A Bruxa
Média
3,3
1805 notas

280 Críticas do usuário

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54 críticas
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Carlos Henrique S.
Carlos Henrique S.

13.791 seguidores 809 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de dezembro de 2018
Uma das surpresas dos últimos anos esse filme é bastante atmosférico e macabro e apresenta um bom nome no meio de atuação se trata de Harvey Scrimshaw. Ambientado na Nova Inglaterra de 1630,o filme conta com um trabalho de produção espetacular ambientação e figurinos de destaque,além de uma fotografia fria cinzenta,crua e depressiva que ajuda na questão atmosférica,a trilha sonora é sensacional é apavorante e te deixa com medo.O filme é dirigido e escrito por Robert Eggers que tem uma direção acertada,ele consegue passar uma inquietaria muito grande e engajar cenas macabras e sombrias,além de ter um bom trabalho de câmera.O elenco é excepcional,Ralph Ineson e Kate Dickie são pais extremamente religiosos e são bem rígidos em tal questão.Harvey Scrimshaw tem uma atuação de destaque e pode ser um bom nome para filmes futuros,mas a mais fantástica é a Anya Taylor-Joy que certamente tem grande futuro em Hollywood,ela é inocente mais ao mesmo tempo passa uma maliciosidade muito boa.A bruxa certamente é uma das maiores surpresas do últimos anos,é atmosférico tem grandes atuações e é perturbador apesar de se bastante arrastado,só não foi melhor por causa do final que decepcionou bastante.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de abril de 2016
Um bom filme. Mas não para quem espera um filme de terror. É mais um horror psicológico. Filme tenso, estranho e absurdo. Dá mesmo um mal estar... mas não chega a ser terror não.
Felipe F.
Felipe F.

3.725 seguidores 758 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de janeiro de 2017
Sem titubear este é um dos melhores filmes de terror que eu já vi, e olha que não sou fã do gênero. Este longa é totalmente diferente dos filmes de terror que estamos acostumados a assistir, neste não vamos ficar levando sustos a todo instante, onde fica se jogando coisas na tela com um fundo sonoro a uma altura muito elevada. Neste longa o que assusta mesmo é a história e as cenas do filme.
No elenco todos são caras novas, e todos se saem muito bem, mostrando que não precisa de atores caros e conhecidos para se fazer um bom filme. Destaque para os mais jovens que mostram potencial e que provam que tem futuro pela frente na sétima arte.
Assim como muitos do elenco, o diretor também faz sua estreia no cinema, e mostra que tem potencial e competência.
A trilha sonora do filme é muito boa, sons de suspense nos momentos certos, e o silêncio também é muito bem aproveitado.
A fotografia é fantástica, apesar do dia ser sempre nublado e cinzento.
Ao final vemos um filme de terror que foge de todos os padrões desses de hoje em dia, onde a história em si já é assustadora e a bruxaria e a visão que se tem do demônio é totalmente diferente, o que eu ainda não tinha visto. Muito bom filme.
Alvaro S.
Alvaro S.

2.259 seguidores 349 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de junho de 2016
Verdade seja dita, eu só arrisco ver um filme de terror quando ele é ovacionado pela crítica, mas eu devia parar de vez com essa mania.
A trama conta a história de uma família super cristã da Nova Inglaterra, na década de 1630, assolada e devastada pelas forças da feitiçaria, magia negra e satanismo. Um a um, os membros vão sucumbindo até o final macabro e perverso.
As coisas vão acontecendo lentamente, mais como um mistério e suspense, que exatamente um filme de terror, até o final sugerir, ao invés de mostrar, como a maldade age na surdina. O roteiro se justifica de forma inquietante e perturbadora e aí já é tarde demais.
Eu dormi mal depois de assistir a essa obra. Rezava o tempo todo e ao fechar os olhos obrigava meu cérebro a pensar em coisas cotidianas e alegres.
Curiosidade. O produtor brasileiro Rodrigo Teixeira, assina a produção do longo através de sua produtora RT Features.
Nota do público: 6.8 (IMDB)
Nota dos críticos: 91%(Rotten Tomatoes)
Bilheterias
EUA - $25 milhões
Mundo - $39 milhões*
*e contando
Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 5 de maio de 2019
A24 novamente nadando contra a corrente, dando espaço para realizadores autorais e surpreendendo com mais um filme corajoso e original. A Bruxa é uma alegoria genial da soma de todos os medos que formam a sociedade americana, suas idiossincrasias hipócritas, sua moralidade imoral, seu pseudo puritanismo. Realmente não é um filme para qualquer um, se fosse, seria qualquer coisa, como os filminhos de terror rasteiros que as massas acéfalas que caracterizam o público médio estão habituadas, por isso rejeitaram este filme, afinal, pessoas ignorantes atacam o que não entendem. Satisfeito por ainda ter espaço para se fazer filmes de terror como este, que realmente compreendem a natureza de seu gênero, e não se resumem a sustos vazios, que tenham realmente algo a dizer. Faz parte dessa nova leva do ''horror social'' que tomou o cinema independente nos últimos anos. Taylor Joy em uma atuação notável no filme que a revelou, realmente um achado formidável. A fotografia escura, entre outros pequenos problemas, atrapalha, mas nada grave, o resultado continua sendo muito acima da média dos filmes de terror/thriller sobrenatural de hoje em dia. Grande filme!
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 3 de julho de 2016
Como é bom ver um filme de terror desse nível, construção de roteiro a lá Roman Polanski e Alfred Hitchcock, guardadas as devidas proporções, a construção psicológica é ótima, as atuações são ótimas, a trilha sonora é perfeita, a fotografia é linda e o clima de tensão é sensacional, muito obrigado por um filme de terror deste nível, e por não fazer um filme de terror seguindo a receitinha de bolo, e sim um filme lindo, complexo e subjetivo, assim como é o terror, a tempos eu não assistia um assim, pra quem tem o mínimo gosto pelo gênero, a bruxa é uma obrigação assistir.

