Com a ajuda da melhor amiga, Polly (Kristen Wiig), um casal homossexual (Sebastián Silva e Tunde Adebimpe) tenta ter um filho. Mas a situação pode ficar muito mais difícil do que o previsto e os três refletem sobre a criação da vida. Ao mesmo tempo, um vizinho os persegue, cada vez mais agressivamente. Logo, os problemas podem trazer frutações para o trio, que passa a perder a noção do que é real.
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4,0
Muito bom
Nasty Baby
A paranoia dos adultos
por Bruno Carmelo
Aproximando-se dos quarenta anos de idade, três adultos enfrentam uma crise afetiva e profissional. O casal Freddy (Sebastián Silva) e Mo (Tunde Adebimpe) pretende ter um filho com a ajuda da amiga Polly (Kristen Wiig). As expectativas desta família moderna são afetadas pelas pressões mais tradicionais: é preciso ter filhos, de preferência com os genes dos pais, para se sentir completo e realizado. A maternidade (e paternidade) é transformada no ícone máximo de normatividade social, capaz de afetar inclusive um núcleo gay e polimorfo.
O diretor Sebastián Silva cria uma obra interessante pela conjunção de estranhezas e incômodos. Por trás da aparência descontraída, cheia de sorrisos e de interações naturalistas entre os atores (Kristen Wiig é sempre excelente nas cenas mais dinâmicas), existe um profundo mal-estar que afeta cada personagem. Este elemento sombrio é projetado na figura do B
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2:05





Festivais
Exibido no Festival de Berlim 2015.
Nacionalidade
EUA
Distribuidor
-
Ano de produção
2014
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Inglês, Espanhol
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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