Esse filme é o maior retrato da gadice, um gado a procura de Yennefer que nem magia usa, sem contar o tamanho do chifre que já estava na sua cabeça de tanta gaia.
Não é nenhuma obra prima, mas achei o filme bacana. O roteiro é apressado e a história sem mais, mas a diversão é garantida. Gostaria de ver uma sequência.
O filme contém algumas boas cenas, mas a motivação de Robin para dar início aos roubos ficou estranha, poderiam ter trabalhado mais nesse quesito. A atuação do casal também não convence muito, ademais, é um filme divertido de se assistir.
A nova investida na famosa história de Robin Hood traz Taron Egerton no papel principal como um jovem rico e cheio de expectativas. Diante do conflito encabeçado pelo Xerife de Nottingham (Ben Mendelsohn) em território árabe, Robin é convocado para lutar e após anos é dado como morto, abrindo espaço para a criação da notória história do jovem que rouba dos ricos para dar aos pobres, tendo como auxílio o audaz John (Jamie Foxx).
Apesar de ser bem conhecida, a famosa história de Robin de Loxley ganha uma nova roupagem tecendo todo o caminho do personagem até alcançar o status de ladrão tão adorado pelos pobres. Porém, a produção se esforça para atualizar o espírito para algo mais moderno e jovem, mas é um tiro no pé, uma vez que nada funciona efetivamente no contexto, nem mesmo visual. Tudo se desenrola nos trilhos sem adicionar elementos que representem algo inovador ou mesmo diferenciado, nem mesmo a suposta extensão da história contando "as origens" do ladrão são relevantes.
O que se salva no longa é o carisma dos personagens principais graças à competência de Egerton e Foxx, dupla que diverte sempre que estão treinando ou atuando juntos, mas é pouco para uma grande produção que propunha muito. Apesar de todos os problemas, a edição muitas vezes inspirada acaba permitindo que as quase 2h não sejam tão cansativas, criando um passatempo suave para quem não espera muito do filme.
Filme vibrante com o excelente Taron no papel título. peca por alguns clichês bem bobinhos estilo Piratas do Caribe e pelas críticas contundentes e persistentes contra a igreja, raramente vistas no cinema come sta intensidade. Pelo tipo de filme, poderia ser mais leve.
É uma ótima nova versão, apesar de não ter a autenticidade primordia, é moderna e intimista, gostei da escolha do ator, mais novo, talvez chamasse a atenção de um público mais jovem, mas se tratando de um clássico desses, ficou devendo um pouco, ao mais antigos e conservadores pela obra, mas ousou em trazer algo de novo e diferente! Senti falta de um boa trilha sonora, mas como é tão dinâmico o filme que nem precisa daquela esplendorosa sonoplastia musical ao fundo. É uma pena ter fracassado em bilheteria, partindo de ser um reboot ou remake.
O que dizer dessa "releitura" do clássico inglês? Digo que é uma mistura de Star Wars, Homem Aranha, Batman, Apocalipse Now, Faroeste, Arqueiro da marvel, e o que mais o expectador quiser. Tem de tudo! Metralhadora de flexas, artilharia pesada, "tanque de guerra medieval, um xerife de Nothinghan que mais parece um dr. Smith de Perdidos no espaço (o antigo! Rs rs); e a cena lembrando "Os miseráveis", na marcha do povão? Kkkkkkk Aí, sério, exageraram! E olha que sou tolerante com "refilmagens" - algumas até são melhores que os originais; ex. Os sete magníficos - mas essa...Bem, a favor, o fato de que, dessa vez, a Marian é uma gata! Leva duas estrelas porque sou fã do Hood, se não...
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