Não recomendado para menos de 12 anos
A Cidade Onde Envelheço acompanha Teresa (Elizabete Francisca Santos), uma jovem portuguesa que decide deixar o país para morar no Brasil. Ela vai direto para a casa de Francisca (Francisca Manuel), uma amiga também portuguesa que, há quase um ano, mora em Belo Horizonte. Por mais que tenha aceitado abrigá-la, Francisca está temerosa sobre como será o convívio entre elas, já que aprecia a solidão e a independência que dispõe. Entretanto, logo o jeito descontraído e espevitado de Teresa a contagia, nascendo uma forte ligação entre elas.
4,0
Muito bom
A Cidade Onde Envelheço
As emigrantes
por Francisco Russo
Se cada país tem sua cultura e particularidades, inevitável é lidar com um certo choque ao viajar para outras localidades - e nem necessariamente precisa ser no exterior, vide as imensas diferenças existentes no próprio Brasil. Trata-se de uma sensação íntima de estranhamento, de não-pertencimento aquele lugar, por mais que esteja nele habituado e até mesmo adaptado. Algo que Caetano Veloso captou tão bem na canção "Sampa":
"Quando eu te encarei frente a frente não vi o meu rostoChamei de mau gosto o que vi, de mau gosto, mau gostoÉ que Narciso acha feio o que não é espelhoE à mente apavora o que ainda não é mesmo velho"A Cidade Onde Envelheço, novo trabalho da diretora Marília Rocha, trata justamente deste sentimento, retratado a partir de duas amigas portuguesas que decidem vir morar no Brasil. Uma delas já vive em Belo Horizonte há quase um ano, enquanto que a outra acaba de chegar. D
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11 Notícias e Matérias Especiais
Esperava mais de todos. A narração é confusa , boa parte dos atores são mais amadores que crianças de peças infantis e a história sai de lugar nenhum para o nada.O filme não traz nenhuma visão da diferença real entre as culturas e nenhuma visão que pudesse justificar a existência do filme.
Fiquei até o último minuto do filme esperando que ele começasse. Tive a impressão que a diretora quis fazer um filme Cult sem nenhum ingrediente para tal. Monótono e chato, diálogos pobres, mesmo que o silêncio fosse a intenção de substituí-los.Uma câmera inexpressiva que não nos leva a lugar algum. Enfim, sobra a atuação da Teresa. O resto, vou esperar na continuação.
Claustrofóbica cidade onde se escolhe viver, onde se escolhe envelhecer. Brilham as atrizes, um roteiro simples mas que vai além do que se espera à competência. Brilha Marília Rocha que, como ninguém conseguiria, faz aqui o que poderia ser. Que torna a técnica num espectro emocional, que faz da sua competência uma ferramenta para se estender ao sentimento comum, sintetizando de forma incomum o que nos torna também assim.
Filme? Que filme?! Não vi filme algum ! Esqueceram de fazer o filme ! Que perda de tempo! Lamentável!!
Festival
Vencedor da 49ª edição do Festival de Brasília, realizado em 2016.
Agenda
Participante do Festival de Biarritz Amérique Latine 2016 e do Festival de Roterdã 2016.
Do real à ficção
O longa marca a estreia de Marília Rocha na direção de um longa de ficção.
Nacionalidades
Brasil,
Portugal
Distribuidor
Vitrine Filmes
Ano de produção
2016
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
3 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
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Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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