John Wick - Um Novo Dia para Matar: Críticas - Página 5
John Wick - Um Novo Dia para Matar
Média
4,4
2850 notas
83 Críticas do usuário
5
21 críticas
4
28 críticas
3
22 críticas
2
6 críticas
1
5 críticas
0
1 crítica
Organizar por
Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Um visitante
3,5
Enviada em 12 de outubro de 2017
Um exemplo claro de como continuações podem ser decentes.Aqui temos uma dose maior de ação,de tiro e uma melhor apresentação de Keanu Reeves.O ator se mostra mais ágil,fica ainda mais evidente que nasceu para viver esse personagem.
Quando chegou aos cinemas em 2014, John Wick chamou a atenção não pela presença do já conhecido Keanu Reeves, mas pela utilização frenética da ação em prol da narrativa. Nesta continuação, a mesma idéia se repete, agora elevando a idéia a novos patamares. Desta vez Wick é colocado em uma situação cuja a volta a ativa é resultado de uma dívida do passado, algo que ele não tem como evitar. A tarefa envolve um mirabolante plano para desfalcar um sindicato do crime, algo que não será como esperado.
Com orçamento maior em caixa, Chad Stahelski nos presenteia com um ótimo filme de ação, trazendo mais energia e sentido ao contexto criado no filme anterior. Neste conhecemos mais do universo do qual faz parte o protagonista, as alianças, as condições e muito do que tem criado a mitologia em volta desta ficcional situação que diverte o público. A boa edição sonora, aliada ao ótimo e extenso elenco, compele uma obra intensamente cheia de entretenimento dos bons.
JOHN WICK - UM NOVO DIA PARA MATAR expande a franquia de forma divertida e intensa, gerando grandes doses de ação, diversão e ainda deixando margem para novas continuações, que certamente serão muito bem vindas.
Sem espaços: h t t p s : / / rezenhando . wordpress . com /2017/06/27/rezenha-critica-john-wick-um-novo-dia-para-matar-2017/
Quando assisti ao primeiro John Wick não “dáva 1 real” pro filme, e me surpreendi com tamanha destruição e ação objetiva que o filme propunha, lembrando os áureos e inesquecíveis anos 80 e começo dos 90, mesclando brucutu com a classe e finesse das máfias. Estava na seca para assistir sua continuação, uma vez que de forma unânime galera falando bem, fossem amigos ou a Internet, até os que nem curtem muito o gênero rasgando elogios. Confiram a “rezenha” crítica de John Wick: Um Novo Dia Para Matar.
Neste segundo, temos uma continuação direta do primeiro, praticamente uma sequência do final. Não que isso vá atrapalhar a quem não assistiu seu antecessor, com o desenvolvimento do segundo filme, muita coisa é compreendida sem precisar refletir ou preocupar-se com os rastros do primeiro.
Após recuperar seu carro, John Wick (Keanu Reeves) acredita que enfim poderá se aposentar. Entretanto, a reaparição de Santino D’Antonio (Riccardo Scarmacio) atrapalha seus planos. Dono de uma promissória em nome de Wick, por ele usada para deixar o posto de assassino profissional da Alta Cúpula, Santino cobra a dívida existente e insiste para que ele mate sua própria irmã, Gianna (Claudia Gerini).
Quando falamos em Alta Cúpula e Hotel Continental somos obrigados a nos ajoelhar e agradecer, que ambientação e linha temporal foda que criaram para esta franquia. Esta Alta Cúpula nada mais é que a organização e suas leis que gerem o mercado de homicídios por encomenda e o Hotel o “Pit Stop” para seus prestadores de serviços encontrarem-se profissionalmente e realizarem negócios.
Coincidentemente três atores da série Deuses Americanos (confiram aqui “rezenha”) estavam no filme, e com os seus devidos destaques e pesos artísticos dando um show de interpretação caricata como sempre, só não irei revelar quem! ksksksk
O mito Franco Nero também está nesta sequência, para quem não sabe, ele é uma das figuras mais emblemáticas dos clássicos filmes de faroeste, e seu papel é de extrema importância para a obra.
