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Renan S.
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2,0
Enviada em 28 de julho de 2016
Jason Bourne retorna respeitando muitos dos aspectos que fizeram memoráveis, principalmente, as duas primeiras sequências da franquia.
Entretanto, não é nem a falta de verossimilhança o maior deslize deste quinto filme, e sim a maneira como abre mão da inteligência e sagacidade que fez tão às duas parcerias de Paul Greengrass e Matt Damon na franquia.
Relutante em aceitar os próprios sinais do desgaste, este quinto filme se resume a introduzir uma nova camada na trama, ainda que deveras superficial, e emular icônicas sequências e acontecimentos dos filmes anteriores, ao invés de tentar criar algo novo, apenas repetindo o que deu certo há quase uma década atrás.
O mais do mesmo com Matt Damon distribuindo pancada e passando por cima de todo mundo num duelo mortal com a CIA e viajando e fazendo turismo destrutivo pela Europa. O agente ex CIA Bourne quase não fala, suas primeiras silabas aparecem depois de 20 minutos de filme numa perseguição em Atenas em meio a um protesto. Depois o filme vai para Berlim, depois em Londres mais perseguição e correria e chega aos Estados Unidos em Las Vegas onde um caveirão da SWAT serve de alvo para a fuga de um dos vilões vivido pelo francês Vincent Cassell que destrói tudo pela frente, fazendo a alegrai de muitos funileiros da cidade e tristeza para as seguradoras. A trama remete aos primeiros filmes mas não dá muito fôlego para explicações pois o que interessa é corra BOURNE corra, a CIA quer te apagar. Mas de tudo gostei de uma frase dita por um jovem magnata da Informática dizendo que a Privacidade é Liberdade tudo aquilo que a CIA menos quer e remete a Snowden. Este assunto sim poderia ter gerido uma trama mais interessante, mas Bourne não fala arrebenta.
O personagem é de uma série de livros escritos por Robert Ludlum. Depois de ver todos os filmes da série,acho todos muito parecidos e sem nada demais para continuações infinitas Esse aqui é o quinto,sequência de "O ultimato Bourne" ,que Damon não trabalhou pois não gostou que o diretor fosse outro. Sabemos que o cara é o "cara" e que ninguém vai prendê-lo,só vemos pelas manobras dele e sinceramente,tem coisa melhor. É cansativo,longo e entediante demais,apesar de ter muita ação e conspiração. Nick quer ajudá-lo mais uma vez e agora,além dela,ainda há outra mulher querendo ajudá-lo,que sorte hein! Tommy sempre fazendo papel de vilão. Pelo visto,não acaba aqui e não tem fim.
A interpretação mais fraca de Matt Damon na franquia, junta-se a um roteiro muito cansado que tenta se emendar com o passado, mas não empolga. Mesmo com referência aos acontecimentos políticos atuais no mundo, as atuações monossilábicas de Damon e Vincent Cassel deixam a sensação de que falta acontecer algo na trama. Alicia Vikander surpreende numa atuação enigmática, que esconde "o ouro" até o final. Como foi deixada a porta aberta para mais um longa da série, torço para que os erros sejam corrigidos e o próximo filme que junte ação com inteligência.
Jason Bourne - mais um filme dá sequência sequência Bourne e tudo se resume a todos atrás do Jason ele tentando se lembrar das coisas e perseguição atrás de perseguição e morte atrás de morte e que nunca ninguém consegue prender ele até o próximo filme
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