A Bruxa
Média
3,3
1805 notas

280 Críticas do usuário

5
54 críticas
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Davison P.
Davison P.

167 seguidores 132 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 26 de julho de 2016
A Bruxa
William (Ralph Ineson) um homem muito severo com suas orações e o julgamentos de Deus, não concorda com algumas coisas em sua comunidade e parte levando sua família para um lugar onde eles possam seguir suas regras nas leis de Deus, ele encontra um lugar próximo a floresta, Thomasin (Anya Taylor Joy) filha mais velha ao brincar com sua irmãzinha bebê, perto da floresta, algo sequestra a bebê sem ela perceber, isso destrói sua mãe Katherine (Kate Dickie) e coisas estranhas acontecem durante a noite, comportamento estranhos dos bodes, das crianças gêmeas e quando seu outro filho Caleb (Harvey Scrimshaw) desaparece na floresta as coisas ficam mais complicada ainda, William parte em busca de achar seus filhos e respostas, mas o menino aparece esquisito e meio que enfeitiçado por uma bruxa, as crenças da família vão ao extremo e acusações de bruxaria caí em cima de Thomasin, não recomendo esse filme, achei muito parado, indeciso, roteiro totalmente complicado e se perde, as únicas coisas boas são os efeitos de sonoplastia, figurino e fotografia.
Lucas Alcântara
Lucas Alcântara

14 seguidores 49 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 20 de julho de 2016
A Bruxa, filme de terror psicológico dirigido por Robert Eggers chega prometendo e consegue cumprir.

Após o casal William (Ralph Ineson) e Katherine (Kate Dickie) serem expulsos de uma aldeia católica por conta de divergências religiosas, vão morar com seus filhos na selva próxima dali, mas as coisas não andam bem como esperavam: após Samuel, o filho mais novo e ainda bebê desaparecer misteriosamente, um clima pesado adorna a casa e acontecimentos estranhos ameaçam a família.

Antes de mais nada, é preciso dizer que são poucos erros no longa de Robert Eggers. Talvez o mais gritante deles — apesar do final bastante explícito que não condiz com o resto da trama em aberto —, seja o tempo. O filme, com apenas uma hora e vinte minutos de tela, chega a se apressar, levando o núcleo de personagens diretamente à "ação". A bruxa também aparece logo no início, tirando uma das vantagens do longa sobre o público, que seria o medo do desconhecido.

Por outro lado, Eggers consegue compensar o pouco tempo que tem, deixando claro que mais seria desnecessário. Invertendo o que a maioria dos filmes de terror costumam mostrar, como o Exorcista ou até mesmo Invocação do Mal, onde apresentam o bem estar e o convívio da família até o elemento terror entrar em ação, Robert joga a família diretamente para o sobrenatural, e trabalha toda a sua relação durante o clima de terror bastante perceptível, não poupando o macabro, e isso funciona muito bem — mesmo a trama se tornando lenta e arrastada em alguns momentos.

A bruxa pode aparecer no início, talvez tirando o fator medo do desconhecido, mas essa rápida aparição traz consigo o fator suspense. Ao longo que a trama vai crescendo, começamos a desconfiar de todos os familiares, pois é neles que o fator terror é centrado: as canções e encenações macabras dos gêmeos; a severidade do pai; os acontecimentos que giram em torno de Thomasin (Anya Taylor Joy), fazendo um terror no qual não tememos monstros, mas sim os próprios humanos, e deixando bem claro aqui que a bruxa que aparece no início não é o centro de atenção do longa.

Outro fator positivo é o "o quê". Mesmo com a revelação da bruxa, desconfiança cresce dentro da família, deixando muito sugestivo e aberto o que a perturba: mais ou menos a mesma técnica usada em Exorcista, onde não temos certeza se fora o tabuleiro de Ouija que possuíra Regan ou o demônio que o padre Merrin vinha investigando. Toda essa atmosfera contribui para que fiquemos à par do filme, tentando ligar todos os pontos até o grand finalle.

Cresce também a atmosfera de terror nos cenários e em animais. Os bosques, a casa, a fazenda, o coelho que aparece em algumas cenas e o bode misterioso, que acabam se tornando o desconhecido que tememos, por conta de seus respectivos acontecimentos.

Atores, como resto da trama, são impecáveis. Anya Taylor Joy e Harvey (Caleb), voltam a provar que as crianças hollywoodianas têm talento. Kate Dickie e Ralph Ineson fazem o bastante e contribuem para a instigação do público quanto ao filme.

E, fazendo novamente o inverso de filmes de terror, nos quais tratam da falta de fé e como tal é importante em acontecimentos como estes, Eggers faz exatamente ao contrário: ele trata como o excesso de fé pode chegar a nos cegar em assuntos importantes, e a época na qual o filme é sitiada contribui para a mensagem: a Inglaterra Cristã, onde qualquer fato era associado à fé, ou a falta desta.

A Bruxa, definitivamente, se torna o melhor filme de terror do ano — clássico, só o tempo irá dizer. Cercado de simbolismo tanto religioso e miticismo, Robert mescla bons elementos e constrói um bom terror. Não espere bons sustos, mas com certeza ao acabar de ver você vai sair com os acontecimentos martelando na cabeça — o bom é velho terror psicológico.

Nota: 9/10
Raphael
Raphael

2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de julho de 2016
Realmente me surpreendi. Assisti o filme sem ter lido nada sobre ele e esperava ver mais uma pilha de clichês. No decorrer do filme você começa a perceber que está vendo algo diferenciado. O fanatismo e a ignorância dos personagens são angustiantes. Chega um ponto que você tem as mesmas dúvidas e confusões dos fatos que os personagens.
Jéssica M.
Jéssica M.

4 seguidores 18 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 14 de julho de 2016
Se você esperar terror ,esse filme não é indicado.A história se perde muito no filme,e há algumas partes de suspense,mais nada de mais,você acha que vai acontecer alguma coisa ,mas nada acontece..muito ruim..Esperava mais do filme ,já que teve uma nota razoável.
Lucas H.
Lucas H.

2 seguidores 21 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de julho de 2016
É um filme bom, um terror diferente mais para psicólogico, tem que estar atendo nas cenas e nas falas dos autores para compreender um pouco o que se passa, na minha opinião esse filme tem a nota 6,5.
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 3 de julho de 2016
Como é bom ver um filme de terror desse nível, construção de roteiro a lá Roman Polanski e Alfred Hitchcock, guardadas as devidas proporções, a construção psicológica é ótima, as atuações são ótimas, a trilha sonora é perfeita, a fotografia é linda e o clima de tensão é sensacional, muito obrigado por um filme de terror deste nível, e por não fazer um filme de terror seguindo a receitinha de bolo, e sim um filme lindo, complexo e subjetivo, assim como é o terror, a tempos eu não assistia um assim, pra quem tem o mínimo gosto pelo gênero, a bruxa é uma obrigação assistir.

Muito curioso pelos próximos trabalhos de Robert Eggers.
Alvaro S.
Alvaro S.

2.259 seguidores 349 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de junho de 2016
Verdade seja dita, eu só arrisco ver um filme de terror quando ele é ovacionado pela crítica, mas eu devia parar de vez com essa mania.
A trama conta a história de uma família super cristã da Nova Inglaterra, na década de 1630, assolada e devastada pelas forças da feitiçaria, magia negra e satanismo. Um a um, os membros vão sucumbindo até o final macabro e perverso.
As coisas vão acontecendo lentamente, mais como um mistério e suspense, que exatamente um filme de terror, até o final sugerir, ao invés de mostrar, como a maldade age na surdina. O roteiro se justifica de forma inquietante e perturbadora e aí já é tarde demais.
Eu dormi mal depois de assistir a essa obra. Rezava o tempo todo e ao fechar os olhos obrigava meu cérebro a pensar em coisas cotidianas e alegres.
Curiosidade. O produtor brasileiro Rodrigo Teixeira, assina a produção do longo através de sua produtora RT Features.
Nota do público: 6.8 (IMDB)
Nota dos críticos: 91%(Rotten Tomatoes)
Bilheterias
EUA - $25 milhões
Mundo - $39 milhões*
*e contando
Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
Enio
Enio

10 seguidores 63 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 21 de junho de 2016
PSEUDO CRÍTICA RELIGIOSA

Em seus primeiros minutos, o filme cria uma expectativa de suspense, do qual na verdade se revela em um drama familiar religioso (repetitivo e chato) contextualizado no século XVII. Fica a impressão de que o estreante diretor tentou fazer um terror psicológico, do qual não chegou nem perto. Muito incompetente!
Victor M.
Victor M.

10 seguidores 42 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 19 de junho de 2016
Filme tinha tudo para dar certo, uma fotografia impecável, uma boa historia para desenvolver mais pecou com um diretor iniciante que não soube passar o filme para a tela, o filme é sem nexo, e sem um fim, totalmente sem sentido.
Jônathas A.
Jônathas A.

20 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de junho de 2016
A história se passa na América Inglesa, num contexto em que o puritanismo e a religiosidade extremos guiam a vida do homem médio. Basicamente, uma família é expulsa de um aldeamento religioso, por motivos ignorados no longa, e passa a viver num casebre à beira duma grande floresta. E é nesse contexto de exclusão social que a história se desenrola. O enredo brinca com o temor exagerado do mal, a hipocrisia religiosa e os conflitos familiares que surgem. spoiler: E sobre o fim, que posso dizer? Foi como deveria ser! A história se encerra, e bem, inclusive. Virar bruxa de fato, ir aos céus, é uma situação perfeitamente comparável à da mulher num contexto de negação de direitos.
A conquista de reconhecimento, de humanidade, de posso e orgulho do próprio corpo. O filme é repleto dum ar sombrio, envolvente, com cores escuras. Assistam e não se arrependerão.
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