítido que seu personagem está sentindo demais a perda da filha, e a medida que o filme vai liberando as informações dos motivos da morte dela, realmente emociona.
A ideia do diretor é, com certeza, emocionar também nos momentos que envolve os três conceitos ditos (Amor, Tempo e Morte). Há também a necessidade de se fazer valer o nome do filme, lá fora 'Colateral Bealty', aqui no Brasil é 'Beleza Oculta'. Os personagens tentam mostrar que é possível ver a 'Beleza Oculta' na tragédia, mas fica a pergunta no final: qual beleza há na perda de alguém? O conceito do Amor, Tempo e Morte vale muito mais do que o próprio nome do filme.
O cinema norte-americano está cheio de histórias de personagens que não conseguem retomar a vida após vivenciarem grandes tragédias. Beleza Oculta, filme dirigido por David Frankel, segue esta linha. O roteiro escrito por Allan Loeb está centrado em Howard (Will Smith, numa ótima atuação), um publicitário de sucesso que, após a morte da filha de seis anos, entra numa depressão profunda e não consegue colocar a sua vida de volta aos trilhos.
Cansados de tentarem ajudar Howard e preocupados com o futuro da agência de publicidade a qual todos dedicaram boa parte de suas vidas, os amigos de Howard (interpretados por Edward Norton, Kate Winslet e Michael Peña) decidem provar que o publicitário está instável emocionalmente e não pode mais responder pelos seus atos. A intenção deles, ao comprovar isso, é anular os poderes de sócio majoritário de Howard e poder vender a agência a um grande grupo de comunicação.
Desta maneira, eles se utilizam das cartas que Howard encaminhou para a Morte, o Tempo e o Amor e contratam três atores (Helen Mirren, Jacob Latimore e Keira Knightley) que vão personificar estas “entidades” e interagir com Howard sobre as mágoas que ele carrega em decorrência da morte da filha. Não vou dizer aqui se os amigos serão bem-sucedidos em seus planos, mas o resultado das conversas entre Howard e as três “entidades”, de uma certa maneira, produzem um efeito contrário e fazem com que o publicitário repense a maneira como paralisou a sua vida por completo.
Ou seja, o que Beleza Oculta nos mostra é que, muitas vezes, de um grande mal (pois o ato cometido pelos amigos de Howard é totalmente questionável), pode nascer um bem inestimável. O que acontece com Howard após ele entrar em contato com a Morte, o Tempo e o Amor e jogar tudo aquilo que ele tinha guardado dentro de si para fora é bonito de se testemunhar. É como se estivéssemos assistindo a uma corrente do bem ao contrário, na medida em que, não só Howard, como os seus amigos e os atores que eles contratam repensam muitas coisas sobre si próprios no decorrer do filme. Mesmo assim, por mais que Beleza Oculta tenha nuances surpreendentes, trata-se de um longa que não consegue se destacar dentro do segmento que ele pretende atingir.
Filme é interessante, tem uma historia linda, confesso que algumas coisas me deixou meio que perdido spoiler: Tem milhares de filmes que descobrimos no final que a pessoa não existe, sendo um fruto da imaginação do personagem, porem todas as vezes que isso acontece o personagem está sempre sozinho com sua imaginação...........Nesse filme é diferente outras pessoas também vê ...tem uma cena que eles excluem a pessoa da filmagem para provar que o Will está louco....é meio confuso essa parte
Mas a historia é bonita e cheia de reviravoltas apesar de meio confusas
Principalmente pra quem não vê muitos dramas, é ótimo.. é cruel, faz refletir, é terapêutico. Surpreenderá os menos atentos, pra esses inclusive, por isso, será um clássico.. já pros atentos de verdade, um bom filme... Recomendável!
Quem não gostar desse filme, é simplesmente um humano ruim, não tem outra explicação. O filme é uma obra de arte e ele tem nota baixa pela imprensa? É sério que no meio de um tema assim, as pessoas estão preocupadas na atuação?!
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