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Isaque
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25 críticas
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4,0
Enviada em 25 de julho de 2026
Com certeza um filme muito bom, capta o desespero, medo e a estética assombrosa do vampiro. Ainda por ser um filme de 1922 e não ter tanto desenvolvimento comparado aos filmes de terror atuais, esse filme realmente conseguiu transmitir o terror esperado do filme. Ao invés do extravagante e teatral, o vampiro mostra ser um maldito por todos, um demônio temido por sua aparência macabra com unhas afiadas, pálido e com suas presas em sua boca. Sem dúvidas essa obra inspirou o que muitos filmes de terror são hoje, não só baseados no Drácula, porém filmes esteticamente pavorosas. Não é atoa que Nosferatu (2024) foi aclamado pela crítica especializada pela sua estética gótica e bela.
A estética preto e branco favoreceu muito a produção, o contraste, o uso sombras e o desconforto foi algo que deu mais ênfase ao significado do terror. Principalmente por ser um clássico original do cinema mudo de terror preto e branco do Conde Orlock, foi considerado o pilar da estética preto e branco e do Expressionismo Alemão.
Dirigido em 1922 por F. W. Murnau, baseado no romance de Stoker, mesmo passados tantos anos se destaca e transforma-se em uma obra-prima. A surpreendente interpretação e presença de Max Schreck são soberbas, uma criatura da noite de uma simplicidade selvagem magistral. Murnau embarcou em um dos maiores símbolos do expressionismo alemão, o uso das sombras e o contraste entre o claro e o escuro. Ele também introduziu diversos mitos sobre vampiros que alimentam outros filmes sobre Drácula. Nosferatu é uma figura aterrorizante, alto, magro, de orelhas pontiagudas e nariz adunco e sobrancelha grossa. O encontro e convivência entre o corretor imobiliário Hutter (Gustav von Wangenheim) e o conde Orlok (Schreck) no alto dos Montes Cárpatos, até sua definitiva extinção: ser vaporizado pelos raios do sol nascente, é uma longa história de medo, temor, incertezas, armadilhas e sustos. Essencial e obrigatório para os fãs de terror e suspense raiz "o pai de todos os medos".
Nosferatu", o clássico filme mudo de 1922 dirigido por F.W. Murnau, é amplamente reconhecido como uma das maiores obras do cinema expressionista alemão. No entanto, apesar de sua importância histórica e seu impacto visual, a narrativa do filme pode ser vista como confusa, especialmente para o público contemporâneo.
Um dos principais problemas está na maneira como a história é conduzida. Baseado livremente no romance Drácula, de Bram Stoker, "Nosferatu" tenta recriar a essência gótica da obra original, mas se perde em transições bruscas e personagens pouco desenvolvidos. A ausência de diálogos falados – característica do cinema mudo – exige que o filme dependa de intertítulos, que muitas vezes não explicam suficientemente os eventos ou as motivações dos personagens.
A montagem também contribui para a confusão. Em várias cenas, a alternância entre o dia e a noite parece desordenada, e a geografia dos eventos não é clara. Por exemplo, o trajeto do protagonista, Hutter, até o castelo de Orlok é visualmente fascinante, mas a sucessão de imagens deixa o espectador incerto sobre quanto tempo passou ou o que está realmente acontecendo.
Além disso, o vilão Conde Orlok, embora visualmente marcante, carece de uma construção mais sólida em termos de motivação e personalidade. Ele é uma figura assustadora, mas sua presença no enredo às vezes parece arbitrária, o que enfraquece o impacto da narrativa.
Apesar de todos esses desafios, é inegável que "Nosferatu" possui qualidades estéticas inquestionáveis. As sombras, a iluminação dramática e a composição visual são pioneiras e ainda inspiram cineastas até hoje. Porém, o público que busca uma história coesa e bem estruturada pode se sentir perdido no labirinto de simbolismos e escolhas estilísticas do filme.
Em resumo, "Nosferatu" é uma experiência cinematográfica marcante, mas sua narrativa fragmentada e confusa pode afastar espectadores que esperam uma história mais clara. É uma obra que deve ser apreciada por seu contexto histórico e impacto cultural, mas talvez não agrade a todos os gostos.
Desculpa aos críticos de cinema, mas esse filme só é aclamado por ser o primeiro filme de terror da história, até porque esse filme não tem nada. Ele é dividido em 5 atos. O 1° não absolutamente nada, apenas uma história desinteressante. O 2° mostra de verdade o Nosferatu, mas só mostra, porque ele não faz nada. O 3° demora pra passar e eu nem sei muito o que aconteceu, já queria parar de ver. O 4° eu coloquei no 1,25x pra ver se o filme melhorava, não deu certo. E o 5° eu coloquei no 1,5x e também não ajudou muito. Não gostei de nada desse filme. A melhor parte foi os créditos subindo (Ps: o problema está em mim com certeza, só consigo ver filmes antigos se for comédia do Charlie Chaplin )
Bremen, 1838. Hutter (Wangeinheim) é designado para uma missão por seu patrão nos Cárpatos. A missão é a venda da sombria propriedade diante de seu apartamento para o conde Graf Orlok loja (Schreck). Sua esposa, Ellen (Schröder) teme sua partida. Hutter parte confiante e faz mofa dos moradores locais que o advertem para não se aproximar do castelo e do mito de Nosferatu.
mais em: https://magiadoreal.blogspot.com/2023/12/filme-do-dia-nosferatu-1922-fw-murnau.html
E Impressionante como esse filme ,Mesmo feito a tanto tempo ainda continua mas sombrio que muita coisa feita hoje, Achei Melhor que o do Herzog,. Ate pelo Final.
Em 1922 foi tão tenebroso q foi proibido em alguns países até por décadas. Mas mesmo para a época, único trunfo é a caracterização macabra do Nosferatu e os enquadramentos de suas aparições. Pq no resto do filme não há qq clima de tensão, isso, inclusive, graças à péssima escolha da trilha sonora, às vezes até serelepe, e que dispersa toda aura sinistra. Se fosse feito com as câmeras full HD de hoje seria uma tosqueira. O filme é um mito, sem dúvida, pela imagem grotesca do Nosferatu, q virou ícone, e pelo impacto na época, mas, mesmo para 1922, tem esses defeitos q eu apontei, q não dependem de tecnologia. Acho q o diretor se preocupou unicamente com o protagonista (q só aparece por 9 minutos ao todo), e esqueceu de dar sensibilidade ao resto do filme. A morte dele é nota zero. Zero tbm o medo que dá assistindo. Aguardando o remake pelo Robert Eggers.
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