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Nelson J
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1.978 críticas
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3,5
Enviada em 30 de novembro de 2018
Filme vibrante com o excelente Taron no papel título. peca por alguns clichês bem bobinhos estilo Piratas do Caribe e pelas críticas contundentes e persistentes contra a igreja, raramente vistas no cinema come sta intensidade. Pelo tipo de filme, poderia ser mais leve.
A origem da famosa lenda sobre o ladrão que rouba dos ricos para dar aos pobres é contada a partir de quando Robin Hood (Taron Egerton) volta das Cruzadas e surpreende-se ao encontrar a Floresta Sherwood infestada de criminosos. Ele não deixará que as coisas permaneçam desse jeito e contará com a ajuda de John (Jamie Foxx) e Marian (Eve Hewson) para trazer justiça à cidade.
Mais uma versão dessa história já tão conhecida, que não foi nada tão diferente das demais, com muitas cenas de ação, eu gostei mesmo não sendo a melhor das versões, mesmo assim achei muito bom ⭐⭐⭐
Não é nenhuma obra prima, mas achei o filme bacana. O roteiro é apressado e a história sem mais, mas a diversão é garantida. Gostaria de ver uma sequência.
Robin Hood – A Origem é a mesma história sendo contada de novo, só que no modo automático, sem empolgar, com uma abordagem que não emplaca, proporcionando quase duas horas de algo que parece que está bom, mas que na verdade falta intensidade e objetividade do que é ser Robin Hood. Apenas regular.
Para lê completo no blog ParsaGeeks que assistiu o filme em Cabine de Imprensa, link a seguir: http://www.parsageeks.com.br/2018/11/cinema-546-robin-hood-origem.html
O filme contém algumas boas cenas, mas a motivação de Robin para dar início aos roubos ficou estranha, poderiam ter trabalhado mais nesse quesito. A atuação do casal também não convence muito, ademais, é um filme divertido de se assistir.
A nova investida na famosa história de Robin Hood traz Taron Egerton no papel principal como um jovem rico e cheio de expectativas. Diante do conflito encabeçado pelo Xerife de Nottingham (Ben Mendelsohn) em território árabe, Robin é convocado para lutar e após anos é dado como morto, abrindo espaço para a criação da notória história do jovem que rouba dos ricos para dar aos pobres, tendo como auxílio o audaz John (Jamie Foxx).
Apesar de ser bem conhecida, a famosa história de Robin de Loxley ganha uma nova roupagem tecendo todo o caminho do personagem até alcançar o status de ladrão tão adorado pelos pobres. Porém, a produção se esforça para atualizar o espírito para algo mais moderno e jovem, mas é um tiro no pé, uma vez que nada funciona efetivamente no contexto, nem mesmo visual. Tudo se desenrola nos trilhos sem adicionar elementos que representem algo inovador ou mesmo diferenciado, nem mesmo a suposta extensão da história contando "as origens" do ladrão são relevantes.
O que se salva no longa é o carisma dos personagens principais graças à competência de Egerton e Foxx, dupla que diverte sempre que estão treinando ou atuando juntos, mas é pouco para uma grande produção que propunha muito. Apesar de todos os problemas, a edição muitas vezes inspirada acaba permitindo que as quase 2h não sejam tão cansativas, criando um passatempo suave para quem não espera muito do filme.
Bem interessante e diferente dos demais, nesse roteiro temos o surgimento da lenda. Com um certo toque moderno e descolado a história é rápida e movimentada, ao nosso eterno e talvez primeiro herói da infância, infelizmente posto um tanto de lado hoje em dia. Seu método pode não parecer o mais ortodoxo, mas suas motivações são genuínas.
Robin Hood - A Origem, é um filme artificial, com cenas de ação pouco convincentes, efeitos visuais fracos e com um roteiro sofrível. Além disso, há momentos em que o filme não parece ser situado no século XII, seja pelo figurino da festa ou pela batalha da população contra a guarda de Nottingham, com os civis usando coquetel molotov (!). As atuações também não são nada convincentes, assim como a trilha, a fotografia é um dos poucos pontos positivos do filme. Robin Hood - A Origem é um filme sofrível, recheado de problemas, vale ressaltar que há um bom tom de humor presente na trama, mas em meio ao embaralho de erros, o filme é artificial e fraco demais.
É uma ótima nova versão, apesar de não ter a autenticidade primordia, é moderna e intimista, gostei da escolha do ator, mais novo, talvez chamasse a atenção de um público mais jovem, mas se tratando de um clássico desses, ficou devendo um pouco, ao mais antigos e conservadores pela obra, mas ousou em trazer algo de novo e diferente! Senti falta de um boa trilha sonora, mas como é tão dinâmico o filme que nem precisa daquela esplendorosa sonoplastia musical ao fundo. É uma pena ter fracassado em bilheteria, partindo de ser um reboot ou remake.
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