Muito curioso pelos próximos trabalhos de Robert Eggers.
Júnior S.
Júnior S.

1.193 seguidores 269 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de novembro de 2016
Vai se tornar clássico, como muitos afirmam, é um filme único, com excelente construção de atmosfera, cenas perturbadoras e história inteligente, que lida com temas como culpa e religião. A reconstrução de época é impecável. A atmosfera (ponto decisivo em um grande filme de terror/suspense) é pouco menos do que fenomenal. O elenco é abarrotado de crianças, o que naturalmente causa mais tensão. Os diálogos são pontuais, limitados e muitas vezes narrados, com falas arrastadas. Ênfase na atriz Anya Taylor-Joy que vive Thomasin, extraordinária vivenciando uma vítima do medo, concedendo meiguice e delicadeza a sua personagem. É nela que o filme concentra. Peca pelo começo meio truncado, mas o saldo final é extremamente positivo. Ótimo!
Crismika
Crismika

1.192 seguidores 510 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 18 de janeiro de 2021
Realmente muito bom ver um filme na linha de terror psicológico que prende e te faz pensar, num roteiro muito bem amarrado, realmente vale a pena conferir e não perder um filme tão BOM nessa linha. Grandes sustes, suspense psicológico, enfim te prende do começo ao fim. RECOMENDO A TODOS QUE TEM CORAGEM.
Carlos Castro
Carlos Castro

989 seguidores 343 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de abril de 2019
Com o Google, pra tudo hoje em dia existe uma explicação, um motivo. Mas no passado, precisamente no século XV, o conhecimento não era democrático e as explicações para fenômenos não conhecidos eram sempre atribuídas a Deus, ao Diabo e ao sobrenatural.
Inserido neste contexto de ignorância, ambientado em uma fotografia inóspita e uma trilha sonora horripilante, A Bruxa cria uma atmosfera inquietante e misteriosa, tornando o espectador tão impotente quanto os personagens sobre o que pode acontecer em uma floresta escura, abandonada e afastada. A direção de arte, precisa em retratar a época, muito contribui para essa imersão temporal.
O elemento bruxa, tão fantástico e ao mesmo tempo real, é tratado com a mesma ambiguidade. Pouco se mostra sobre ela é em suas aparições, nunca se confirma pelo roteiro se o que está acontecendo é real. No fim, o que acaba com a família não é a bruxa, e sim sua imaginação.
O final quebra um pouco dessa sugestão, em uma tentativa de ser perturbador, mas esse efeito poderia ser muito mais intenso deixando que o espectador trace o destino da personagem.
Não há convenções de gênero e o uso descontrolado de imagens impactantes. Elas são usadas para causar desconforto, porém sempre de maneira dosada e consciente e o medo e tensão que o filme quer causar provém de sua imprevisibilidade, e isso é o maior trunfo da Bruxa.
Ryan
Ryan

474 seguidores 337 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de outubro de 2018
Como muitos disseram esse não é um filme de terror daqueles que vemos a mesma receita sempre, ele poderia ser mais empolgante ou aterrorizante, mas o sentimento é outro, como uma angústia e algo similar a um sofrimento empático quando vemos uma excelente atuação dos personagens.
A fotografia é bonita, vale a pena assistir uma vez mas infelizmente ele não tem uma história paralela animadora ou um final surpreendente, o que não trás magia ao filme e isso talvez seja difícil de engolir já que estamos cada vez mais (mal) acostumados.
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