O Contador
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4,3
1182 notas

100 Críticas do usuário

5
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Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de outubro de 2016
O CONTADOR
Excelente filme, com astros de primeira qualidade, Ben Affleck, Anna Kendrick, J.K. Simmons. Um drama policial inteligente, com excelentes história, enredo, roteiro, direção. Bem Affleck tem acertado em cheio nos filmes em que participa. Quem conhece suas qualidades também vão na certa. O enredo é bem bolado, com muita ação e suspense e surpresas e sem clichês. Isso deixa o filme muito bom e divertido. Eu considero um filme bom quando ele continua na minha cabeça por dias e é o que acontece. Recomendo.
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 2 de novembro de 2016
Um contador que nas horas vagas é matador de aluguel. A ideia é bastante interessante, se analisarmos bem. Um homem (Ben Affleck), que tem autismo e problemas em relacionar-se com as pessoas, tem uma vida conturbada desde sua infância, incluindo aí o abandono por parte de sua mãe. Ele cresce, e por ter um enorme talento com números, acaba se tornando um contador perfeccionista e que sofre caso aconteça algo que o interrompa de realizar um trabalho. Ele, por sua eficácia, também trabalha para organizações criminosas e, por conseguinte, acaba enfrentando problemas em que tem que lidar com violência extrema. O filme tem uma narrativa burocrática que é mais valorizada pelo inusitado e interessante enredo que conta. Pena que alguns diálogos são pueris, e certas atitudes de personagens tornam-se inverossímeis. No elenco, destacam-se a carismática Anna Kendrick e os veteranos John Lithgow e J.K. Simmons. Quanto ao Ben Affleck, que já demonstrou inegável talento como roteirista e diretor, sendo por duas vezes agraciado com Oscars, como ator sempre me parece fraco. Aqui ele tem um personagem extremamente difícil e complexo, e de certa forma a sua falta de expressão até traz bons momentos, pois a frieza do personagem pede uma total falta de expansividade. Com isso ouso dizer que pode até ser uma de suas melhores atuações, o que mesmo assim não quer dizer muita coisa. O filme peca não por ter o ator como protagonista, mas pelo oscilante roteiro que mescla boas ideias e cenas tensas e bem produzidas com algumas coincidências demasiadamente forçadas, obviedades e diálogos por vezes fracamente desenvolvidos. Serve como um interessante passatempo, mas sem grandes expectativas.
Enilson S.
Enilson S.

149 seguidores 167 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 12 de dezembro de 2016
Confesso que os filmes do Ben Aflleck, sempre me deixam meio cismado, por que ou ele erra de uma vez ou acerta maravilhosamente bem. Bem esse é um grande acerto pois o personagem é complexo e não da para você adivinhar o que ele esta pensando e como vai agir em determinadas cenas, o filme traz uma pessoa extremamente inteligente mas que sofre com autismo, mas isso não interfere em nenhuma outra habilidade do personagem. Vale muito a pena ver.
Sidnei C.
Sidnei C.

127 seguidores 101 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de outubro de 2016
O Contador tinha um ótimo trailer. Daqueles enigmáticos, que deixam você com vontade de ver o filme, mas sem contar muito da história – como é comum acontecer. Felizmente - já que o contrário tem sido bem frequente - o filme faz jus ao trailer. Vi muitos comentários sobre o filme, apontando defeitos que, ao contrário, eu considero qualidades. Uma delas é o filme não se focar exclusivamente no personagem principal, o contador do título. Não há “sub-tramas”, como alguns apontaram, mas personagens que são construídas e apresentadas ao mesmo tempo que a história principal de Christian Wolff, vivido por Ben Affleck.

É preciso analisar um filme pelo que ele se propõe a ser. O Contador não é nenhum John Le Carré em matéria de história de espionagem, mas nem pretende ser. O filme é assumidamente um “filme-pipoca”, com os aspectos fantasiosos, inverossímeis e incongruentes típicos de um filme de ação e aventura made in Hollywood. O roteiro, no entanto, não subestima o Q.I. do espectador (Graças a Deus!), e nem torna incompreensível todo aquele papo sobre contabilidade que rola entre os personagens. São detalhes necessários na trama, mas aos quais não é dado importância exagerada. Outro ponto positivo é que, apesar de ser um filme de ação, o roteiro não exagera na presença e duração de cenas de luta, tiroteios e correrias. Há poucas cenas tipicamente de ação, que são entremeadas por cenas mais intimistas, dando bastante espaço para diálogos e interpretação dos atores.

