O filme não é um terror como já estamos acostumados. Antigamente se via mais filmes com esse tipo de horror. O filme possui uma ótima direção, com ótimas fotografia e som, mas não possui jumpscares ou um terror tão presente. Pra mim o filme explora o horror que existe dentro da família e todos os seus problemas. O filme é um pouco cansativo no geral, mas é um bom filme para os cinéfilos mais fervorosos. Pra um cinéfilo casual não acho que seja um filme tão bom.
horrível primeiro cade o terror ? outro que filme mais sem graça atuações perfeitas mais o filmes péssimo um dos piores que já vi filme mau pensado cenas que vc acha que vai acontecer algo terrível mas não acontece nada ta mais pra suspense.
Existem filmes de terror e existe A Bruxa. Aqueles famosos jumpscare, portas se fechando sozinha, cadeiras se mexendo, garotinhas possuídas, vários sustos durante toda a sequência, não existem em A Bruxa (filmes esses que pra mim já estão muito desgastados nos cinemas de hoje em dia). A Bruxa é 8 ou 80, ou você gosta ou você odeia, tem aqueles que conseguem similar o tipo de terror que está sendo apresentado ali e tem aqueles que vão criticar até a morte, porque como o filme leva no titulo terror esperavam-se sustos, aparições de demônios e tudo mais que encontramos em qualquer filme básico de terror moderno.
O Longa é voltado para um terror psicológico, uma ansiedade e curiosidade cada vez mais intensa, um filme clássico de terror e não aos que estamos acostumados hoje em dia. O filme é sim muito arrastado, tem suas partes monótonas, você espera que aconteça algo quando na verdade não acontece nada, aí que você se prende à trama e se encoraja a saber até que ponto podemos ir.
A Bruxa é um filme baseado em contos e relatos reais sobre bruxas, investigações e crendices, todo universo escuro e sombrio que ilustram livros está presente no longa. A crença pode ser considerada como uma figura real que realmente exista e que muitos acreditam ou simplesmente uma metáfora que a sociedade acredita e persegue a anos.
Inglaterra, década de1630, uma família levam suas vidas cristã em uma sociedade totalmente religiosa, naquela época a fé e a crença da sociedade era algo muito forte e imperdoável qualquer desvio dela. A família tem um desvio da fé e dessa forma o casal e todos seus filhos são expulso da comunidade e são obrigados a morarem em uma floresta, quando começam acontecer fatos que vão mexer muito com a mente e a fé de cada um ali. O diretor Robert Eggers dirigia seu primeiro filme e já foi muito ousado ao misturar crenças religiosas com misticismo. Como já destaquei o filme não é um terror que todos querem vê, não existem sustos, o filme é voltado para o terror nas mentes das pessoas ali envolvidas, elas acreditavam que tudo que acontecia era castigo e que eles tinham que aceitar e pagar o que estava sendo imposto.
Dentro do elenco composto por Ralph Ineson (William), Kate Dickie (Katherine) entre outros, temos a jovem Anya Taylor-Joy, muito competente por sinal e dá um show no filme e consegue cativar toda atenção na trama, principalmente nas partes que antecedem o final (além de muito bela, ela é muito talentosa, vai longe essa garota).
Portanto se você busca um filme de terror tradicional e espera todos os requisitos que se destacam nos filmes de terror da atualidade, nem perca seu tempo, porque você vai assistir e depois vai criticar o filme até a ultima cena, agora se você pretende se desprender desses filmes de terror atuais e buscar um terror mais psicológico com um drama de suspense oculto este é o filme pra você.
Sem titubear este é um dos melhores filmes de terror que eu já vi, e olha que não sou fã do gênero. Este longa é totalmente diferente dos filmes de terror que estamos acostumados a assistir, neste não vamos ficar levando sustos a todo instante, onde fica se jogando coisas na tela com um fundo sonoro a uma altura muito elevada. Neste longa o que assusta mesmo é a história e as cenas do filme. No elenco todos são caras novas, e todos se saem muito bem, mostrando que não precisa de atores caros e conhecidos para se fazer um bom filme. Destaque para os mais jovens que mostram potencial e que provam que tem futuro pela frente na sétima arte. Assim como muitos do elenco, o diretor também faz sua estreia no cinema, e mostra que tem potencial e competência. A trilha sonora do filme é muito boa, sons de suspense nos momentos certos, e o silêncio também é muito bem aproveitado. A fotografia é fantástica, apesar do dia ser sempre nublado e cinzento. Ao final vemos um filme de terror que foge de todos os padrões desses de hoje em dia, onde a história em si já é assustadora e a bruxaria e a visão que se tem do demônio é totalmente diferente, o que eu ainda não tinha visto. Muito bom filme.
Cara, eu gostei. Não é um filme pra dar sustos que a galera procura num filme de terror. As musicas são assustadoras, gostei mt disso. No final, eu fiquei (?) mas dps eu pesquisei e vi que a menina queria muito a liberdade onde naquela família "não tinha" por causa da religiosidade extrema. Recomendo muito.
que filme horroroso, meu pai. é o pior filme de suspense que eu já vi, terror?? nunca tá mais pra comédia. vi a nota era boa do site e dá imprensa e resolvi ver, até agora estou revoltado por não ter acreditado em alguns depoimentos, achei que eles poderiam estar equivocados! assista essa porcaria e se arrependerá ou vai amar pq existe doido pra tudo.
Fotografia muito bonita que ajuda a construir a atmosfera do filme, ótimas atuações (destaque para Ralph Ineson). O filme é muito bonito tem boas atuações mas não entrega o terror, nem o clichê com "jump scares", nem o psicológico que tanto promete, você passa o filme todo com a sensação de que a qualquer momento você vai ficar assustado, mas o filme acaba e nada aconteceu. Quero destacar duas cenas: spoiler: 1 A mãe tendo o seio sendo comido pelo corvo e ao mesmo tempo todo o terror acontecendo fora da casa, o riso histérico, de fato foi o grande momento do filme.
2 O final RIDÍCULO que é completamente destonante do resto do filme.
Este terror faz jus a produções clássicas como O Exorcista (Friedkin, 1973), inovadoras como A Bluxa de Blair (Myrick, Sánchez, 1999) e instigantes como A Vila (Shyamalan, 2004), sem apelar inteiramente para nenhum desses três formatos. Conta uma lenda/conto antigo inglês e leva ao pé da letra muitas passagens, embora em todas elas haja a tal licença poética e o ponto de vista dos seus personagens, permitindo um verdadeiro jogo de interpretação para os que estiverem curiosos apenas pela sua história.
A bruxa com certeza é melhor filme do genêro terror de 2016. As ataução são profundas e marcantes, principalmente a da atriz Anya Taylor-Joy, que se tornou a revelação de 2016 sem sombras de dúvidas! O elenco é forte e consistente em suas atuações. A direção é presente em cada cena. A trilha sonora é fundamental para a formação de um clima sombrio. A fotografia é impecavel. Toda a direção de arte sensacionalmente brilhante! O roteiro afeta o psicológico do telespectador enquanto junta terror e drama. Contudo, A bruxa foi a melhor surpresa de 2016 em todos os sentidos.
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