Café Society
Média
3,9
306 notas

31 Críticas do usuário

5
3 críticas
4
14 críticas
3
8 críticas
2
4 críticas
1
2 críticas
0
0 crítica
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Marcus Silva
Marcus Silva

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de agosto de 2016
Mais um ótimo filme onde estão todos os elementos básicos de Woody Allen: As duvidas, hesitações e arrependimentos por amor não correspondido, a religião judaica, o amor pelo cinema, os questionamentos existenciais e claro NY de pano de fundo na segunda metade do filme. Recomendo!
Bruno Campos
Bruno Campos

630 seguidores 262 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de setembro de 2016
Excelente. O melhor Woody Allen desde "Meia-Noite em Paris". História interessante, várias frases com a inconfundível marca do diretor ("Viva cada dia como se fosse o último. Um dia você acerta.").
Gabriella Tomasi
Gabriella Tomasi

128 seguidores 106 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 26 de agosto de 2016
(...)Um roteiro sólido e muito bem estruturado mostra a evolução do caráter do protagonista. Hollywood é sempre ensolarada, apresentada em tons quentes e fortes. E, naturalmente, já que estamos no contexto do cinema, encontramos aí também várias referências a atores e diretores como Barbara Stanwyck, o descobrimento de Judy Garland, Billy Wilder, William Wyler, entre outros nomes que todo cinéfilo deve conhecer. Lá, Bobby é o alter ego de Woody Allen, e aí, Jesse Eisenberg foi a escolha mais do que acertada: ele é neurótico, inseguro, e tímido.

Em Nova York, por sua vez, seus edifícios imensos e localizações impressionantes, apresentadas em tons de azul e cores mais frias. É lá que, paralelamente, nós conhecemos os demais membros de sua família e sua dinâmica. Seu irmão Bem, o gangster da família, é o destaque. Ele é o personagem que traz a maior parte da comédia do filme. A maneira tão cômica como é retratada a violência e a intolerância de um gangster perigoso, é fora do comum. Até seu desfecho não deixa de ser engraçado.

Ainda, é nesta cidade que o protagonista evolui e supera a insegurança, se transformando em um empreendedor determinado e confiante. Ele sabe o que quer e não espera um segundo para ir atrás. Dessa forma, ele consegue conquistar o amor de Veronica (Lively), uma mulher que trabalha para a prefeitura e, que – “coincidentemente” – tem o mesmo nome de sua ex-namorada. Não bastasse isso, Bobby a chama ocasionalmente de “Vonnie”.

E quando a vida que construiu parece ter se completado e estabilizado, tudo muda quando Vonnie aparece em seu bar, acompanhada de seu marido.

A narrativa é desenvolvida de uma forma bastante natural, mas, se fizermos uma análise mais profunda, a história é muito mais complexa do que ela aparenta ser. Ela faz um reflexo sobre vários temas diferentes: a maturidade e a evolução do caráter de uma pessoa; as relações de família; as relações amorosas: aquela pessoa que fugiu das suas mãos, e o amor que permanece com o tempo o suficiente para questionar certas escolhas da vida.

Por fim, o filme ainda presta homenagem aos anos 30 de uma maneira nostálgica – utilizando, inclusive, musicas em vinis originais que compõem a trilha – e, ao mesmo tempo, traz um olhar crítico sobre o glamour ilusório da indústria do cinema naquela época: as fofocas, as traições, a troca de favores.

É um filme inteligente, encantador e visualmente muito bonito.

É Woody Allen sendo Woody Allen.
Nelson J
Nelson J

51.035 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de agosto de 2016
Bons atores em uma história dos tempos glamorosos de Hollywood. A paixão, o poder, os gangsters, tudo misturado. O amor não concretizado, como fantasma que paira no ar.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa