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Um visitante
2,0
Enviada em 10 de maio de 2016
>Filme assistido em 10 de Maio de 2016 >Nota 4/10
Desde a primeira notícia que vi sobre "A Bruxa",me empolguei bastante para assistir.Até pensei que se tratava de um novo formato do terror que há décadas sofria uma carência de um longa exemplar.O que me deixou ainda mais animado foi ver a declaração de Stephen King sobre o filme de Robert Eggers:''Assustou pra caramba"...
Infelizmente,"A Bruxa" não é tudo isso.Tem algumas boas cenas,que realmente causaram medo,ligado a uma trilha sonora apavorante,e uma fotografia belíssima.Já que a história se passa na Nova Inglaterra de 1630.
Os personagens são a fonte de ânimo da trama.Temos um elenco competente,principalmente a dupla infantil,Thomasin e Caleb.Ficamos preso a história dos dois.Algo misterioso os cerca.Mesmo sendo irmãos,há uma certa tensão sexual a cada cena que os dois contracenam juntos.
Com cada vez mais clichês do terror, está difícil produzir bons filmes do gênero, pelo fato de que o terror tem seus conceitos bem definidos. A Bruxa chega para cumprir seu papel de excelência no gênero e se junta a Invocação do Mal, Corrente do Mal, A Colina Escarlate e etc, na lista dos poucos bons filmes de terror da atualidade.
Como muitos disseram esse não é um filme de terror daqueles que vemos a mesma receita sempre, ele poderia ser mais empolgante ou aterrorizante, mas o sentimento é outro, como uma angústia e algo similar a um sofrimento empático quando vemos uma excelente atuação dos personagens. A fotografia é bonita, vale a pena assistir uma vez mas infelizmente ele não tem uma história paralela animadora ou um final surpreendente, o que não trás magia ao filme e isso talvez seja difícil de engolir já que estamos cada vez mais (mal) acostumados.
Um filme psicologicamente incrível. Com certeza não é para o público em geral, não vá ao cinema esperando sustos, porque não é assim que esse terror funciona. Em minha opinião esse é um dos melhores filmes do gênero. Fazia tempo que não tinha uma experiência tão interessante como essa que tive. A história é realmente fraca e cansativa. Porém a forma como ela é contada é instigante e medonha. O filme é tecnicamente perfeito, em tudo, o elenco é um dos melhores, merece sem dúvidas muitos prêmios. Que performances fantásticas, de todos! A fotografia e linda, e a trilha sonora é o ponto mais positivo do filme, que incrível. Minha cabeça realmente ficou no filme. Gostei muito mesmo. Infelizmente nem todos vão apreciar. A maioria que estava comigo no cinema não aprovou. Foram preparados para levar sustos. Esse é um terror inteligente. Merece ser visto por todos os cinéfilos e verdadeiros fãns do gênero terror.
Otimo filme com seu conteúdo tanto como enredo, historia, e sua abordagem em assuntos espirituais muito forte. Recomendo entender um pouco historicamente sobre o assunto para que assim entenda aquilo que o filme quer passar.
O filme foi envolto em um truque de marketing gigantesco , levando multidões para conferir e foi este o erro . Não é uma obra popular de terror, é algo inteligente, sensível e bem próximo do real. A direção de Robert Eggers, sendo o seu terceiro longa, foi excepcional. A fotografia é densa e de tirar o fôlego. Lembra muito dos contos de terror que nossos avós contavam e sobre como as pessoas tornavam-se bruxas em tempos medievais. Não combina com as salas de cinemas, onde as pessoas não tem paciência e ficam conversando o tempo todo e não se concentram, visto que o ritmo não é nada frenético. Indico para verem em casa, apreciando com calma o enredo. Assusta e impressiona. Tem muito do folclore ligado às maldições, crenças que limitam e julgamentos instantâneos. Aconselho.
Longe de ter o propósito de ser assustador, focando num terror psicológico sem ter medo de abraçar o sobrenatural, o longa de estreia do diretor Robert Eggers, premiado em Sundance, é uma impecável e perturbadora experiência sobre o Bem e o Mal que a religião pode desencadear.
A Bruxa William (Ralph Ineson) um homem muito severo com suas orações e o julgamentos de Deus, não concorda com algumas coisas em sua comunidade e parte levando sua família para um lugar onde eles possam seguir suas regras nas leis de Deus, ele encontra um lugar próximo a floresta, Thomasin (Anya Taylor Joy) filha mais velha ao brincar com sua irmãzinha bebê, perto da floresta, algo sequestra a bebê sem ela perceber, isso destrói sua mãe Katherine (Kate Dickie) e coisas estranhas acontecem durante a noite, comportamento estranhos dos bodes, das crianças gêmeas e quando seu outro filho Caleb (Harvey Scrimshaw) desaparece na floresta as coisas ficam mais complicada ainda, William parte em busca de achar seus filhos e respostas, mas o menino aparece esquisito e meio que enfeitiçado por uma bruxa, as crenças da família vão ao extremo e acusações de bruxaria caí em cima de Thomasin, não recomendo esse filme, achei muito parado, indeciso, roteiro totalmente complicado e se perde, as únicas coisas boas são os efeitos de sonoplastia, figurino e fotografia.
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