A falta de expressividade de Ben Affleck – um ator bastante limitado – neste caso caiu como uma luva para o personagem. Assim como Arnold Schwarzenneger para viver o robô de O Exterminador do Futuro. Não é possível falar em “interpretação” de Ben Affleck. Esta “falta” de interpretação era perfeita para compor o personagem, um autista. Quem realmente rouba a cena é Jon Bernthal, no papel de Brax adulto. J. K. Simmons precisa urgentemente se reinventar, correndo o risco de interpretar sempre o mesmo personagem, o tipo durão e antipático, que o consagrou em Whiplash.

Embora o roteiro tenha suas falhas e vez por outra perca o ritmo, a direção inegavelmente talentosa de Gavin O´Connor consegue segurar o filme até o final. spoiler: A principal falha do roteiro é, pretensiosamente, se propor a apresentar ao final não apenas 1, mas 4 surpresas (!) (não leia se não tiver visto o filme !). A mais importante para a trama (que revela quem está ordenando os assassinatos) é bastante previsível e, por isso, frustrante. Outra (que revela quem é o policial da cena inicial, de quem só vemos os pés) é interessante, mas não há tanto impacto assim. As outras 2 é que são realmente boas, e servem para juntar as pontas aparentemente soltas na trama. Uma delas, em especial, é costurada de forma genial e inesperada.


Há exageros no filme, principalmente no excesso de talentos e habilidades de Christian Wolff, quase o tornando um super-herói de terno e gravata. Não é pedir demais sonhar que os realizadores poderiam ter imaginado este “super-herói” vencendo os “vilões” apenas com sua inteligência, sem apelar para suas habilidades com armas e lutas marciais, o que tornaria o filme bem mais interessante e inteligente do que já é, diga-se de passagem. O autismo moderado de Christian quando criança dá lugar a um adulto que aparenta ser apenas tímido, introspectivo e antissocial, carregando alguns tiques. O seu autismo, quando adulto, é apresentado quase exclusivamente por um prisma positivo: sua habilidade fora do comum com a matemática, típica dos portadores da Síndrome de Savant.

Não há dúvidas que os produtores pretendem fazer de O Contador uma franquia. O que justificaria a extrema dedicação em apresentar o personagem de Christian, sua infância, seus traumas, etc. As bilheterias definirão se haverá sequencias ou não. Onde o filme poderá aparar os defeitos do “primeiro capítulo” ou trair as suas qualidades, tornando-o um produto comum.
Francisco F.
Francisco F.

121 seguidores 181 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de abril de 2019
Um bom filme de ação. O enredo se enrola e se perde e no final tentar dar uma explicação. O ator principal (Ben Affleck) com a face inerte como sempre e péssima atuação. O filme agrada aos fãs de filme de ação, mas não enfeitiça.
Benedicto Ismael C. Dutra
Benedicto Ismael C. Dutra

