Baseado em uma história real, Sofía Olivari é uma professora de uma pequena cidade, Las Ventanas, onde mora junto com o seu marido. Com a tristeza de ter sido rejeitada duas vezes em agência de adoção, Sofía fica obcecada com a história de uma criança recém-nascida que foi encontrada morta no lixo e resolve por conta própria descobrir a identidade do bebê. Em uma jornada legal e ética ela procura dar um enterro digno a criança que batizou de Aurora.
Classificação indicativa a definir por http://www.culturadigital.br/classind
2,5
Regular
Aurora
Mãe coragem
por Bruno Carmelo
Desde as primeiras cenas, Sofía (Amparo Noguera) é definida por sua relação com as crianças: ela é professora de uma escola primária, e está na fila de espera para adotar um filho. Logo após receber uma resposta negativa quanto ao processo de adoção, descobre que um bebê foi encontrado morto em um lixão. Dali em diante, começa uma cruzada obsessiva para obter os direitos de enterrá-lo.
Aurora (nome dado ao cadáver da recém-nascida) é um filme bastante curioso. Por um lado, o diretor Rodrigo Sepúlveda faz questão de fugir ao sentimentalismo, compondo um retrato frio, determinista, sem lágrimas. Fala-se em termos legais (sobre os procedimentos legais que dificultam o sepultamento) e jargões médicos (para determinar se a criança respirou ou não, se ela viveu ou não). Estamos próximos do suspense de investigação, marcado pela fotografia pouco saturada e pelos enquadramentos clássicos, com pe
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Nacionalidade
Chile
Distribuidor
-
Ano de produção
2014
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
-
Orçamento
-
Idiomas
Espanhol
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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