Mulan
Média
3,6
596 notas

75 Críticas do usuário

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Michelle A.
Michelle A.

7 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 12 de abril de 2021
Depois que a humanidade assistiu produções épicas de batalhas como em Game of Thrones ou em Tigre e o Dragão. A Disney entregou um filme com roteiro fraco, sem ritmo, com uma produção péssima, cheia falhas (exemplo: spoiler: numa das primeiras cenas da Mulan correndo no telhado da pra ver nitidamente a mudança da cena que usa o corpo da atriz mirirm e de repente aparece uma mulher adulta, provavelmente a duble
. O figurino e cenário higienizados, parece que e estamos na Disney, ou na Sapucaí não na China. ( spoiler: Que coisa mais estranha aquela armadura do exército do imperador
). Os efeitos especiais deixam a desejar, a tentativa de ser feminista não cola, spoiler: ela só vai para batalha pq tem "poderes" especiais e a única cena mais interessante nesse sentido é quando a bruxa salva a vida da Mulan, mas mesmo assim fica tudo meio raso
. spoiler:
Lucy Wen
Lucy Wen

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de abril de 2021
Um filme bonito com um elenco grande, porém mal aproveitados ....
O roteiro é fraco e não impressiona, faltou algo mais !
Roberto Júnior
Roberto Júnior

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 10 de abril de 2021
MULAN

Live action da Disney mira em várias vertentes e não acerta nenhuma.

Apesar de ter se transformado em um conto-de-fadas da Disney devido a um desenho animado, a história de Mulan faz parte do imaginário chinês a muitos séculos. Dessa forma, abriam-se três caminhos na frente dos produtores: uma aventura fantasiosa, colorida e divertida como a animação original, um conto épico, dramático e realista e por fim um filme de ação cheio de golpes impossíveis e personagens que beiram os super poderes. E pelo que parece a Disney decidiu caminhar pelos três caminhos. O que foi uma decisão errada.
Quando o filme se inicia, mostrando a infância de Mulan e suas tendências a ser uma garota diferente das pacatas outras meninas da região, sendo capaz de vários movimentos acrobáticos de artes-marciais enquanto caça uma galinha, realmente parece que estamos vendo um colorido e alegre filme da Disney. Quando a protagonista cresce, igualmente. A ausência das músicas da animação, exceto por homenagens na trilha sonora habitual, já é o primeiro traço de mudança radical.
Bom, já que não teremos as músicas, descarta-se a hipótese de um filme alegre e infantil como a animação em que se baseia, mesmo com a presença do sobrenatural, aqui marcado pela presença da bruxa Xianniang – Gong Li -. Agora, temos cenas que ignoram a nossa suspensão da descrença com golpes e acrobacias sem o mínimo de fidelidade à realidade. É nessa cena em que conhecemos o vilão Bori Khan – Jason Scott Lee.
Na trama, Bori Khan se une a Xianniang e cria um exército para tomar a China de seu Imperador – Jet Li. Isso obriga a dinastia a recrutar um homem de cada família para ceder ao exército para defender o Império. O pai de Mulan, Fa Zhou – Tzi Ma – é um veterano de guerra ferido sem um filho homem. Dessa forma, ele é obrigado a voltar ao exército. Mulan – Liu Yifei – para salvar a vida do pai, rouba seu cavalo, armadura e espada, finge ser um homem e parte em direção ao acampamento dos soldados.
De fato, a premissa básica abre margem para um drama épico de guerra, mas não podemos esquecer que se trata de um filme da Disney inspirado não só numa lenda chinesa, como numa animação infantil. E nessa mistura de motivações no estilo desse filme, o que vemos aqui é um camaleão que não agrada nem a gregos nem a troianos e talvez nem a chineses.
A impressão que se tem é que a diretora Niki Caro gostaria de fazer um filme pés no chão mas isso não se encaixava com a proposta da Disney. Então, mesmo tirando as músicas da animação original, o dragão mascote do filme e diminuindo a comédia dos colegas de exército de Mulan, temos aqui bruxas e uma fênix. E pode-se dizer que se tirasse ambos elementos do filme, não faria falta alguma.
O filme não consegue desenvolver nada. Não conseguimos nos afeiçoar à família de Mulan, o Exército em que ela vai servir ou o País que ela quer defender. O protótipo de “par romântico” do filme mal se cria e o alívio cômico não sai da superfície. O que mais chegou perto de ser bem trabalhado foi o peso da guerra aos soldados e aos civis. Mas apenas “chegou perto”. Pois é difícil se importar com os perigos que a protagonista enfrenta quando é praticamente invencível e inteligente. É como se Mulan soubesse que está dentro de um filme e não hesitasse em tomar as decisões mais arriscadas possíveis. Mas é fácil ser confiante quando você é melhor do que todos em tudo e mais parece ter literalmente super poderes. E eles nem mesmo fazem sentido: Dá a entender que foi fruto do treinamento que seu pai lhe deu. Mas 1: como ex-soldado ele teve o mesmo treinamento dos demais. 2: Os demais soldados colegas de Fa Zhou tiveram o mesmo treinamento e provavelmente seus filhos também estavam servindo com Mulan e ninguém ali além de Chen Hong – Yoson Na – pareceu chegar perto de conseguir ser páreo para ela. 3: Como não era bem visto uma garota ser treinada, com certeza os treinos foram às escondidas e com isso feitos com bem menos frequência do que o necessário para Mulan ser tão boa.
Todas as problemáticas do filme são resolvidas rapidamente, além de furos e conveniências que subestimam a inteligência de quem está assistindo. É como se o filme pedisse por mais tempo mas que não pudesse passar das habituais duas horas. O confronto final é o cúmulo da preguiça. As cenas de ação que ocorrem durante o filme são mais grandiosas do que as do final, contando com efeitos práticos bem realizados, mesmo que num cenário de CGI que variava entre o artificial e o primoroso.
É realmente triste com tanto potencial ser enfraquecido por um roteiro preguiçoso que não sabia para onde mirar e acabou ficando raso. Ainda mais com estrelas mal aproveitadas como Jet Li e Donnie Yen compondo o elenco.
JOÃO TRANZÃO
JOÃO TRANZÃO