Uma cena em especial com o ator prova o quanto capricharam nesta sequência, transformando um filme de ação em algo além do que um esquecível e simples filme de ação, onde ele questiona John Wick se estava em Roma para matar o Papa. Isso é muito emblemático a forma como contracenam, e o respeito entre os personagens dentro do Continental é sensacional, nos remete às histórias em quadrinhos mais sanguinárias ou àquele tipo de filme “tarantinesco” que tanto ansiamos todo ano.
As cenas de tiroreio podem lhe dar uma labirintite daquelas, no bom sentido. Mesmo sendo algo inconcebível, o diretor consegue milimetricamente transformá-las em realidade, ou muito perto disso com John Wick acertando todos ou quase todos os tiros na cabeça dos adversários, é insano a forma como as sequências de tiros são rodadas. De deitado no sofá, eu fui levantando aos poucos, no final estava grudado na TV atento a todos os detalhes.
As cenas de luta também foram transformadas em algo meio real, com movimentos próximos do ser humano sem nenhum filtro ou efeito especial, apenas enquadramentos muito bem gravados. A direção deste filme foi fantástica.
É a primeira vez que vejo um filme de brucutu com pegada mafiosa preocupado com movimentos de luta e tiros que tentam passar uma realidade ao telespectador e com qualidade, e John Wick: Um Novo Dia Para Matar conseguiu esta façanha muito bem, e o melhor com uma qualidade fotográfica fora do comum, que destoa de qualquer outro de ação recente (com exceção do Mad Max: Estrada da Fúria).
Minha nota é 4/5.
E você já assistiu o filme? Conte-nos para saber sua experiência. O seu comentário é a alma do Blog.
John Wick é forçado a deixar a aposentadoria mais uma vez por causa de uma promessa antiga e viaja para Roma, com o objetivo de ajudar um velho amigo a derrubar uma organização secreta, perigosa e mortal de assassinos procurados em todo o mundo.
Que doideira foi essa, o primeiro já fiquei sem palavras de tão bom que foi e daí os caras conseguem fazer uma continuação melhor ainda, com muita ação e cenas que te deixam sem fôlego, muito bom
John Wick: Um novo dia para matar... eu gosto bastante do primeiro filme, ele me surpreendeu muito lá na época de seu lançamento em 2014, e aqui mais uma vez esta sequência agrada muito, sendo um filme ainda mais divertido. Aqui, John Wick (Keanu Reeves) acredita que enfim poderá se aposentar após recuperar seu carro, mas a reaparição de Santino D'Antonio (Riccardo Scarmacio) atrapalha seus planos. Dono de uma promissória em nome de Wick, Santino cobra a dívida existente e insiste para que ele mate sua própria irmã, Gianna (Claudia Gerini). A direção é do Chad Stahelski, e ele se sai novamente muito bem, as cenas de ação são muito bem dirigidas, com movimentos de câmera muito precisos. O trabalho de edição também é muito bem feito. O roteiro conta com uma história não muito original, e os diálogos são extremamente fracos. Mesmo assim, a trama segue seu foco, sem furos, e com um final ótimo. Em termos de interpretação, o Keanu Reeves é o único que se destaca aqui, pois ele dá mais uma vez uma excelente interpretação. Já Laurence Fishburne, Ruby Rose e Riccardo Scamarcio estão completamente desaproveitados aqui. O visual do filme é muito bonito, a cinematografia é bela, e os efeitos são ótimos. John Wick: Um novo dia para matar, não é tão bom quanto o primeiro filme, mas continua divertido e merece ser assistido por qualquer um que goste de filmes de ação. Recomendo!
Sério mesmo, a muito tempo não vejo um filme tão ruim. Não existe gosto ruim por filme pra achar esse filme péssimo. Cenas repetidas e chatas. Putz como consegui ver até o final isso que não consigo entender. Foi só porque paguei.
É tanta bala voando que tive que desviar pra conseguir ver o filme, e detalhe é tiro nos joelho e tiro na cabeça, filme bem massa porém faltou ele pegar o carro no decorrer do filme!
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade