Média
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Eu acho que se eu nunca tivesse ouvido falar de Elis e nem ido para o cinema com expectativa, eu daria 4 estrelas para o filme. Eu sei que minhas expectativas podem até estar fora do padrão, mas eu fiquei o filme todo esperando o Tom Jobim aparecer, pra eles cantarem juntos Águas de março. Senti falta da família da Elis (mãe, principalmente), e e senti excesso de presença masculina. Acho que a história dela seria melhor contada numa série escrita por Manoel Carlos no estilo Maysa (me julguem), ou num filme mais longo, explorando melhor algumas histórias (como 2 filhos de Francisco). Eu esperava muita coisa que não aconteceu. Início de carreira, por exemplo (na cena do Rio de Janeiro, ela já tinha 2 discos gravados; não era uma iniciante qualquer, como o filme faz pensar). Enfim, foi bom pela música, pelas atuações... Sou fã do trabalho da Andreia desde Chamas da Vida. Valeu a pena, mas saí do cinema com sensação de falta de história não-contada.
Dentro das expectativas, em duas horas não seria possível detalhar tanta complexidade dessa mulher, do momento político do país e da própria revolução dos costumes que estávamos atravessando.
Parabéns aos atores, ótimas atuações.
Parabéns aos atores, ótimas atuações.
O FILME FEZ O RESUMO DA VIDA DE ELIS NAO DA PRA CONTAR TUDO MAS FOI BEM DIRETO EM SUA VIDA SEUS SUCESSOS E SEUS FRACASSOS E NAQUELE TEMPO A PRESSAO DA DITADURA O FILME FOI SHOW DE BOLA ME EMOCIONOU BASTANTE AS MUSICAS SAO SHOW DE BOLA
Sensacional
Quem viveu essa época lembra de tudo que aconteceu
Destaque para Andreia Horta
Caracterização da época muito bem feita
Som muito bom
Fotografia muito boa
Quem viveu essa época lembra de tudo que aconteceu
Destaque para Andreia Horta
Caracterização da época muito bem feita
Som muito bom
Fotografia muito boa
Contar a história de uma vida em 2 horas exige sempre a opção por uma abordagem, e o filme optou por privilegiar a parte artística e musical, para agradar a um público maior. Os aspectos psicológicos ficam em segundo plano, e fica pouco claro porque uma mulher bem sucedida, mãe de três belos filhos, entrega-se ao vício que a conduz à morte. Mas o filme é muito bem feito, e emociona pela música e pela interpretação do elenco.
Numa cinebiografia falha, da quase inexistência de coisas que o filme nos deixa levar para casa, em nossas memórias, sem dúvida alguma que são elas o sorriso e o frenético, ainda que doce, balançar de braços da atriz Andreia Horta, que captam uma aura espetacular para sua personagem, tornando esta Elis Regina vista aqui em uma personagem arrebatadora.
(...)Esta obra entrega uma homenagem sincera e para quem está conhecendo a história de Elis Regina pela primeira vez, o trabalho pode até ser eficiente. Para os fãs que já são familiarizados, vai ficar devendo.
Emocionante. Andreia Horta dá um show. Esperava mais um pouco do final. O diretor se saiu muito bem na sua estreia.
Em sua estreia como diretor em longa-metragem, Hugo Prata é um alento ao cenário nacional do cinema. Elis é uma cinebiografia marcante, principalmente pela interpretação de Andreia Horta, que assume totalmente o papel da cantora. A história é bastante enxuta, não conta a trajetória de Elis desde sua origem, mas a partir do surgimento dela e da mpb. Andreia Horta faz um trabalho maravilhoso no papel da cantora, tanto que recebeu com merecimento o Kikito de Melhor Atriz no Festival de Gramado deste ano.
Ficou perfeito o som da voz dela no cinema, me emocionei, arrepiou, sou fã. Fiquei triste o cinema vazio. Devemos prestigiar, Agora ela é uma estrela.
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