92 seguidores 145 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de outubro de 2016
O filme O Contador apresenta a história de uma pessoa que além de ter nascido com autismo, transtorno que geralmente aparece nos três primeiros anos de vida, comprometendo as habilidades de comunicação e interação social, também teve uma infância atribulada. Christian Wolff, interpretado por Ben Affleck, que também dirige o filme, teve um pai que não concordou que seu filho, portador da Síndrome de Savant (apresenta maior afinidade com números do que com pessoas), ficasse internado numa clínica especial para crianças especiais. Em vez disso, preferiu ele mesmo preparar o filho para a vida com rigor e disciplina diante do mundo de aspereza que os rodeava, colocando-o diante de situações complexas para que se fortalecesse. Desde cedo Christian foi sendo preparado para ser um lutador com vontade forte, embora não tivesse conseguido vencer a barreira que o mantinha afastado do convívio social. Assim foi ganhando força e habilidades para a própria defesa e para enfrentar as adversidades e pessoas hostis.
Em geral, os seres humanos utilizam no máximo 10% da capacidade cerebral e raramente conseguem se comunicar com o eu interior. Christian, em seu isolamento, foi aprimorando o uso das capacitações do cérebro e mesmo com alguma dificuldade, era sensível aos apelos do eu interior. Embora agisse com absoluta frieza, ele se dedicava com afinco ao seu trabalho de auditoria financeira para organizações criminosas aptas a pagar seu preço, visando, com isso, acumular riqueza para garantir sua independência e fazer doações para pesquisas voltadas à cura e tratamento de crianças portadoras da mesma doença.
O filme vai passando de uma situação para outra sem conexão clara, mas aos poucos a trama vai sendo entendida; um método ousado que precisa ser melhorado. No geral, Christian é forte e independente, agindo com seu peculiar senso de justiça. Apesar de sua diferença, ou por causa dela, ele não se deixou acomodar como o fazem muitas pessoas que, apesar de não apresentarem nenhuma alteração física ou mental, não se esforçam para impulsionar a força de vontade para aplicar o seu potencial na conquista de suas metas e realização dos sonhos.
Marco G.
Marco G.

540 seguidores 244 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de outubro de 2016
Um filme sobre o gênio ou o sniper super atirador, fica aquela sensação de filme para agradar a todos. Se optassem pelo primeiro assunto, talvez ganharia em qualidade e interpretação. Tudo por uma boa bilheteria.
Marco Silva
Marco Silva

132 seguidores 185 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de agosto de 2017
Filme suficientemente interessante para manter a atenção. Boa atuação. Aliás, boas atuações. Elenco competente. Trama fantasiosa, mas sem enganar (quer plena verossimilhança? Vá assistir a um clássico; esse é de entretenimento).Muito bom.
Aurelio Cardoso
Aurelio Cardoso

82 seguidores 97 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de outubro de 2016
Um Gênio Indomável a serviço do crime. O personagem central de O CONTADOR vivido por BEN AFFLECK tem enormes habilidades co números e domina como poucos os meandros financeiros para safar de impostos tanto pessoas fisicas, como corporações e claro quem quer esconder dinheiro ilicito.
Mas como todo gênio tem suas manias e uma certa dose de autismo, que aguça mais ainda sua mórbida carreira de cumpridor de tarefas nada honestas, se escondendo e o transformando num homem sem identidade e perigoso.
O filme começa num clima interessante em ambiente familiar, onde se mostra a infância dificil do CONTADOR e a luta, literalmente, de seu pai, um militar rigido e exigente, para inseri-lo no mundo, hostil como ele diz para quem é diferente. Para isto procura fazer do garoto um mestre em artes marciais e lutas para enfrentar os desafios e as agressões, e com sua capacidade cognitiva ele se transforma numa máquina perfeita de matar e revidar os desafios que lhe surgem.
Aquilo menino frágil quando adulto torna-se uma espécie de Rain Man do mal, ganhando dinheiro e dando soluções para a lavagem de ilicitos para cartéis mexicanos até células terroristas e claro corporações capitalistas.
A boa premissa inicial começa a ruir quando o CONTADOR tem que sair de sua rota certinha, para virar um Jason Bourne e proteger uma mocinha indefesa ameaçada por perigosos assassinos, virando uma máquina exterminadora com pilhas de cadáveres por todo lado.
Mesmo e apesar dos deslizes contraditórios e meio confuso do final, o filme agrada pelo clima de mistério, ação e algum suspense, e tem a presença marcante de alguns veteranos como o recém premiado J.K. SIMMONS e o sumido JOHN LITHGOW, e a boa atuação de AFFLECK, que chega a ser em alguns momentos um super herói, com instinto selvagem para matar e habilidades insanas para resolver pendências matemáticas e de cálculo financeiro . Mas certamente não o contrataria para fazer meu imposto de renda.
Guilherme D
Guilherme D

51 seguidores 106 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de novembro de 2016
O Contador é um filme a lá Jason Bourne e 007, mas os diferenciais dele o tornam memorável.
As atuações são impecáveis e há um bom plot twist. Mesmo com um roteiro fraco e uma direção indiferente, O Contador é sombrio, interessante e divertido.
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