A Bruxa
Média
3,3
1805 notas

280 Críticas do usuário

5
54 críticas
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A. E.
A. E.

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0,5
Enviada em 21 de março de 2016
Não percam seu tempo e dinheiro. O filme é uma droga, um fiasco, uma decepção! Sério, acabei de assistir e não tem UMA, isso mesmo, não tem uma só cena assustadora. O pior filme de terror que já vi desde 1990. Acabei de vir do cinema. Tinha gente pedindo o dinheiro do ingresso de volta!
André S.
André S.

40 seguidores 104 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de fevereiro de 2019
A Bruxa conta a estória de uma família à época de 'caça às bruxas', em que, todo o mal ou adversidades da vida, provinha de DEUS estar aborrecido, logo, abondanava os seres humanos a influências malignas.

O grande predicado desta obra é a imprevisibilidade da mesma, sem clichés. A construção fotográfica do ambiente, a perfeita iluminação a velas e as surpreendentes atuações do mirins e jovens atores, em que, o conjunto da obra, atrai o espectador, em um crescente suspense inteligente e instigante. Por fim, pode-se classificar um autêntico filme de terror pelo drama que se constrói. Assista até os últimos segundos.
AndréIsaque
AndréIsaque

17 seguidores 62 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 29 de março de 2016
Focado no terror psicológico, o filme trás uma proposta interessante, diferente da maioria de seu gênero, ao indicar que o mal está entre o preconceito e pensamentos da época, bem retratado pelo figurino e fotografia característica do século XVII. As atuações são convincentes e também merecem destaque. Porém esse tipo de terror não funciona em "a bruxa", e o longa se resume a um jogo de acusações e desconfiança de todos e a descoberta do verdadeiro mal é decepcionante, não compreende a expectativa. Para piorar, termina de maneira desagradável e melancólica
chagas
chagas

2 seguidores 3 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 25 de março de 2016
Diante de um debate tão caloroso sobre este filme, (ao contrário do filme: quase dormi), onde alguns dizem ser um filme "brilhante" de "terror" e outros dizem exatamente o contrário, com as mais bem elaboradas razões para lhes sustentar a opinião, me recolherei a minha insignificância de simples espectador que vai ao cinema para encontrar diversão, e direi apenas que o filme foi propagandeado como de TERROR, e isto é exatamente o que NÃO se encontra... Uma mescla inconcebível e inacreditável, nos dias atuais, de subterfúgios pueris, como o pai que deixa o filho criança mentir em sua "proteção", uma mãe que culpa a filha pelo desaparecimento de um cálice????, um casal de gêmeos que faz acordo com o diabo... Tudo isso sob um manto de religiosidade, na tentativa de justificar o males do mundo?!?!?! Só mais uma palavra definidora: RIDÍCULO.
Carlos Henrique S.
Carlos Henrique S.

13.791 seguidores 809 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de dezembro de 2018
Uma das surpresas dos últimos anos esse filme é bastante atmosférico e macabro e apresenta um bom nome no meio de atuação se trata de Harvey Scrimshaw. Ambientado na Nova Inglaterra de 1630,o filme conta com um trabalho de produção espetacular ambientação e figurinos de destaque,além de uma fotografia fria cinzenta,crua e depressiva que ajuda na questão atmosférica,a trilha sonora é sensacional é apavorante e te deixa com medo.O filme é dirigido e escrito por Robert Eggers que tem uma direção acertada,ele consegue passar uma inquietaria muito grande e engajar cenas macabras e sombrias,além de ter um bom trabalho de câmera.O elenco é excepcional,Ralph Ineson e Kate Dickie são pais extremamente religiosos e são bem rígidos em tal questão.Harvey Scrimshaw tem uma atuação de destaque e pode ser um bom nome para filmes futuros,mas a mais fantástica é a Anya Taylor-Joy que certamente tem grande futuro em Hollywood,ela é inocente mais ao mesmo tempo passa uma maliciosidade muito boa.A bruxa certamente é uma das maiores surpresas do últimos anos,é atmosférico tem grandes atuações e é perturbador apesar de se bastante arrastado,só não foi melhor por causa do final que decepcionou bastante.
Lucas Alcântara
Lucas Alcântara

14 seguidores 49 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 20 de julho de 2016
A Bruxa, filme de terror psicológico dirigido por Robert Eggers chega prometendo e consegue cumprir.

Após o casal William (Ralph Ineson) e Katherine (Kate Dickie) serem expulsos de uma aldeia católica por conta de divergências religiosas, vão morar com seus filhos na selva próxima dali, mas as coisas não andam bem como esperavam: após Samuel, o filho mais novo e ainda bebê desaparecer misteriosamente, um clima pesado adorna a casa e acontecimentos estranhos ameaçam a família.

