Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
linda d.
2 críticas
Seguir usuário
2,5
Enviada em 4 de setembro de 2016
considero um filme mediano, a atuação do ator principal Maravilhosa! Mas já vi filmes melhores desse Diretor que considero Genial! Para quem gosta dos seus filmes, pode até gostar Mas sai do cinema com aquela sensação de quero mais!
"...O ponto forte do longa é a estética do filme, a fotografia é impecável, além de trabalhar com tons azulados, esverdeados e sépia, e através destas cores conseguir ressaltar na tela, contrapontos entre classes sociais e o glamoroso mundo das celebridades de Hollywood, abusa do uso dos enquadramentos clássicos e ainda faz vários enquadramentos interessantes que destacam os personagens em cena."
Mais um ótimo filme onde estão todos os elementos básicos de Woody Allen: As duvidas, hesitações e arrependimentos por amor não correspondido, a religião judaica, o amor pelo cinema, os questionamentos existenciais e claro NY de pano de fundo na segunda metade do filme. Recomendo!
Se não fosse um filme escrito e dirigido por Woody Allen, seria mais do mesmo, pois história em si não tem nenhuma empolgação, mas a ambientação, as interpretações, as locações, a fotografia e, principalmente algumas "tiradas" dos atores que certamente saiu da cabeça de Allen, são incríveis e valem o filme.
Excelente. O melhor Woody Allen desde "Meia-Noite em Paris". História interessante, várias frases com a inconfundível marca do diretor ("Viva cada dia como se fosse o último. Um dia você acerta.").
Café Society, embora retratando os anos 1930 nos Estados Unidos, tem muito a ver com a nossa era de desencontros. O filme mostra a realidade social da época que gerou nossos dias turbulentos. Pessoas educadas, mas já com propensão para o que seja mais objetivo. A época do grande avanço de Hollywood e seus produtores de filmes, e da diversão com bebidas e música de jaz melancólico, contendo a inspiração de compositores que usavam um restinho de intuição. Veladamente W. Allen faz a sua crítica das religiões dominantes da época, e adentra no enigma da vida pós-morte, sem mencionar que a reencarnação do espírito acabou sendo suprimida, deixando as pessoas na ignorância sobre a continuidade da vida. Os homens se comportam com seriedade em relação a família e ao casamento, mesmo assim não conseguem escapar de uma dose de vida fictícia apesar de salvaguardar as aparências, vivendo do sonho realizado.
(...)Um roteiro sólido e muito bem estruturado mostra a evolução do caráter do protagonista. Hollywood é sempre ensolarada, apresentada em tons quentes e fortes. E, naturalmente, já que estamos no contexto do cinema, encontramos aí também várias referências a atores e diretores como Barbara Stanwyck, o descobrimento de Judy Garland, Billy Wilder, William Wyler, entre outros nomes que todo cinéfilo deve conhecer. Lá, Bobby é o alter ego de Woody Allen, e aí, Jesse Eisenberg foi a escolha mais do que acertada: ele é neurótico, inseguro, e tímido.
Em Nova York, por sua vez, seus edifícios imensos e localizações impressionantes, apresentadas em tons de azul e cores mais frias. É lá que, paralelamente, nós conhecemos os demais membros de sua família e sua dinâmica. Seu irmão Bem, o gangster da família, é o destaque. Ele é o personagem que traz a maior parte da comédia do filme. A maneira tão cômica como é retratada a violência e a intolerância de um gangster perigoso, é fora do comum. Até seu desfecho não deixa de ser engraçado.
Ainda, é nesta cidade que o protagonista evolui e supera a insegurança, se transformando em um empreendedor determinado e confiante. Ele sabe o que quer e não espera um segundo para ir atrás. Dessa forma, ele consegue conquistar o amor de Veronica (Lively), uma mulher que trabalha para a prefeitura e, que – “coincidentemente” – tem o mesmo nome de sua ex-namorada. Não bastasse isso, Bobby a chama ocasionalmente de “Vonnie”.
E quando a vida que construiu parece ter se completado e estabilizado, tudo muda quando Vonnie aparece em seu bar, acompanhada de seu marido.
A narrativa é desenvolvida de uma forma bastante natural, mas, se fizermos uma análise mais profunda, a história é muito mais complexa do que ela aparenta ser. Ela faz um reflexo sobre vários temas diferentes: a maturidade e a evolução do caráter de uma pessoa; as relações de família; as relações amorosas: aquela pessoa que fugiu das suas mãos, e o amor que permanece com o tempo o suficiente para questionar certas escolhas da vida.
Por fim, o filme ainda presta homenagem aos anos 30 de uma maneira nostálgica – utilizando, inclusive, musicas em vinis originais que compõem a trilha – e, ao mesmo tempo, traz um olhar crítico sobre o glamour ilusório da indústria do cinema naquela época: as fofocas, as traições, a troca de favores.
É um filme inteligente, encantador e visualmente muito bonito.
Bons atores em uma história dos tempos glamorosos de Hollywood. A paixão, o poder, os gangsters, tudo misturado. O amor não concretizado, como fantasma que paira no ar.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade