Love
Média
3,3
362 notas

25 Críticas do usuário

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Lúcio T.
Lúcio T.

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2,5
Enviada em 8 de agosto de 2016
As juras de amor eterno no começo de um namoro, a paixão e desejo carnal inesgotável no prelúdio de um romance, o paraíso floresce e aparenta ser imortal no surgimento de um novo amor. Ainda mais se a "química da pele" der liga. Tudo é belo, até que se dá por sincero..... Brigas, discussões, insultos, agressões, o ruim começa a transparecer, mesmo que o rala e rola insista em acontecer, pois deste se tornou um viciado e assim, não percebes que o encanto, tinha acabado. Promessas amorosas, a vida faz com que elas fiquem duvidosas e no fim, dolorosas. Depois das mais de duas horas de filme, foi essa mensagem que captei do diretor/roteirista argentino Gaspar Noé (famoso pelo polêmico IRREVERSÍVEL de 2002), que narra um drama sobre a trajetória de um casal possuídos de corpo e alma um pelo outro e que se consomem aos montes, não importa como ou com quem. Isso pela visão do homem, em seus flashbacks (arrisco em dizer que também há algo sobre o diretor, quem sabe uma biografia de si mesmo?). Eu diria que é um pornô com cenas realistas de sexo, que troca os gemidos forçados pela música clássica, eletrônica e rock (& roll, baby!). Logo de imediato já sabemos como vai ser o enredo, pois mostra tal casal em um dos seus momentos íntimos, do qual o toque prevalece para a "explosão de fogos de artifícios". Arrisco em dizer que muita gente não vai passar nem dos 10 minutos de exibição, e confesso que não foi fácil finalizá-lo, não pelo conteúdo explícito, mas sim por se estender demais da conta. E não é só isso, o jeito que Noé escolheu contar esta história, se iguala ao seu grande sucesso de 2002 (citado acima) ou seja, de trás para a frente. Ok, mas não só isso, ele mescla o presente e o passado, então pode ser confuso e assim, desestimular àqueles que até suportam o "nhec nhec nhec" ininterrupto. Basicamente é drama sexo.....drama sexo drama.....sexo drama sexo drama.....sexodramasexodramasexosexosexodramasexosexosexooooo..... Aaaaah! Para os personagens, não há tabu, eles exploram todas as formas de se ter prazer a dois (até a aguardada cena de ménage à trois, que para mim, foi a mais leve.....). E não acredito que teve o formato 3D! Coitado de quem o assistiu. Por quê? Ora bolas, só imaginar o que, em um ato sexual, pode vir a ser jorrado na plateia..... O elenco desconhecido entrega o principal, que é a sua nudez e a virilidade, já de interpretação não temos nada excepcional (bom, são melhores que os que fazem pornografia). E o ator Karl Glusman literalmente "afoga o ganso" em seis (!!!!!) atrizes diferentes durante a filmagem! Ow sorte que não cai do céu..... Se bem que tem algumas coisas no horizonte do par, que eu passo, obrigado! Noé também participa do elenco e ainda tira casquinha da protagonista. E lembra que eu falei que pode ser um biografia? Digo isso por que Noé se apresenta ao poucos, dado o nome do filho do protagonista e depois o nome do ex-namorado da atriz principal. Toda a trama seria mais interessante se não fosse pela delonga, tornando o ato chamativo de sua obra, em cansativo. E se de fato quis mesmo mostrar a complexidade de um relacionamento entre duas pessoas, enrolou muito para dizer algo que já se entende bem antes de seu desfecho. Choca, excita, cansa, brocha, desanima. O que era para ser um orgasmo, frustra. Ruim isso, pois quem não gosta de ficar no só love, só love.....só love só love.....só love só love só love só love...
Marco G.
Marco G.

540 seguidores 244 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 11 de setembro de 2015
O filme trata basicamente de sexo. Na linha do fiilme Ninfomaniaca o diretor prende a atenção do expectador com o suspense da próxima novidade. O risco deste tipo de filme é que ele pode ser desconfortável a pessoas que vão ao cinema esperando o tradicional.
I don't know .
I don't know .

68 seguidores 112 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 17 de dezembro de 2015
Nesse filme retrata uma história de drama/romance. O drama do filme não é algo que surpreenda quem assiste, é formado por coisas supérfluas, egoístas e até machista, nada de tão interessante. O filme inteiro se baseia em sexo, sexo explicito por sinal.

- Roteiros: conteúdo muito fraco
- Enredo: parece que o diretor quis fazer o filme baseado em sua vida, pois colocou em maioria dos personagens nomes da família dele, amigos e até o seu próprio nome.
- Desenvolvimento: cansativo, melodramático.
- Elenco: os atores aparentam ser bons atores, porém esse filme não caiu bem para eles.
Tiago de Souza Luz
Tiago de Souza Luz

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2,0
Enviada em 28 de outubro de 2023
Uma decepção!
Um filme que se propôs ser uma apresentação da sexualidade sentimental, mas que na verdade é um filme de relacionamentos com sexo - a quem quer uma verdadeira apresentação da sexualidade sentimental, sugiro assistir o Impérios dos Sentidos - lá, carência, controle, ciúmes e morte se transformam em sexo, aqui há sexo por um lado e por outro a carência, o controle, o ciúmes e a morte, completamente separáveis - e quem faz a história avançar não é o sexo (como no império dos sentidos), mas a carência, o controle, o ciúmes e a morte...
Um filme que se estrutura como um típico filme de relacionamentos (tal como cenas de um casamente, annie hall, etc), investigando os problemas que condenam de partida o relacionamento ao fracasso, mas no qual a personagem feminina é tratada a maior parte do tempo sob a chave simplista da fragilidade e tem um desenvolvimento incoerente, porque o fato o que é verdadeiramente importante para o filme são os sentimento, atitudes e posturas do personagem masculina. OU seja, se estrutura como um típico filme de relacionamentos, mas é o estudo de um único personagem na verdade (a contraparte feminina só serve para dar a deixa para o homem se expressar).
Um filme que é o estudo de um personagem, mas de um personagem bastante banal e pobre! Compare com o primeiro filme do Gaspar Noé, Sozinho contra todos, que é um estudo penetrante e marcante do ressentimento social - no Sozinho contra Todos, temos um personagem detestável, mas também terrível no seu ódio e nas consequências que esse ódio traz. Já em Love, Murphy é um macho escroto banalzão, intelectualmente presunçoso mas vazio (ouvi-lo falar é um tédio!). O pior é que na primeira cena, que mostra Murphy no seio familiar, o lance de nós ouvirmos os seus pensamentos "terríveis" é uma cópia de sozinho contra todos, mas quanta diferença! Quão o protagonista de sozinho contra todos é absolutamente terrível! E como o murphy só é banal!
Decepção, decepção, decepção.
Só não dou zero, porque a cena de sexo a três é realmente muito bem gravada, tem vários outros momentos de excelente fotografia, e tem alguns (muito poucos) diálogos interessantes.
Mateus Lourenço
Mateus Lourenço

8 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 2 de janeiro de 2025
Um filme com um roteiro limitado, com historia arrastada e por vezes de difícil compreensão, em que o protagonista está apenas preso nas memorias enquanto, ao mesmo tempo, está preso numa relação, tudo devido a um orgasmo inesperado, contudo, penso que o filme prometia mais, porem gostei...
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