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 23 de março de 2021
Esse filme é uma lastima, ver essa porcaria é como levar um soco no queixo. Nem em Shakespeare eu encontro palavras para descrever essa obra digna de framboesa de ouro... vou ir além de Shakespeare e tentar achar palavras para expressar minha opnião sobre esse desperdicio de tempo. o comandante, pai da mulan e bori khan tem ate que um certo credito pelas atuações, o resto é lamentavel, mulan simplesmente nao tem expressao, parece o T800. O filme tem um roteiro fraco, novos personagens horriveis como a bruxa, a falta de personagens como o dragão, o grilo faz uma falta enorme, no lugar desses icones temos apenas coisas horriveis. Mesmo se nao existisse o filme original, esse filme ja seria ruim, mas comparando ao original, essa coisa se torna uma lástima, muitas cenas vergonhas alheias, eu quero desver esse filme, então se vc é sadomasoquista o suficiente para se auto torturar vendo esse lixo, então veja, caso tu queira manter sua dignidade favor pular esse titulo da sua lista.
Soh Medina
Soh Medina

1 seguidor 17 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de março de 2021
Que filmão! Muito bom! Perfeito! Um dos melhores que já assisti. Produção perfeita, não dá para perceber o menor defeito de Cromakey ou cenário, atuação perfeita, paisagens fantásticas.
João Victor Mendes Ávila
João Victor Mendes Ávila

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 1 de março de 2021
Incrível a decepção desse filme abaixo irei citar alguns pontos.

*SPOILERS*:
- Dragrão é uma fenix sem graça que não tem influencia nenhuma e no desenho ajudava muito ela.
- O paquera é fulerage(fraco/faz nada/sem sal).
- O khan é um *** mandado da bruxa.
- Bruxa mais aleatória da minha vida.
- Não vemos um crescimento de mulan como no desenho.
- Lutas não são tão boas.
- Comédia ridícula.

Resumindo uma decepção em TODOS OS SENTINDOS E VETORES DA FACE DA TERRA.
Fábio R.
Fábio R.

9 seguidores 35 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 19 de fevereiro de 2021
Aqui temos um live-action que realmente empalidece totalmente diante da obra original.
Apesar de procurar por um tom sério e realista, possivelmente para se distanciar da animação (o que seria muito bom, caso fosse bem executado), o filme toma várias liberdades ao fazer de Mulan alguém dotada de uma energia mágica chamada "chi", que a torna especial. Esse elemento já estragou grande parte da personagem, que teve toda sua construção e desenvolvimento prejudicados. O filme live action acaba sendo mais fantasioso do que a própria animação original.

Apesar da animação ser até exageradamente cômica em um nível até desrespeitoso com certos elementos da cultura chinesa, por se tratar de uma produção feita por ocidentais, o fato é que, mesmo assim, o humor funcionava e era contraposto com cenas de alta dramaticidade, como quando Mulan canta "Reflection" do fundo de sua tristeza e decepção por não ter sido competente na prática dos modos com a casamenteira; além da cena em que ela é descoberta como mulher, que é um momento tenso e constrangedor, bastante dramático, ainda mais pra uma obra infanto-juvenil com personagens cartunescos e muito humor físico. Além disso, a Mulan da animação era muito mais carismática e crível, ela passa o filme todo tendo que se provar. Ela passa por um crescimento, até por estar em desvantagem em uma cultura patriarcal milenar em que apenas homens são exercitados para a arte da guerra.

Já neste filme novo, Mulan parece ter que fazer uma média com os demais para poder se passar desapercebida. A cada pequena fragilidade que ela demonstra, ela já consegue imediatamente responder com o triplo de força, o que fica muito distante da nossa realidade pessoal. Pois, na vida, ninguém nasce com superpoderes, ou já tendo habilidades; a gente passa por um processo de aprendizado em que vamos sendo gradualmente aperfeiçoados, assim como a Mulan da animação. É por isso que a animação é muito mais poderosa e marcante. Ela não teve um dom, ela teve que se esforçar para conseguir a vitória.

Vilões bem esquecíveis, sem tempo suficiente de tela para serem bem explorados. Cenas de ação até bem executadas, porém também artificiais. Personagens secundários não marcam tanto quanto os da animação, que além de serem bastante singulares, cada qual com sua personalidade e design diferenciados, eram bem aproveitados pelas sequências musicais. A atriz que interpreta Mulan quase não tem expressividade, o tempo todo com a mesma cara, nem consegue sorrir, a não ser por umas duas vezes que mal dá pra ver.

Apesar de ter um ar de filme de guerra sério e épico, ao mesmo tempo tenta ser friendly-family, e nisso, se perde. Não se pode mostrar sangue, nem cenas de grande violência, então as cenas de batalha soam artificiais. A animação era mais consciente de sua proposta. O tempo todo se fala da tal fênix; porém, ela nem aparece direito, é chato, não tem substância.

Melhor cena: a cena do chá com a casamenteira, que conseguiu adaptar muito bem o texto da animação para o live action. A ideia de fazer Mulan equilibrar as peças e depois deixar cair foi genial, pois mostra o poder e a fabilidade dela ao mesmo tempo. Porém, infelizmente, o resto da trama não conseguiu desenvolver isso bem. Ela é sempre muito mais forte do que falha, e isso afasta nossa identificação.
Em suma, uma oportunidade desperdiçada.
Otavio W.
Otavio W.

451 seguidores 247 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de fevereiro de 2021
Um filme que adapta a aventura do desenho de uma forma mais séria e adulta, até trazendo bons aspectos como drama, efeitos e luta; mas todo esse conjunto também tira um pouco da fantasia encantadora, o que pode deixar uma sensação de um filme mais genérico. Nota 4 de 5: ⭐⭐⭐⭐ @mulan
.
#CinetecaXinguê #filme #movie #mulan #disney #ação #aventura #fantasia #luta #mulher #drama
Alejandro maldonado
Alejandro maldonado

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 4 de fevereiro de 2021
Um filme monotomo e sem emoção, a mulan do filme 2020 não se parece em nada a Mulan do desenho, Trilha sonora muito pobre, quase não tem comédias (filme exageradamente sério e sem graça), atuação dos personagens parece tudo robótico e padronizado (sem riqueza de personalidadese e comportamentos) , emfim um filme PÉSSIMO!
Phelipe A.
Phelipe A.

63 seguidores 135 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 11 de janeiro de 2021
A onda de transformar as animações clássicas Disney em Live-Actions continua, e com Mulan o estúdio desconstrói a mensagem da animação e transforma Hua Mulan em uma super heroína que possui o poder da escolhida.
O Live-Action de Mulan, conta a historia de Hua Mulan (Liu Yifei) a espirituosa e determinada filha mais velha de um honrado guerreiro. Quando o Imperador da China emite um decreto que um homem de cada família deve servir no exército imperial, Mulan decide tomar o lugar de seu pai, que está doente. Assumindo a identidade de Hua Jun, ela se disfarça de homem para combater os invasores que estão atacando sua nação, provando-se uma grande guerreira.
Essa premissa nos trás muitas lembranças boas, a nostalgia em rever uma história tão marcante e faz com que esperemos ver novamente a mensagem que é passada durante a animação, de que uma menina pode salvar o dia e sua família apenas com sua força de vontade, mostrando para todos que as mulheres são capazes de fazer aquilo que elas quiserem.
Mas infelizmente essa mensagem é deixada de lado logo no início do live-aciton quando Mulan tem um tipo de “poder”, o seu Shi que é forte e poderoso. E com isso acaba retirando tudo o que a animação discute, transformando Mulan em um tipo de escolhida que possui um super poder que a transforma em uma espécie de bruxa.
Esse artificio de roteiro é uma tentativa de transformar a historia em algo épico e magico, para justificar o porque de a Fênix seguir a heroína e assim ajudar o exército com seus poderes extraordinários. É difícil não comparar com a animação original, já que a presença de Mushu é muito importante e quando comparado com a Fênix nós percebemos que ele não era apenas um alívio cômico e muito menos esse artificio mágico que dá poderes a Mulan.
Mushu é a humanidade da personagem e o que nos conecta com Mulan, apresentando seus medos e sua força de vontade, que por vezes está quebrada, mas mesmo assim consegue se reerguer. Já a representação da Fênix no longa é apenas um artifício visual para mostrar aquela magia representada pelo seu Shi.
O roteiro é confuso e preguiçoso, o que não agrada e nos faz questionar a todo momento as decisões dos personagens. A tentativa de incluir a magia em Mulan faz com que o filme não se torne um épico chinês, com lutas de mestres de Kung Fu e sabedorias milenares sobre suas tradições e crenças, fazendo na verdade uma salada com tudo isso que foi citado sem se aprofundar em nada e deixando tudo muito raso e monótono.
Quero deixar claro que o filme tinha tudo para ser ótimo, mas a decisão de incluir uma escolhida que possui super poderes acabou estragando o que tem de mais importante na história de Mulan.
Sendo assim Mulan não valeria um ingresso, mas você pode tirar a prova no Disney+ que já tem o filme disponível em seu catálogo do streaming.
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