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Yuri
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551 críticas
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2,0
Enviada em 15 de abril de 2025
O filme foi bem fraco em relação à série. História fraquinha e com poucos momentos engraçados, praticamente nada teve graça. A história é muito clichê e infantil. Deixou muito a desejar, principalmente porque a série é um pouco mais engraçada. Não recomendo.
Esse rapaz é extremamente sem graça e a voz dele é enjoativa, esganiçada e chega a doer os ouvidos assistir qualquer coisa que ele fala por mais de 2 minutos.
Não sei se é porque não acompanho a série,não conhecia o estilo do Vai que cola,mas achei tudo muito forçado,amador,sei lá.Paulo Gustavo e cia saiam do personagem comentando sobre o filme,rindo das próprias piadas.Esteriótipos demais.Atores meio ruins.Acho que quem trabalhou bem foi o Werner Schünemann,o Oscar Magrini e a dona da pousada rs. Acho que minha mãe é uma peça foi muito melhor.
Filme muuuuito fraco, a história é fraca, o enredo é confuso, a única coisa que salva são alguns momentos engraçados principalmente com o personagem Ferdinando. O filme foi feito pra aproveitar o sucesso do programa e ganhar dinheiro com isso na bilheteria, com certeza está entra as piores comédias nacionais.
Não tem como ficar estático com Paulo Gustavo, ame ou odeie, Vai que Cola estende o universo criado na sitcom contando as origens do trambiqueiro Valdomiro funcionando como prequel e continuação da primeira temporada, o que explica a ausência de alguns personagens mais recentes. Tudo que fez o seriado famoso está presente no cinema, as cenas continuadas sem cortes, as conversas coma câmera e críticas ao próprio roteiro tentam levar ao cinema o humor descontraído que fez a série sucesso na TV fechada. O filme funciona bem, não perde tempo engata uma piada atrás da outra deixando o espectador sempre preso no clima de comédia. A fotografia deixa a desejar, chega a ter um nível quase amador, a edição de áudio e fraca também, existem picos estridentes nas vozes, entradas secas de músicas sem falar na edição em surround que é quase nula. Vai que Cola é um filme bom, divertido e vale ser visto até mais de uma vez, perde pontos nos quesitos técnicos mas cumpre o que promete, entrega humor bem escrito e quase espontâneo.
Há aqueles filmes que você imagina não deva ser lá grande coisa, mas você vai assistir na intenção de ver algo despretensioso, leve e divertido só para descontrair. Mas caramba... Esse filme é muito ruim! Difícil achar graça nessa sequência de piadas ridículas e sem noção. Depois falam que o besteirol americano é sem graça (e é mesmo), mas esse filme não deixa nada a dever. A história é sem pé nem cabeça, os personagens são muito mal desenvolvidos (mesmo na série de TV) e aqui nós vemos uma sucessão de histrionismo onde os atores gritam como se isso em si fosse engraçado. Um verdadeiro show de horrores. O elenco tem atores muito ruins. Ou eles são bonitos e inexpressivos, como a loiríssima Fiorella Mattheis e o bombado Emiliano D’Ávila, ou extremamente exagerados e escrachados como Cacau Protásio e Paulo Gustavo. Aliás, a fórmula do Paulo Gustavo está se mostrando desgastada há tempos. Nos créditos, ele até fala sobre o seu colega Fernando Caruso como alguém que fala sem parar, mas é ele quem parece não conseguir se segurar nas palavras. Só sabe falar, e gritar, e reclamar, e surtar, e ser o Paulo Gustavo, como se isso fosse engraçado, mas não é! Outrora ele já fora engraçado, agora só mostra mais do mesmo, um ator que vive se repetindo no mesmo papel. A metalinguagem de dialogar com o espectador sobre ser tudo um filme é cansativo e irritante. Do elenco principal da série, quem ainda tem bons momentos, mesmo caricatos e exagerados são o Marcus Majella com seu super afetado Ferdinando, e Samantha Schmutz com sua piriguete Jéssica. Eles são os únicos que ainda conseguiram fazer meus lábios esboçarem leves sorrisos. Do elenco de apoio, nenhum destaque válido a comentar. O roteiro é extremamente irregular e sem cabimento, além de se prender única e exclusivamente no carisma dos personagens para causar alguma empatia, e infelizmente isso raramente funciona. Não me importo com os estereótipos, escracho, o politicamente incorreto e as caricaturas do suburbano/favelado. Acho que poderia ser um bom material para um filme, ou para uma série de TV, mas o filme é tão absurdamente pastelão, que cansa nos primeiros minutos, e a sensação que deixa é de pura tortura psicológica pró-insanidade. Trata-se de um filme tão rasteiro, que abusa da chacota da pior maneira possível para arrancar pretensas gargalhadas do público geral, mas que poucas vezes funciona. Enfim... simplesmente ruim de dar dó. Trocadilhos à parte, definitivamente não colou.
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