Um excelente adaptação, Carrie uma menina do ensino médio que sofre bullying, tem uma mãe doida que exagera em tudo e não deixa a menina fazer nada e é superprotetora, a menina viveu isoladamente provavelmente sua infância toda, e quando recebe um convite de baile para ir, sua mãe fica louca com ela.... A história bem simples porém não comum, Carrie possui telecinese e no final me surpreende porque justamente não esperava nada daquilo que aconteceu, a coisa desandou toda e tivemos um final nada feliz. A Carrie surta logo depois de cair um balde cheio de tinta vermelha ou sangue não sei... em sua cabeça... matando simplesmente todo mundo. Eu fiquei assutado e com medo...
Na verdade há muito fetiche e pouco desabrochar de fato no novo Carrie, a começar pela escolha de Moretz como protagonista, cuja identificação com a safa Hit-Girl de Kick-Ass está muito longe da imagem inocente associada a Carrie. A atriz esforça-se, faz caras de sofrimento, mas o filme está mais interessado nela como Lolita anti-herói do que no drama da virgem. Nesse ponto o novo Carrie é sinal dos nossos tempos de vingancinha e hiperssexualização: na cena em que controla seus poderes, a personagem entra no banheiro toda troncha, parecendo o Brinquedo Assassino, e já sai desfilando, com o cabelo hidratado e fogo no olho como a Fênix Negra dos X-Men.
Carrie, a Estranha, não é um filme, é uma obra de arte, em que a "vilã" na verdade não é vilã, porque as ações dela são uma resposta ao bullying, e ao conservadorismo de sua mãe. E no final do filme você acaba apoiando a matança, por conta da empatia que você cria com a protagonista.
que atuações foram essas !!! por ser um filme bem antigo e ainda adaptação imaginei que seria uma porcaria , mas tive uma grata surpresa. acho que pegou bem a essência da obra do King, gostei
Um excelente filme. Torcia para que desse tudo certo para Carrie, uma menina que tem os problemas que tem graças à loucura de sua mãe (já não gosto de fanáticos religiosos, essa mãe então...). SPOILER Sabia que no final tudo ia dar errado, mas fiquei feliz de ver que a Sue e seu namorado realmente estavam querendo o bem dela - cheguei a torcer para que não, para pelo menos ter um motivo pra não ficar triste pelo final kkkkkkkk.
O filme é bem simples, mas é um daqueles casos aonde o menos é mais! A protagonista Sissy Spacek se destaca dos demais com uma boa atuação e com seu olhar penetrante e por vezes horripilantes (nunca achei que teria medo de olhos claros rs). Destaque também para Piper Laurie que faz uma mãe de arrepiar todos os fios de cabelo do corpo. Esse clássico merece ser conferido!
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