13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi: Críticas
13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi
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Jake D.
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3,0
Enviada em 22 de fevereiro de 2016
13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi... mais um filme do Michael Bay, em que obviamente, ocorre muitas explosões e câmera balançando de forma até as vezes exagerada. Porém, diferente de outros filmes do diretor, esse consegue se sair um pouco melhor. Conta a história baseada em fatos reais de um grupo de soldados privados que trabalham em um complexo da CIA em Benghazi, na Líbia. Em um aniversário dos atentados de 11 de setembro, eles precisaram defender um posto diplomático que recebe a visita de um embaixador americano, que obviamente será alvo dos terroristas. Na direção de Michael Bay, como sempre, é usada a câmera tremida e quase sempre em movimento, só que mais uma vez, é usada de maneira tão frequente que emburrece o expectador. As atuações são na sua grande maioria boas, nada de tão grandioso, mas conseguem ser aceitáveis. O roteiro me surpreendeu, talvez seja um dos melhores roteiros de algum filme do Michael Bay, não que seja um grande roteiro maravilhoso, não, mas consegue ser competente. As cenas de ação são extremamente bem feitas, os efeitos visuais e especiais funcionam perfeitamente, e além da fotografia que é muito bonita. A trilha sonora também é bem boa e combina bastante com os diversos ambientes onde acontecem as cenas. O filme é longo demais, poderia ter uns vinte minutos a menos e há algumas cenas desnecessárias que não acrescentaram nada de importante na história, mas nada disso vai fazer com que o filme seja ruim, pelo contrario, é até um filme bem bacana. 13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi é um bom filme, que tem aquela direção forçada típica de Michael Bay e cenas desnecessárias, mas as atuações são boas, os efeitos são bem feitos e até o roteiro consegue ser melhor do que o de outros filmes do diretor (Exemplo: Transformers), no fim, acaba sendo um filme legal e que merece ser conferido. Recomendo!
O diretor Michael Bay só entende mesmo de Transformers. A história e o roteiro deste evento tinham tudo para dar certo não fossem as piadinhas desnecessárias.
No ano de 2012, um complexo da CIA situado na Líbia, sofre ataques terroristas justamente no ano de aniversário do catastrófico 11 de setembro. Entrincheirados e sem muitos recursos, cabe a um grupo de soldados privados organizar e revidar o ataque para manter muitas vidas humanas.
Baseado no livro de Mitchell Zuckoff, 13 Horas escreve como o ocorrido se sucedeu, montando uma narrativa que faz bom uso dos personagens e dos agravantes oriundos da burocracia. O líder do grupo é Rone (James Badge Dale) que, assim como seus outros 5 colegas, são ex-militares com larga experiência em território hostil; coincidentemente após chegada de Jack (John Krasinski) para fechar a equipe, surge a informação de que um embaixador americano estará nos arredores, deixando a tensão de um eventual ataque pontuar os assuntos da equipe.
Como imaginado, um grupo de extremistas desfere uma ofensiva à embaixada, deixando o complexo da CIA próximo ao local do ataque, preocupado com o que está por vir. Sem autoridade militar, Rone resolve agir por conta própria e sai em busca de sobreviventes, fazendo das ruas de Benghazi um palco de guerra. O grandioso local em que a CIA mantém seu QG em território líbio é descoberto, dando início aos ocorridos que criaram os heróis e as vítimas reais.
Por se tratar de um filme de Michael Bay, há uma nítida mão segura nos quesitos técnicos, principalmente no total controle da ação hollywoodiana. Seja durante o dia ou a noite, há um grande realismo aplicado aos ataque, tanto no que diz respeito à violência quanto à tensão provocada pelas circunstancias, uma vez que nem todos os líbios são terroristas e discernir sobre essas diferença amplia ainda mais a dificuldade em se manter seguro. Bay dirige sequências de ação frenéticas, sempre deixando o espectador acompanhar o que ocorre da maneira mais próxima possível, abusando de recursos como travelling e câmeras aéreas como auxilio descritivo, além da fotografia com tons mais quentes e agitação que em muitas vezes lembra um clipe de rock.
Apesar de ser muito criticado enquanto diretor, Michael Bay faz desse 13 HORAS: OS SOLDADOS SECRETOS DE BENGHAZI um filme sem apologias políticas ou analogias entre o certo e o errado, ele busca ilustrar a tensão de um ataque que jamais possui facilitadores. O filme não visa criar vilões, mas realçar a coragem (algumas vezes exagerada pelo patriotismo) de homens que visam manter a vida, não criar um espetáculo para sua destruição.
Obs.: Para os mais atentos, a presença de Toby Stephens, conhecido como Capitão Flint da série Black Sails, traz uma satisfação a mais, embora seja tão pouco expressiva.
Comecei a ver e no início, achei que o filme não ia pegar, mas depois é muita ação, bons diálogos. Dramas de pessoas que deixam familiares em casa a fim de se cumprir, missões que não são de acordo, em países desconhecido, onde seu aliado pode ser seu inimigo, e seu inimigo pode ser seu aliado. É muito louco vc não saber quem é quem e ter sempre que esperar a primeira bala. O fim disso tudo são heróis vivos e mortos, famílias destruídas, e o ódio das gerações que ficam. Um filme baseado em fatos reais que vale bem a pena ver.
Um filme básico, com o enredo bem construído. Algumas boas cenas de ação, sem aplicar exageros. Reforça a tristeza que "honrar o pais" não vale de nada. Vale a pena assistir caso não tenha uma boa opção para escolher.
Baseado em fatos reais e inspirado no livro de Mitchell Zuckoff, 13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi, segue a mesma linha de outros filmes produzidos por Michael Bay.
Contando a história de um ataque a uma base militar americana, após 11 anos do atentado terrorista às torres gêmeas no dia 11 de setembro, o filme não economiza nas cenas de ação e não esquece o patriotismo de Michael.
Durante o ataque quatro norte-americanos morreram, entre eles o embaixador dos EUA, J. Cristophe Stevens e dois oficiais. Após isso 6 ex--militares são enviados para ajudar aqueles que ainda sobrevivem. Contudo, eles possuem apenas 13 horas para salvar 36 pessoas sem fazer muito estrago.
A atuação dos soldados, interpretados por John Krasinsky, Max Martini, Dominic Fumusa, Pablo Schreiber, James Badge e David Denman, foram num total muito boas, pecando apenas em alguns momentos.
Michael Bay acertou com exatidão nas cenas de ação, o que já é esperado em todos os seus filmes, mas pecou no resto do filme onde ele tentou misturar, em meio ao caos, cenas um tanto desnecessárias, mas isso não deixa o filme chega ao ponto de ser ruim, pelo contrário, para quem gosta ou não dos filmes do diretor não irá se decepcionar.
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