Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Enilson S.
150 seguidores
167 críticas
Seguir usuário
4,0
Enviada em 12 de dezembro de 2016
Esse filme é bem intenso, e você percebe como a personagem principal é forte e que não deixa nada a abalar, ela se mostra obcecada por estar sempre no controle de tudo na sua vida. Vale muito a pena assistir é muito intrigante e muito inteligente, o faz você ficar ligado no que a personagem principal fará a seguir, ela busca descobrir quem a violentou, ao mesmo tempo que mostra como o seu passado a afetou, e como o presente é difícil de controlar.
Um filme patetico com pessimas atuações sobre uma mulher patetica que se sentiu atraida por um estuprador e o filme gira em torno de um jogo de gato e rato dela com o seu algoz, não recomendaria a ninguem nem sexy é esse filme com uma atriz ja bem passada que de tão madura ja caiu da arvore.
Muito ruim. Ainda não consegui entender como críticos tão bons e famosos conseguiram colocar nota máxima. O filme parece ter 4 horas. Nunca acaba! Enredo péssimo... mulher completamente louca, amigos e parentes tudo retardado também... parece que ninguém tem sentimento nenhum. Trama fraca... previsível... fora os erros de gravação... fiquei boquiaberto spoiler: ao ver o celular dela em cima do banco do passageiro após ela bater muito forte conta uma árvore e praticamente dar PT no carro!! Estourou airbags tudo (apesar de não mostrar estourando já ser um erro)... mas daí o celular ainda estar em cima do banco do passageiro foi demais para mim. O que que é o filho dela retardado comemorando o nascimento do "filho" dele negro. .. hahaha... é muito ruim e perturbador. Me arrependo demais de ter visto... e se alguém deixar de assistir por ter lido isso... sei que estarei sendo útil neste Universo.
Filme muito aclamado pela crítica, mas não apresenta nada relevante para isto. A qualidade da protagonista é indiscutível, mas confesso que esperava mais...
Este é um drama muito forte, e a força vem de sua protagonista numa interpretação segura, fria e de assustar pelo realismo, de Isabelle Huppert. Aqui a vítima não se faz de vítima e sim de dona da situação. Pelos seus traumas de infância ela tem um imã para atrair pessoas que a detestam, mas parece gostar disso, ou seja, quer ficar perto de quem a faz mal. Assim ela não se abala após ser violentada em sua casa, não denuncia e começa uma procura por seu agressor, sem perder a mão de ferro que aplica em todas as situações de sua vida. O filme não é agradável e foge do senso comum em quase tudo, desde as situações extremas até decisões irritantes dos amigos e parentes dela. É um filme para se assistir sem preconceitos, sem julgamentos e sem fantasiar expectativas.
Pra ser ruim ainda falta muito pra esse filme. Não achei nada interessante, nada surpreendente e nada inteligente. Um desserviço ao cinema e a todos que sofreram traumas do gênero.
Não perca seu tempo. Sequer vale o ingresso. Fora o incômodo das risadas barulhentas, sem propósito, das pessoas. Onde o povo encontra tanto humor em filmes desse naipe?
Isabelle Huppert é sempre uma boa opção. aqui ela é uma empresária, egoísta e sem sensibilidade para os sentimentos dos outros, usando e abusando de acordo com seus interesses mesquinhos. Transa com marido de sua colega de trabalho, com vizinho pervertido e ainda tem dificuldades com o filho, ex-marido e mãe. Bom roteiro.
Elle, filme dirigido por Paul Verhoeven, é um suspense que é construído totalmente em cima da sua personagem principal, Michèle Leblanc (Isabelle Huppert, em uma performance indicada ao Oscar 2017 de Melhor Atriz). Na realidade, o roteiro escrito por David Birke se apoia nas idiossincrasias dessa personagem. A primeira cena da obra já é bastante clara sobre como é a postura de Michèle: após ser violentada em sua própria casa, ela continua sua vida como se nada tivesse acontecido.
Na medida em que o filme vai se desenrolando, vamos compreendendo o por quê de Michèle agir da maneira que ela age. Além de gostar de flertar com o perigo e com o mistério, a protagonista de Elle é alguém que não possui qualquer tipo de escrúpulo. Se precisar renegar o pai criminoso, assim ela o fará. Se precisar trair a melhor amiga, assim ela o fará. Se precisar ser cruel com a namorada de seu ex-marido, assim ela o fará. Se precisar ser dura com o filho, assim ela o fará. Se precisar humilhar a mãe, assim ela o fará. Se precisar dar em cima do marido da vizinha, assim ela o fará.
Por isso mesmo, o aspecto que chama mais a atenção em Elle, além do fato da maneira como a personagem principal nos é apresentada pelo roteiro e pelo diretor Paul Verhoeven (impossível sentir qualquer tipo de empatia ou de compaixão por Michèle), é a maneira fria, quase calculista com que Isabelle Huppert apresenta esse ser para nós, da plateia. Durante boa parte do filme, você vai se surpreender com Michèle e com a falta de limites que ela possui. Mas, principalmente, o que vai te deixar mais com a pulga atrás da orelha, é o fato de ela nunca se vitimizar e de saber dar a volta por cima, talvez, mais triunfante ainda do que a maneira em que ela se encontrava.
Em um primeiro momento o que chama atenção é a direção do filme, a lenda Paul Verhoeven, e como não poderia ser diferente ele dirigiu mais um grande filme.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade