Média
3,0
publicações
-
Revista de Cinema
-
O Globo
-
Papo de Cinema
-
Preview
-
CineClick
-
Cineweb
-
Críticos.Com.Br
-
Omelete
-
Rubens Ewald
-
Veja
-
Cinepop
-
Observatório do Cinema
-
Cinemação
-
Cineplayers
-
Folha de São Paulo
Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
- As últimas críticas do AdoroCinema
- Melhores filmes
- Melhores filmes de acordo a imprensa
Revista de Cinema
Roteiro, a fotografia de Adrian Tejido, dramaturgia, ritmo, trilha sonora, reconstituição de época e – principalmente – a escolha da atriz Andreia Horta para o papel título, tudo funciona bem no filme de Hugo Prata.
O Globo
A voz é, e será ao longo de fina seleção, de Elis Regina, mas a personificação da “maior cantora do Brasil”, para muitos, cabe à atriz Andréia Horta, em atuação magnética. Não se trata de um mimetismo detalhista de fora para dentro, mas também no sentido contrário.
Papo de Cinema
Nota-se um trabalho de pesquisa esmerado por parte da atriz, que traz trejeitos, sorrisos, risadas e toda a presença física da pequena grande cantora. Não bastou apenas cortar o cabelo parecido e vestir-se igual a ela. Horta se embrenha na personagem e busca a força daquela mulher notável.
Preview
Além dos momentos musicais emocionantes e da excelente caracterização das personagens, quem se destaca em "Elis" é a protagonista Andreia Horta, que aparece em cena entregue de corpo e alma.
CineClick
A transição das fases da vida de Elis foi bem construída, mas a narrativa acaba dando ênfase demais no lado pessoal e nos amores da intérprete enquanto ignora fatos importantes como a parceria dela com Tom Jobim, que rendeu o clássico "Águas de Março".
Cineweb
Essa primeira parte é a melhor do filme, com mais ritmo e aprofundada. [...] É como se "Elis" quisesse dar conta de muitos acontecimentos em pouco tempo de trama. Então, em alguns momentos, parecem haver buracos. Como ela chegou daqui até ali?
Críticos.Com.Br
Felizmente, em boa parte do roteiro, o melodrama não domina o filme, destacando-se mais o estilo vibrante e “para fora” que caracterizava a cantora que alterou o paradigma inaugurado por João Gilberto e seguido por Nara Leão, dentre outros intérpretes da Bossa Nova...
Omelete
Com uma linguagem visual de fácil assimilação, o longa nasce com as características que criaram alguns dos sucessos de bilheteria nacional: cara de TV, sem que haja a necessidade de apertar as feridas do personagem retratado.
Rubens Ewald
[...] mesmo sofrendo complicadas sessões de remontagem, é notável como o filme consegue superar os problemas. [...] Sem nunca cair em caricatura ou exatamente imitação, Andréa dá um show que a transforma imediatamente em Estrela.
Veja
Colocar a foto de Elis Regina (1945- 1982) ao lado da imagem de Andréia Horta foi proposital. Se há algo impressionante na cinebiografia Elis é a atuação da atriz [...] O filme pincela altos e baixos de Elis, tanto na intimidade quanto diante do microfone, e foi feito para fãs.
Cinepop
Aqui surge o maior problema do longa "Elis" [...]: seu principal arsenal é quase exclusivamente a cantora Elis Regina e muito pouco a pessoa. [...] Infelizmente, a obra é bastante rasa, irregular, e não merece o amplo destaque que vem ganhando, principalmente na atual safra do cinema nacional.
Observatório do Cinema
"Elis" é um filme de elipses, que salta de um tempo a outro numa relação quase arbitrária, que seleciona seus momentos por sua importância extra-filme, ou seja, pelo que já se sabe a respeito de Elis Regina e não pelo que está contido no longa.
Cinemação
O filme "Elis" é daqueles casos que a personagem é mais interessante que o filme. [...] "Elis" não é um desastre cinematográfico (quase consegue tal feito), mas se boicota a todo instante.
Cineplayers
Andréia Horta, ao menos, demonstra esforço e habilidade na encarnação de Elis Regina, num trabalho de composição devidamente fiel aos trejeitos tão conhecidos da cantora na vida e nos palcos. O resto do elenco se torna uma sombra diante da presença da atriz...
Folha de São Paulo
Se o filme passa batido pela época que representa, se não oferece maior dramaticidade, o que tem a mostrar? Primeiro, que sua opção é claramente conservadora do ponto de vista cinematográfico.