Média
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O filme é interessante para descobrir o Pedro Malasartes como personagem do folclore popular brasileiro em vez de só como herói desta comédia. Curti essa figura do malandro que, contrariamente ao herói tradicional, não triunfa nem pela força nem pela virtude, mas pela capacidade de improvisar mentiras, brincar com as regras e retornar contra os mais poderosos as situações nas quais ele deveria normalmente perder. O fato de que ele termina a dever aplicar essa mesma esperteza à Morte empurra perfeitamente essa lógica até o absurdo. Acho engraçado a mistura entre o folclore de Malasartes, a personificação da Morte e as figuras míticas que filam, tissam e cortam o filo da vida. O filme é uma boa porta pela cultura brasileira dos contos populares, do fantástico e das figuras culturalmente ambíguas do malandro, ao mesmo tempo golpista e herói admirado pela inteligência e o engenho dele.
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Suave... uma cópia de Auto da Compadecida com belos efeitos especiais (por se tratar de um filme nacional).
Malazartes devia ser conhecido como um personagens esperto e engenhoso, capaz de levar as pessoas na conversa. Não é isso que você vê com o personagem exibido na tela. O ator não tem culpa, o problema foi em escrever o personagem - todos, diga-se de passagem. As "sacadas geniais" do personagem são baratas, estúpidas, sem um pingo de criatividade. Os personagens não demonstram crescimento nenhum e tudo parece um grande teatro infantil amador. Os efeitos visuais são decentes e só, mas em contraponto são extremamente mal utilizados, servindo em sua maioria pra encher linguiça. Enfim, eu saí do cinema com vergonha pelos envolvidos no projeto e tenho agora um novo candidato pra pior filme que já vi.
Bom filme... Bem realizado. Bons atores. Gostei! Não tem grandes pretensões, mas ousa alguns efeitos especiais que não comprometem a qualidade do filme.
O jovem Pedro Malasartes é um malandro. Com a sua lábia, ele consegue pregar peças em comerciantes e se aproveitar da boa vontade alheia. No entanto, sua incrível esperteza será colocada à prova pela Morte, a ceifadora de almas.
eu gostei não achei nada tão surpreendente teve um bom enredo mas acho que esperava um pouco mais
eu gostei não achei nada tão surpreendente teve um bom enredo mas acho que esperava um pouco mais
Malazartes devia ser conhecido como um personagens esperto e engenhoso, capaz de levar as pessoas na conversa. Não é isso que você vê com o personagem exibido na tela. O ator não tem culpa, o problema foi em escrever o personagem - todos, diga-se de passagem. As "sacadas geniais" do personagem são baratas, estúpidas, sem um pingo de criatividade. Os personagens não demonstram crescimento nenhum e tudo parece um grande teatro infantil amador.
Os efeitos visuais são decentes e só, mas em contraponto são extremamente mal utilizados, servindo em sua maioria pra encher linguiça. Enfim, eu saí do cinema com vergonha pelos envolvidos no projeto e tenho agora um novo candidato pra pior filme que já vi.
Os efeitos visuais são decentes e só, mas em contraponto são extremamente mal utilizados, servindo em sua maioria pra encher linguiça. Enfim, eu saí do cinema com vergonha pelos envolvidos no projeto e tenho agora um novo candidato pra pior filme que já vi.
Efeitos visuais muito bons, mas o enredo não segurou o peso da obra.
Esperava ver um filme mais divertido, com diálogos bem escritos. Uma pena!
Esperava ver um filme mais divertido, com diálogos bem escritos. Uma pena!
Péssimo filme. Não é engraçado, nem pastelão é. Tem crise de identidade, deveria ser comédia, mas em vez disso parece uma tentativa de fazer um Harry Potter ou senhor dos anéis da roça. História arrastada, sem encantamento, sem expectativas, sem reviravoltas. Os efeitos especiais são bonitos, mas excessivos e não acrescentam ao filme nem o salvam, pelo contrário, atrapalham, pois tirana atenção das atuações.
Efeitos visuais são o ponto forte do filme que arrasta numa batalha cansativa com quase nenhuma graça, apesar das insistentes e repetitivas tentativas do "Hassum"( Quem não acho graça alguma). Jesuíta Barbosa convence como o clássico Malasartes e o Julio Andrade faz temer a morte em ótima atuação.
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