excelente filme ...é repugnante imaginar como as pessoas de cor , como falam no filme, sofriam com a "supremacia branca"! Eu sendo de origem alemã , não consigo pensar em como o ser humano pode ser tão cruel em achar q é melhor apenas pela cor da pele. Hoje ainda encontramos esse tipo de pensamento intolerante na sociedade. Em 1958, um homem e uma mulher se casam , e são presos por terem a cor da pele diferentes ? um absurdo , chega a dar raiva dos atores q interpretam os policiais e o juiz do condado que representam. Neste quesito tenho uma grande decepção com os americanos brancos de décadas passadas, que aterrorizavam os negros e índios com suas ideologias extremas , com suas klans e movimentos supremacistas. Ótimo filme,que reproduz uma historia sem muita violência , mostrando sempre a racionalidade, o que pode não ter realmente acontecido, por sabermos dos históricos das abordagens policiais a pessoas que não se enquadram nos padrões conservadores americano.
O filme é incrível! Sensivel e triste também. Os atores não são inexpressivos como falaram, apenas retratam como era os relacionamentos naquela época onde não havia muita demostração de carinho, nem nos relacionamentos amorosos nem nos relacionamentos de amizade, pais e filhos etc. Principalmente nas famílias mais humildes. Então o filme é sensacional, e nos faz refletir muito.
Filme triste, sofrido e LINDO! LOVING: uma história de amor (EUA, U.K., 2017). Difícil acreditar que é baseado em uma história real, de tão insólita e louca realidade que o sul dos EUA ainda vivia, quase 100 anos após o fim (oficial) da escravidão. A wikipedia diz: "Virgínia, 1958. O casamento inter-racial é proibido, mas Richard e Mildred decidem viver seu amor. Eles se casam, mas são presos e chegam ao Supremo Tribunal para defender o que sentem até as últimas consequências." Mas o filme é muito mais do que isso. É a história real de um casal real, com seus três filhos, uma vida real e banal, de gente sem grandes ambições e que simplesmente querem poder continuar a ser uma família e querem ter o direito de morar onde nasceram e cresceram, ontem tem suas raízes. Ao final do filme há uma "surpresinha", quando ficamos sabendo que, apenas 7 anos após a decisão histórica da Suprema Corte dos EUA (motivada pela disputa do casal em relação ao Estado da Virgínia), que modificou a legislação, descriminalizando (finalmente!) os casamentos inter-raciais no país, Richard Perry Loving morreu em um acidente em 1975, quando Mildred Loving perdeu o olho direito. Ela nunca mais se casou, vindo a falecer em 2008.
Não penso que os personagens são fracos e sem expressão, só quem convive com negros sabe como muitos deles por sofrerem tanto preconceito (e imagino que no passado sofreram muito mais) sabe o porquê deles serem sempre calados e muitas vezes parecerem sem expressão, sem nem mesmo ter coragem de olhar nos olhos de um branco. Acho que o filme relata exatamente a realidade de muitos negros , pois nem todos eram 'destemidos' como muitos filmes relatam, o medo e o preconceito pairava sobre está sociedade de uma maneira que muitos realmente andavam de cabeça baixa para evitar problemas, pois sabiam/pensavam que sua luta contra o sistema no momento era apenas um sonho e traria muitas consequências.
Uma história de amor baseada em fatos reais, LOVING aborta o tema do casamento inter-racial nos anos 50 e suas absurdas consequências. Os personagens principais que vivem o casal, Joel Edgerton sem muitas palavras, mas passa através do olhar a imagem do verdadeiro Richard.e rouba cenas. Já Ruth Negga, que recebeu indicação ao Oscar é a alma do filme. Na minha opinião faltou um pouco de química entre os personagens, mas a história é tão linda que passa desapercebido. Um filme muito atual para os dias de retrocesso da atualidade que vivemos. NÃO PERCAM.... RECOMENDO.
Baseado em uma história real, Loving: Uma História de Amor, filme dirigido e escrito por Jeff Nichols, faz o relato do caso de Richard (Joel Edgerton) e Mildred Loving (Ruth Negga, indicada ao Oscar 2017 de Melhor Atriz), um casal inter-racial que, após se casarem, no final dos anos 50, foram sentenciados a um ano de prisão, no Estado de Virginia, onde moravam – por terem violado o Ato de Integração Racial de 1924, que proibia o casamento entre pessoas de “cores” diferentes.
Pensar que o amor pode ser um sentimento que causa esse tipo de reação é um absurdo e é nesse ponto que reside a força da história de Loving: Uma História de Amor. O roteiro de Nichols enfoca a vida exilada que Richard e Mildred passam a levar e a ajuda que recebem das associações de direitos civis, no momento em que este movimento passa a ascender na sociedade norte-americana.
O caso deles é emblemático, pois, em 1967, foi julgado pela Suprema Corte dos Estados Unidos, que deu ganho de causa aos Loving, invalidando, assim, as leis que proibiam o casamento interracial.
Loving: Uma História de Amor é uma obra bonita, que se apoia muito nos silêncios destas personagens. Apesar de ser apaixonado pela sua esposa, Richard é um homem introvertido, que estaria satisfeito em viver a vida da forma como ela estava sendo experimentada. Ao contrário de Mildred, que, mesmo respeitando as vontades do marido, ansiava pelo momento de voltar pra casa.
História que te sensibiliza, faz refletir, filme bem real mesmo, atuações excelentes do Joel e da Ruth, bem dirigido, bem montado, as cenas tem o seu tempo certo de acontecer, nem muito rapido nem muito devagar, moroso e o mais surreal mesmo é saber no final que a historia dessa casal aconteceu de fato...
Substitua o elenco por dois atores reconhecidos e adicione um diretor de visibilidade...aí teremos um grande filme. Mesmo se tratando de um roteiro bem consistente, não alcança o nível que deveria, se mantendo mediano até o fim. Interessante e básico.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade