Não é tão ruim, cheio de cenas de ação, lutas, tiroteios, explosão e tudo mais... porém tem mais ação que história, por mais que tenha esse ponto negativo não é tão ruim, achei subestimado quando vi as críticas tão baixas dos críticos profissionais e da imprensa.
o filme pode ate nao ser o melhor de todos os tempos mas avaliar mal este filme so tendo uma visao muito rasa do que ele tenta passar, ou seja: quem nao entende avalia mal. simples assim.
Iko Uwais é de longe um dos maiores se n o melhor artista marcial da atulidade, nesse filme ele tem a destreza de desempenhar as cenas de luta de uma forma fabulosa,detalhe* na maioria das cenas ele ainda está algemado. Incrível como ele evoluí a cada filme desde Operação Invasão I e II.
Um filme com um orçamento desproporcional ao que apresenta, ainda em 2018 não era tão comum e esse é o caso de 22 Milhas. Temos aqui uma jornada de espionagem e curvas narrativas que não acabam mais, mas isso só no final do último ato. Agora durante a maior parte da projeção é um filme um tanto confuso, não dá exatamente para entender que mensagem ou que ideia quer passar, não tem um argumento claro. O protagonista durante toda a história faz um discurso sobre como o mundo é perigoso, mas não chega a conclusão nenhuma e nem sequer a um ponto interessante. Parece diálogo genérico. Agora a ação é em teoria bem conduzida, mas a câmera tremida não nos deixa ver o que está acontecendo. Para uma crítica mais completa, veja meu canal o Isocromia.
O filme no geral, principalmente pra quem curte ação frenética e muito tiro, vale muito a pena sem se prender a detalhes! Alguns furos são sim observados e questionáveis mas nada que venha de fato interferir na fluidez da proposta do filme. Em termos de interpretações dos personagens... Achei muito boa, visto que, o filme após dá o START DE AÇÃO não da margem para detalhes de personalidade querendo enriquecê-los, como se faz em séries, quase nos obrigando a não criar qualquer vínculo ou sentimento com esses. Atenção ao nível de violência e sangue! Enfim... Prepare um lanche carregado, deixe tudo a mão, eleve o som, feche as cortinas que a ação promete.
Mark Whalberg, em que pese ser um dos astros hollywoodianos mais ricos (então, sabe fazer dinheiro com cinema), entrou em mais um filme ruim. A personagem de Whalberg é mal-humorada e emula Schwarzenegger e Stallone dos bons tempos e é tão falsa quanto as originais. O roteiro é tão previsível que apela para uma mãe russa vingativa capaz de destruir o mundo para vingar a morte do filho. E no final você é avisado que aquela montanha, aquele Everest, de clichês de um primarismo absurdo não serviu pra nada. O filme não tem fim. Continua na sequência que virá. Ou não.
O filme é complicado, cheio de cenas de acao te deixando confuso na história, chegou a me dar sono algumas vezes de tantas cenas cliche... traduzindo: filme chato, nao vale a pena assistir
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