A Bruxa
Média
3,3
1805 notas

280 Críticas do usuário

5
54 críticas
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Andrei Andrade
Andrei Andrade

10 seguidores 59 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de abril de 2016
Muito bom... Um filme incômodo e perturbador, porém pode desagradar os fãs dessas baboseiras que andam produzindo ultimamente com o rótulo de terror ...
SilméiaVieira
SilméiaVieira

6 seguidores 55 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de abril de 2020
O que mais impressiona em A Bruxa é a fotografia. O cenário isolado, sombrio e arcaico combina com a história dramática e assustadora do filme. A trilha sonora também é ótima e me fez ficar com medo em alguns momentos. Algumas cenas são muito perturbadoras, não vou descrevê-las para não dar spoiler.
Contudo este filme não passa uma boa mensagem ao espectador. O mesmo quer mostrar indiretamente que Deus não ajuda o homem, que não adianta as pessoas se esforçarem para serví-lo, pois Ele não atende as suas orações. E que o Mal é melhor do que o Bem. Quem anda no caminho certo vai morrer, quem é "esperto" e se uno ao Mal vai ser feliz. Mas isso é mentira! O demônio tem como único objetivo destruir o homem, e é iludindo-o que ele consegue este fim.
Fabi Botelho
Fabi Botelho

1 seguidor 74 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de outubro de 2025
Um filme mediano. Não é muito bom, história mais ou menos, porém não é de todo ruim, tem filmes piores.
Lucas Alcântara
Lucas Alcântara

14 seguidores 49 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 20 de julho de 2016
A Bruxa, filme de terror psicológico dirigido por Robert Eggers chega prometendo e consegue cumprir.

Após o casal William (Ralph Ineson) e Katherine (Kate Dickie) serem expulsos de uma aldeia católica por conta de divergências religiosas, vão morar com seus filhos na selva próxima dali, mas as coisas não andam bem como esperavam: após Samuel, o filho mais novo e ainda bebê desaparecer misteriosamente, um clima pesado adorna a casa e acontecimentos estranhos ameaçam a família.

Antes de mais nada, é preciso dizer que são poucos erros no longa de Robert Eggers. Talvez o mais gritante deles — apesar do final bastante explícito que não condiz com o resto da trama em aberto —, seja o tempo. O filme, com apenas uma hora e vinte minutos de tela, chega a se apressar, levando o núcleo de personagens diretamente à "ação". A bruxa também aparece logo no início, tirando uma das vantagens do longa sobre o público, que seria o medo do desconhecido.

Por outro lado, Eggers consegue compensar o pouco tempo que tem, deixando claro que mais seria desnecessário. Invertendo o que a maioria dos filmes de terror costumam mostrar, como o Exorcista ou até mesmo Invocação do Mal, onde apresentam o bem estar e o convívio da família até o elemento terror entrar em ação, Robert joga a família diretamente para o sobrenatural, e trabalha toda a sua relação durante o clima de terror bastante perceptível, não poupando o macabro, e isso funciona muito bem — mesmo a trama se tornando lenta e arrastada em alguns momentos.

A bruxa pode aparecer no início, talvez tirando o fator medo do desconhecido, mas essa rápida aparição traz consigo o fator suspense. Ao longo que a trama vai crescendo, começamos a desconfiar de todos os familiares, pois é neles que o fator terror é centrado: as canções e encenações macabras dos gêmeos; a severidade do pai; os acontecimentos que giram em torno de Thomasin (Anya Taylor Joy), fazendo um terror no qual não tememos monstros, mas sim os próprios humanos, e deixando bem claro aqui que a bruxa que aparece no início não é o centro de atenção do longa.

Outro fator positivo é o "o quê". Mesmo com a revelação da bruxa, desconfiança cresce dentro da família, deixando muito sugestivo e aberto o que a perturba: mais ou menos a mesma técnica usada em Exorcista, onde não temos certeza se fora o tabuleiro de Ouija que possuíra Regan ou o demônio que o padre Merrin vinha investigando. Toda essa atmosfera contribui para que fiquemos à par do filme, tentando ligar todos os pontos até o grand finalle.

Cresce também a atmosfera de terror nos cenários e em animais. Os bosques, a casa, a fazenda, o coelho que aparece em algumas cenas e o bode misterioso, que acabam se tornando o desconhecido que tememos, por conta de seus respectivos acontecimentos.

Atores, como resto da trama, são impecáveis. Anya Taylor Joy e Harvey (Caleb), voltam a provar que as crianças hollywoodianas têm talento. Kate Dickie e Ralph Ineson fazem o bastante e contribuem para a instigação do público quanto ao filme.

E, fazendo novamente o inverso de filmes de terror, nos quais tratam da falta de fé e como tal é importante em acontecimentos como estes, Eggers faz exatamente ao contrário: ele trata como o excesso de fé pode chegar a nos cegar em assuntos importantes, e a época na qual o filme é sitiada contribui para a mensagem: a Inglaterra Cristã, onde qualquer fato era associado à fé, ou a falta desta.

A Bruxa, definitivamente, se torna o melhor filme de terror do ano — clássico, só o tempo irá dizer. Cercado de simbolismo tanto religioso e miticismo, Robert mescla bons elementos e constrói um bom terror. Não espere bons sustos, mas com certeza ao acabar de ver você vai sair com os acontecimentos martelando na cabeça — o bom é velho terror psicológico.

Nota: 9/10
Iracema J
Iracema J

9 seguidores 48 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de março de 2016
Bem que dizem que gosto é muito subjetivo. Se fosse me guiar pelas críticas dos usuários teria perdido um dos melhores filmes de horror dos últimos tempos. Uma pequena obra prima. Não é difícil avaliar o porque desse filme ter feito mais sucesso com a crítica especializada que com a maioria do público- pelo menos daqui do adoro cinema. O filme a bruxa se trata de um filme denso, atmosférico, histórico e artístico como poucos, talvez uma das exceções seja para Garota sombria caminha pela noite. O horror que esse filme causa vai muito além do simples efeito de sustos fáceis e perseguição de maníaco homicida para dizer, ohhhhhh que susto, ohhhhh que medo! O filme é tão perfeito e tão fiel aos fatos históricos que na cena em que a família puritana se desloca da colônia após serem excomungados aparecem nativos indígenas americanos caminhando no portão. O diretor Robert Eggers é tão detalhista que mais lembra um virginiano limpando uma casa e seu projeto só teve pleno funcionamento graças a liberdade do produtor Rodrigo Teixeira que deixou-o a vontade para tocar seu projeto. Os irmãos lembram um pouco João e Maria na floresta e a cena em que a irmã vai ser deixada de lado só enfatiza que o roteiro foi feito com base na própria vivência do autor- Eggers dirigiu Hansel and Gretel em 2007. Além disso, ele se baseou em documentos da época para compor sua história místico-ocultista e a realidade daquilo que os puritanos baseado em suas crendices e histerísmo coletivo fizeram em Salem um tempo mais tarde. Verdade ou simbolismo? Loucura ou realidade dos personagens? Culpa? Pecado? O que fazer quando o mal domina? Esse Barroco, numa produção pontuada por uma trilha sonora com tom que parece binaural e fotografia dessaturada só valorizam o roteiro e as interpretações que atingem um verdadeiro clímax. Um filme inesquecível que fica martelando após a projeção. Obra prima! Uma verdadeira jóia em meio a tanta porcaria lançada.
Andiroba da Amazônia
Andiroba da Amazônia

6 seguidores 47 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de agosto de 2020
Com jeitão de filme alternativo e de baixo orçamento a trama se desenvolve sobre a saga de uma família de pioneiros ingleses que vai ocupar o interior, ou o oeste em direção à costa do oceano pacífico americano, reunindo relatos de processos que ocorreram de fato e estão registrados nos tribunais, o que, ao mesmo tempo que oferece um sentido diferente ao filme deixa vários pontos sem explicação e são esses fios desencapados que enfraquecem a narrativa, parecendo uma colcha de retalhos sobre o sentido da bruxaria na visão dos puritanos ingleses. Roteiro enxuto e com imagens de paisagens montanhosas de extrema beleza e sensibilidade, embora se observe algum comprometimento na montagem com um certo exagero psicodélico. Excelente entretenimento para uma produção com pouca expectativa e sem pretensão. Direção muito profissional que supera as falhas de roteiro e o baixo orçamento.
Victor M.
Victor M.

10 seguidores 42 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 19 de junho de 2016
Filme tinha tudo para dar certo, uma fotografia impecável, uma boa historia para desenvolver mais pecou com um diretor iniciante que não soube passar o filme para a tela, o filme é sem nexo, e sem um fim, totalmente sem sentido.
Gustavo B.
Gustavo B.

7 seguidores 39 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de março de 2016
Um bom filme! mais drama que terror, um filme pra quem tem um pouco de conhecimento da bíblia fica com aquele sensação ruim de medo, posso estar enganado mas o filme e uma historia de provação de uma família para servir o Demonio, posso estar viajando mas vi muita coisa! spoiler: pra mim o jovem caleb teve uma provação de luxuria com sua irmã e resistiu recebeu provação do demonio e resistiu e em sua morte expulsa o demonio do seu corpo em forma de maça e vai de encontro a deus. as crianças por ainda serem inocentes foram apenas mortas pelo demonio, o pai foi morto por ja ser um pecador orgulho e vaidade, mentiu sobre o calice sobre a floresta e deixou a filha ser culpada alem de ser orgulhoso e nao querer voltar para o vilarejo, a mãe era avareza tanto que o demonio tenta a seduzir com o calice da familia dela e os filhos para ela assinar ela acaba ignorando e morrendo no dia seguinte, ja a afilha ja a filha era ira de tomar culpa de tudo que vinha acontecendo no final acaba deixando se levar pelo demonio
a unica coisa que nao ficou muito claro foi o coelho que ate penso que seria deus mas sei la posso ta viajando.
Dalter L
Dalter L

4 seguidores 36 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 1 de maio de 2019
Consegui assistir 6 minutos... depois comecei a me perguntar "porque assisto essa porcaria?"...........................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................
Victor C
Victor C

4 seguidores 33 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de março de 2020
Ótimo filme! Apesar de não ter o final desejado. Um suspense muito mais psicológico do que de tirar o fôlego. Atuações impecáveis se juntam numa trama completamente improvável. Vale muito a pena assistir.
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