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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Chicago Sun-Times
Poucos atores no planeta conseguem trocar de engrenagem sem esforço como Chastain, que perfeitamente captura o jeito de camaleão da Molly para se adaptar às situações e racionalizar sua pior atitude.
Variety
"A Grande Jogada" entrega um dos maiores papéis femininos do cinema - um trama denso, dinâmico e compulsivamente divertido, cujo protagonismo faz um uso espetacular do talento absurdo de Chastain.
Almanaque Virtual
Como a maioria das obras do gênero biográfico, “A Grande Jogada” não traz nada de novo no que diz respeito a formato e desperta curiosidade justamente por se tratar de uma história real, mas ganha pontos por não cair na pieguice...
Ccine10
"A Grande Jogada" é um baita filme, com um dinamismo incrível e uma história eletrizante [...] De quebra, traz uma esplêndida performance de uma atriz que dispensa comentários e uma estreia brilhante de um cineasta que, a julgar por este título, tem ainda muito a oferecer ao cinema.
Cinepop
Extremamente racional, a protagonista de Chastain traça um plano e parte em busca do objetivo, com a voracidade de um predador que sabe o que quer. Molly usa de todos os artifícios que pode, incluindo a sensualidade extrema, reforçando o ditado “pode olhar, mas não tocar”.
Omelete
"Molly’s Game" é uma divertida jornada sobre sucesso e fracasso, sobre como é possível ter tudo e no instante seguinte ficar sem nada. Muito como o jogo que fez a fortuna e a desgraça de Molly Bloom, Sorkin constrói um filme sobre as possibilidades e combinações que determinam histórias de vida.
The Hollywood Reporter
É seguro afirmar que o filme contém mais narração do que qualquer outro já feito de Hollywood. [...] Sorkin entretém e faz você se inclinar para absorver todos os detalhes da sua história inusitada, que inclui um elenco incrível para ajudá-la a ser contada.
Cineplayers
Sendo um roteirista nato, fica clara a dificuldade de Sorkin com a direção, de modo a se ancorar principalmente no roteiro e depender quase que em tempo integral nas narrações em off de Molly para manter o interesse na história.
Screen International
As cenas divididas por Chastain e Elba são enormemente divertidas. Há uma qualidade engraçada, quase absurda de suas provocações irônicas. Você até deseja que elas tivessem tido mais tempo juntas. Mas há muito no segundo plano para ser explorado e muitos tolos a serem separados de seu dinheiro.
The Playlist
A caneta estilo-espada de Sorkin continua a manter o longa envolvente, sua aptidão por falas únicas e diálogos absurdamente detalhados permanece eloquentemente afinada.
Washington Post
Veloz, afiado, com estilo e espírito difícil, esse drama cativante baseado em fatos reais, sobre uma jovem mulher que em algum ponto era a dona do jogo de poker mais lucrativo do mundo, vale ser recomendado só para ver sua protagonista, Jessica Chastain, no auge de sua mais controladora e fria atuação.
Boston Globe
É tentador pensar em "A Grande Jogada" usando termos de poker: Sorkin segura a rainha, o rei e pelo menos alguns ás, mas a verdade é que ele fala demais, e no final você percebe que ele está blefando.
New York Times
É difícil não imaginar como esse filme poderia ter sido se Mr. Sorkin tivesse decidido que sua protagonista fosse uma doninha, [...] É difícil não imaginar, também, como essa história poderia ter sido se a protagonista não fosse uma mulher que, como o filme mostra, precisava de tanta proteção masculina.
Rubens Ewald
Não tinha me dado conta ainda como pode ser irritante e aborrecido um filme inteiro que tem o tempo todo uma voz narrativa em off! Ainda por cima um filme longo (duas horas e vinte de metragem como se dizia antigamente!).
Observatório do Cinema
A cada cena nas mesas de pôquer (e são várias), o longa tem a necessidade de fazer uma dezena de explicações sobre o jogo, estratégias e afins. Não são só as inúmeras falas em off que incomodam nesses momentos, mas as diversas informações visuais que surgem na tela...
Papo de Cinema
... o que de fato temos em nossa frente é um longa que provavelmente não resistirá ao escrutínio do tempo, devendo ser brevemente relegado ao esquecimento ou, em pior cenário, ao descaso após uma análise mais profunda.
The Guardian
Sorkin é fascinado por esse seu tema, hipnotizado pelos muitos detalhes de sua admitidamente impressionante vida, mas a magia que ele claramente sente não é transmitida com sucesso na tela.