Antes de mais nada, é preciso dizer que são poucos erros no longa de Robert Eggers. Talvez o mais gritante deles — apesar do final bastante explícito que não condiz com o resto da trama em aberto —, seja o tempo. O filme, com apenas uma hora e vinte minutos de tela, chega a se apressar, levando o núcleo de personagens diretamente à "ação". A bruxa também aparece logo no início, tirando uma das vantagens do longa sobre o público, que seria o medo do desconhecido.

Por outro lado, Eggers consegue compensar o pouco tempo que tem, deixando claro que mais seria desnecessário. Invertendo o que a maioria dos filmes de terror costumam mostrar, como o Exorcista ou até mesmo Invocação do Mal, onde apresentam o bem estar e o convívio da família até o elemento terror entrar em ação, Robert joga a família diretamente para o sobrenatural, e trabalha toda a sua relação durante o clima de terror bastante perceptível, não poupando o macabro, e isso funciona muito bem — mesmo a trama se tornando lenta e arrastada em alguns momentos.

A bruxa pode aparecer no início, talvez tirando o fator medo do desconhecido, mas essa rápida aparição traz consigo o fator suspense. Ao longo que a trama vai crescendo, começamos a desconfiar de todos os familiares, pois é neles que o fator terror é centrado: as canções e encenações macabras dos gêmeos; a severidade do pai; os acontecimentos que giram em torno de Thomasin (Anya Taylor Joy), fazendo um terror no qual não tememos monstros, mas sim os próprios humanos, e deixando bem claro aqui que a bruxa que aparece no início não é o centro de atenção do longa.

Outro fator positivo é o "o quê". Mesmo com a revelação da bruxa, desconfiança cresce dentro da família, deixando muito sugestivo e aberto o que a perturba: mais ou menos a mesma técnica usada em Exorcista, onde não temos certeza se fora o tabuleiro de Ouija que possuíra Regan ou o demônio que o padre Merrin vinha investigando. Toda essa atmosfera contribui para que fiquemos à par do filme, tentando ligar todos os pontos até o grand finalle.

Cresce também a atmosfera de terror nos cenários e em animais. Os bosques, a casa, a fazenda, o coelho que aparece em algumas cenas e o bode misterioso, que acabam se tornando o desconhecido que tememos, por conta de seus respectivos acontecimentos.

Atores, como resto da trama, são impecáveis. Anya Taylor Joy e Harvey (Caleb), voltam a provar que as crianças hollywoodianas têm talento. Kate Dickie e Ralph Ineson fazem o bastante e contribuem para a instigação do público quanto ao filme.

E, fazendo novamente o inverso de filmes de terror, nos quais tratam da falta de fé e como tal é importante em acontecimentos como estes, Eggers faz exatamente ao contrário: ele trata como o excesso de fé pode chegar a nos cegar em assuntos importantes, e a época na qual o filme é sitiada contribui para a mensagem: a Inglaterra Cristã, onde qualquer fato era associado à fé, ou a falta desta.

A Bruxa, definitivamente, se torna o melhor filme de terror do ano — clássico, só o tempo irá dizer. Cercado de simbolismo tanto religioso e miticismo, Robert mescla bons elementos e constrói um bom terror. Não espere bons sustos, mas com certeza ao acabar de ver você vai sair com os acontecimentos martelando na cabeça — o bom é velho terror psicológico.

Nota: 9/10
Pablo A
Pablo A

2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 8 de março de 2016
A fotografia e a trilha sonora são as únicas coisas que se salvam neste péssimo filme. Não é possível nem considera-lo como terror psicológico. É fraco em todos os sentidos, gostaria de receber de volta a 1 hora e 33 minutos que perdi de minha vida!
Se você dá valor ao seu dinheiro, não assista a este filme no cinema!
Jefferson C.
Jefferson C.

2 seguidores 2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 17 de setembro de 2016
Não perca seu tempo assistindo a isso. Gostaria de saber quem classificou esse filme como terror ou suspense? e outra coisa, assistir ao lado de um crítico de cinema que achou o filme bom a me dizer qual parte. horrível
Victor_2003
Victor_2003

8 seguidores 71 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de janeiro de 2019
A Bruxa é um dos filmes mais aterrorizantes já vistos. Um filme perturbador e tenebroso. Muito bom!!
Tiago P.
Tiago P.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 7 de março de 2016
Uma porcaria!! Total perda de tempo ir assistir! Filme lento, parado, sem ação nenhuma, sem trilha sonora, sem suspense!! Muito, muito fraco!! Fui em uma sessão lotada e pela primeira vez vi e ouvi um monte de gente reclamando, falando que o filme era uma b*
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