Lembra um pouco Tarantino, tem uma pegada legal, visceral, contundente, se propõe a uma finalidade e entrega algo mais que mortes, entrega um massacre, cenas memoráveis, as vezes até engraçadas e por outro lado perturbadoras. Um filme que na síntese não te engana, desde o início até o último segundo prende sua atenção (e emoção) sem deixar escapar sua principal função; entreter.
Um assassino de aluguel querendo se aposentar. Porém, seu patrão quer economizar e tentará matá-lo. Um filme de vingança, com longos períodos monótonos. A direção e os atores principais também deixam a desejar. Algumas cenas inesperadas de ação tentam compensar, mas este filme de ação da Netflix é mediano.
O filme tem uma boa dramatização e segue o convencional caso de assassino querendo se aposentar da vida de crime. tudo anda bem e as claras dos motivos. porem a forma que ocorre o final e a superação do protagonista é fora do comum ate mesmo se fosse filme do rambo. e o desfecho com tentativa de surpresa e inteligencia é fraco estragando o filme. agrada os mais velhos fãs de desejo de matar.
Um dos filmes mais confusos e horríveis que já assisti. Misturar ação/suspense com comédia eu acho de um mau gosto sem precedentes. Tudo no filme é ruim. O roteiro, o longo tempo do mesmo. Sem mais, uma decepção completa. Não assista!
Duncan Vizla é um dos maiores assassinos de aluguel do mundo, mas por conta da idade avançada e da exaustão física e mental que trazem a sua profissão, o homem está em vias de se aposentar. No entanto, seus planos são interrompidos quando seu antigo chefe o convoca para uma missão trabalhosa. Ele precisa liquidar uma trupe de jovens assassinos sanguinários, mas a tarefa se mostra cada vez mais difícil.
Isso sim é um filme de ação, bem ao estilo John Wick, e imaginei esse Duncan o mestre do John Wick, eita cara para matar gente, mas para quem gosta de filmes de ação esse é o filme ⭐⭐⭐
Mais uma graphic novel da Dc Comics, ganha uma ótima adaptação. Polar do autor espanhol Victor Santos, tem como protagonista Mads Mikkelsen, astro do seriado sobre o Hannibal e vilão de Doutor Estranho, como Kaiser Negro, o melhor assassino de aluguel do mundo, que está prestes a se aposentar. E acredite, ele q já matou pessoas em 99 países diferentes, é o mocinho, imagine os vilões da história. Mas o q seria de um bom arco dos quadrinhos ou de um bom filme do gênero sem um ótimo vilão, e esse cargo é muito bem ocupado por Matt Lucas (Tweddles de Alice no País das Maravilhas), que ocupa muito bem o posto, pois o protagonista principal é um homem de poucas palavras, amargurado pela vida q levou e também pela aposentadoria e fantasmas do passado q o atormentam, já o vilão é o bon vivant, caricatural, falastrão e divertido ao mesmo tempo grotesco por trás de toda fortuna e império q comanda. E esse contraste, além dos outros personagens caricaturais, bem quadrinescos para dar o tom e o clima denso e ao mesmo tempo descontraído para o filme, cheio de entrelinhas, para os antagonistas poderem brilhar e fazerem com que o expectador torça para o bandido se dar bem no final, e essa inversão de valores mostra o lado humano de todos, que por mais desgraçado que seja, sofremos aqui mesmo por todo o mal que causamos. Portanto, ñ é apenas um jogo de gato e rato, uma matança sem fundamento, temos mensagens a serem passadas em um filme bem dramático com um personagem procurando seu lugar no mundo, e um final direto, até simplório, mas surpreendente e inesperado. Jayson Rothwell (Natal Sangrento) escreveu o roteiro para Jonas Åkerlund, cineasta sueco conhecido por assinar videoclipes icônicos de Lady Gaga, Beyoncé e Madonna para dirigir. Merece sem sombra de dúvida uma continuação.
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