John Wick - Um Novo Dia para Matar: Críticas - Página 2
John Wick - Um Novo Dia para Matar
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anderson j
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4,0
Enviada em 23 de maio de 2019
John Wick 2 é pura evolução em termos de ação e de desenvolvimento. O filme amplia este universo dando a ele camadas e possibilidades intrigantes que já te deixam investidos logo de cara sobre tudo envolvendo a continental e como ela funciona. John wick continua falando pouco e matando muito e sempre com aquela elegância e precisão de deixar você hipnotizado. Considero esse filme um pouquinho inferior ao anterior por uma simples questão de ritmo, acho que o primeiro flui melhor, porém este conta com sequências de ação mais elaboradas, a direção está mais afiada e o gancho deixado pro capítulo 3 é inquietante. Mais um clássico do gênero, filme cheio de ação e com roteiro excelente que evolui uma história que já era interessante apesar de se tratar de um cachorrinho assassinado. Vale cada segundo e continua tão bom quanto o original.
Renegado, esta é a palavra chave para o caminho que John Wick, personagem interpretado por Keanu Reeves. A trama é recheada de clichês bem trabalhados e repetidos à exaustão. É um filme da década de 1980 reinventado com sucesso para o século XXI.
Esse filme é um dos meus preferidos no gênero ação. O personagem interpretado por Keanu Reeves é espetacular, temido por todos (e faz por onde para ser temido). O filme deixa um gancho perfeito para o terceiro, onde toda a habilidade de john wick será posta à prova. Só não colocarei nota 5, pois achei o primeiro melhor, mesmo esse sendo muito bom. Recomendo fortemente!
Quando chegou aos cinemas em 2014, John Wick chamou a atenção não pela presença do já conhecido Keanu Reeves, mas pela utilização frenética da ação em prol da narrativa. Nesta continuação, a mesma idéia se repete, agora elevando a idéia a novos patamares. Desta vez Wick é colocado em uma situação cuja a volta a ativa é resultado de uma dívida do passado, algo que ele não tem como evitar. A tarefa envolve um mirabolante plano para desfalcar um sindicato do crime, algo que não será como esperado.
Com orçamento maior em caixa, Chad Stahelski nos presenteia com um ótimo filme de ação, trazendo mais energia e sentido ao contexto criado no filme anterior. Neste conhecemos mais do universo do qual faz parte o protagonista, as alianças, as condições e muito do que tem criado a mitologia em volta desta ficcional situação que diverte o público. A boa edição sonora, aliada ao ótimo e extenso elenco, compele uma obra intensamente cheia de entretenimento dos bons.
JOHN WICK - UM NOVO DIA PARA MATAR expande a franquia de forma divertida e intensa, gerando grandes doses de ação, diversão e ainda deixando margem para novas continuações, que certamente serão muito bem vindas.
Sem espaços: h t t p s : / / rezenhando . wordpress . com /2017/06/27/rezenha-critica-john-wick-um-novo-dia-para-matar-2017/
Quando assisti ao primeiro John Wick não “dáva 1 real” pro filme, e me surpreendi com tamanha destruição e ação objetiva que o filme propunha, lembrando os áureos e inesquecíveis anos 80 e começo dos 90, mesclando brucutu com a classe e finesse das máfias. Estava na seca para assistir sua continuação, uma vez que de forma unânime galera falando bem, fossem amigos ou a Internet, até os que nem curtem muito o gênero rasgando elogios. Confiram a “rezenha” crítica de John Wick: Um Novo Dia Para Matar.
Neste segundo, temos uma continuação direta do primeiro, praticamente uma sequência do final. Não que isso vá atrapalhar a quem não assistiu seu antecessor, com o desenvolvimento do segundo filme, muita coisa é compreendida sem precisar refletir ou preocupar-se com os rastros do primeiro.
Após recuperar seu carro, John Wick (Keanu Reeves) acredita que enfim poderá se aposentar. Entretanto, a reaparição de Santino D’Antonio (Riccardo Scarmacio) atrapalha seus planos. Dono de uma promissória em nome de Wick, por ele usada para deixar o posto de assassino profissional da Alta Cúpula, Santino cobra a dívida existente e insiste para que ele mate sua própria irmã, Gianna (Claudia Gerini).
Quando falamos em Alta Cúpula e Hotel Continental somos obrigados a nos ajoelhar e agradecer, que ambientação e linha temporal foda que criaram para esta franquia. Esta Alta Cúpula nada mais é que a organização e suas leis que gerem o mercado de homicídios por encomenda e o Hotel o “Pit Stop” para seus prestadores de serviços encontrarem-se profissionalmente e realizarem negócios.
Coincidentemente três atores da série Deuses Americanos (confiram aqui “rezenha”) estavam no filme, e com os seus devidos destaques e pesos artísticos dando um show de interpretação caricata como sempre, só não irei revelar quem! ksksksk
O mito Franco Nero também está nesta sequência, para quem não sabe, ele é uma das figuras mais emblemáticas dos clássicos filmes de faroeste, e seu papel é de extrema importância para a obra.
Uma cena em especial com o ator prova o quanto capricharam nesta sequência, transformando um filme de ação em algo além do que um esquecível e simples filme de ação, onde ele questiona John Wick se estava em Roma para matar o Papa. Isso é muito emblemático a forma como contracenam, e o respeito entre os personagens dentro do Continental é sensacional, nos remete às histórias em quadrinhos mais sanguinárias ou àquele tipo de filme “tarantinesco” que tanto ansiamos todo ano.
As cenas de tiroreio podem lhe dar uma labirintite daquelas, no bom sentido. Mesmo sendo algo inconcebível, o diretor consegue milimetricamente transformá-las em realidade, ou muito perto disso com John Wick acertando todos ou quase todos os tiros na cabeça dos adversários, é insano a forma como as sequências de tiros são rodadas. De deitado no sofá, eu fui levantando aos poucos, no final estava grudado na TV atento a todos os detalhes.
As cenas de luta também foram transformadas em algo meio real, com movimentos próximos do ser humano sem nenhum filtro ou efeito especial, apenas enquadramentos muito bem gravados. A direção deste filme foi fantástica.
É a primeira vez que vejo um filme de brucutu com pegada mafiosa preocupado com movimentos de luta e tiros que tentam passar uma realidade ao telespectador e com qualidade, e John Wick: Um Novo Dia Para Matar conseguiu esta façanha muito bem, e o melhor com uma qualidade fotográfica fora do comum, que destoa de qualquer outro de ação recente (com exceção do Mad Max: Estrada da Fúria).
Minha nota é 4/5.
E você já assistiu o filme? Conte-nos para saber sua experiência. O seu comentário é a alma do Blog.
John Wick é forçado a deixar a aposentadoria mais uma vez por causa de uma promessa antiga e viaja para Roma, com o objetivo de ajudar um velho amigo a derrubar uma organização secreta, perigosa e mortal de assassinos procurados em todo o mundo.
Que doideira foi essa, o primeiro já fiquei sem palavras de tão bom que foi e daí os caras conseguem fazer uma continuação melhor ainda, com muita ação e cenas que te deixam sem fôlego, muito bom
É um bom entretenimento desde que vc aceite o fato de que John Wick é quase imune à balas. A maioria não acerta e as que acertam não são fatais, diferentemente dos seus inimigos. Dei nota alta pois adoro essas histórias que mostram sindicatos de assassinos.
Chuck Norris que se cuide, temos um novo "bad-ass" na área.....e lhe digo, esse cara é fo#@, esse cara sou eu!.....mentira, esse cara é o John Wick!!!!! FILMASSO para quem curte ação cheias de lutas muito bem coreografadas, cenas de perseguição de carro muito bem feitas e tiros, muuuuuiiiiitooooo tiros! Continuação do não tão falado DE VOLTA AO JOGO (2014 - comentários no NP), temos novamente o ator Keanu Reeves (....mulheres suspirando ao fundo.....) interpretando o protagonista Wick, John Wick (.....leia isso com a voz do James Bond.....) e ele esta mais uma vez impecável no personagem (ou seja, com a cara sem expressão) e mais fodástico possível...... Desta vez, apenas nas mãos do diretor Chad Stahelski (no antecessor era ele e o diretor David Leitch) e do mesmo roteirista de antes, Derek Kolstad a trama tem uma evolução perante a anterior, mas segue com a mesma narrativa. Tudo o que era bom no primeiro, eles aperfeiçoaram e, tudo que tinha de negativo, infelizmente também está presente (pelo menos, não piorou). E o que digo que é ruim é a ausência do envolvimento das pessoas ao redor. Polícia? Sabemos que existe porque aparece um cara de roupa policial, mas seria ele um vizinho fantasiado e curtindo o Carnaval? Pessoas comuns reagindo a tiros e pessoas mortas? Aparentemente, ver um corpo com a cabeça explodida depois de levar um tiro é mais que normal..... Ou seja, essas anormalidades que estragam um pouco a veracidade do roteiro (não que filmes do gênero transmitam realidade, mas pelo menos o mínimo do minimo.....). Não sei se é um mundo fictício de assassinos ou não, mas "os terceiros" poderiam ter certa reação a alguma coisa. Fora isso, um espetáculo de se assistir! Se ainda está em tempo de ir ao cinema, RUN Forrest, RUN! Divertido, violento, sexy, um prato cheio para quem gosta e com um final com gostinho de quero mais.....e teremos!!!!! Assim como a história, o personagem evoluiu e temos mais de Wick, e isso é bom! Pura adrenalina o tempo todo, parece que estamos no meio de um jogo de video game. A Fotografia do filme é boa demais! A Trilha Sonora digna! Atuações conforme o script e o encontro a lá Matrix (tenho minhas dúvidas se não tem uma piadinha sobre isso, acho que tem sim, preste atenção NA REUNIÃO, você saberá qual). Dois tiros, um embaixo, um em cima e assim vão se acumulando corpos por onde passa este gajo galã, mas que quero ver bem longe de minha pessoa mas não vejo a hora de que anunciem o capítulo 3...
Excelente continuação (e brecha para uma saga muito maior). Ação e cenas de luta espetaculares. Só não teve uma trilha sonora tão envolvente como no primeiro, mas é apenas um detalhe visto que o que contou mesmo nesse filme foram os vários e vários áudios de socos e tiros.
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