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Ricardo L.
63.294 seguidores
3.227 críticas
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4,0
Enviada em 24 de abril de 2017
Muito bom filme! Roteiro ótimo, andamento perfeito, cenas de suspense muito boas, elenco poderia te sido melhor, mas tem ótimas atuações e direção boa, esse é filme de produção de J.J Abrams.
Baixo orçamento, 3 atores e muita criatividade em roteiro afiado. Garota sai da casa do namorado, dirigindo sem destino e sofre acidente. Acorda em um bunker, sendo informada que a atmosfera está radioativa e que ela foi salva. Sua curiosidade e espírito de aventura, com habilidade de MacGver a levarão a querer sair e depois ainda enfrentar o ambiente externo hostil. Tenso, claustrofóbico e muito bom.
Não é tão sensacional como muitos críticos apontaram, mas não é nada ofensivo também. John Goodman é sem dúvidas um dos melhores atores de sua geração.
Claramente se você manter uma base que envolva os idealizadores para um projeto sequencial e ainda por cima nomes com qualidade,é bem possível que o resultado seja de alta qualidade.Sequência não direta de Cloverfield-Monstro,mas se passa no mesmo universo e talvez paralelamente ao primeiro filme,acompanha Michelle que sofre um acidente e quando acorda está em um quarto em um lugar desconhecido e logo em seguida um homem desconhecido diz a ela que o mundo está com o ar contaminado impossibilitando que saiam desse refúgio fazendo com que Michelle fique sem saber se acreditar ou não.Dirigido pelo estreante Dan Trachtenberg ele se sai muito bem e isso é fruto de bons nomes por traz do filme,temos Damien Chazelle como um dos roteiristas e J.J Abrams ao lado de Matt Reeves (diretor do primeiro) produzindo o longa com eficiência que ajuda bastante o diretor.No elenco temos ótimas atuações e bons atores,Mary Elizabeth Winstead está muito bem ela sabe trabalhar a desconfiança que gira em torno da trama e o John Goodman está perfeito passando um tom autoritário e amedrontador além de esconder segredos que te prende do inicio ao fim.Rua Cloverfield 10 conta com bom roteiro,trabalha bem o suspense e desenvolve bem seus poucos personagens,talvez o maior problema tenha sido o final que não é tão bem sucedido como o restante,mas por outro lado abria espaço para uma outra sequencia.
O filme que contém poucos personagens como esse e um espaço bem limitado precisa ter um roteiro inteligente o suficiente para envolver o telespectador. Esse foi o caso, atuações brilhantes dos personagens, com destaque para John Goodman e Mary E. Winstead. Agora quanto ao desfecho final, realmente, deu a impressão de ser outro filme.
Após largar o noivo e pegar estrada, Michelle (Mary Elizabeth Winstead) sofre um acidente sério e acorda acomodada em um quarto desconhecido. O estranho Howard (John Goodman) diz tê-la salvado da iminente morte e que estão em um bunker em função de um ataque químico que dizimou grande parte da humanidade. Desconfiada da história contada por Howard, Michelle embarca ao lado de Emmett (John Gallagher Jr.) em uma delicada e tensa missão de descobertas que revelam muito mais do que imaginado por eles.
RUA CLOVERFIELD 10 é considerada uma continuação do divertido filme lançado em 2008, mas possui identidade própria e poderia facilmente existir sem a dependência de um filme anterior. Digo isso porque temos apenas três personagens, sendo que dois deles exercem não somente atuações brilhantes, mas criam momento notáveis de tensão e descobertas capazes de deixar os nervos a flor da pele. Winstead e Goodman são os nomes que mostram como personagens podem ser muito mais que simples exemplares em uma narrativa. Este prova como um vilão pode ser frio, amigável, detalhista e exímio com seus atos; e aquela demonstra vitalidade feminina em não se deixar levar pelas circunstâncias e alça seu caminho de forma decidida e sagaz.
O roteiro feito a seis mãos por Josh Campbell, Matthew Stuecken e Damien Chazelle deixa claro como os personagens podem ser as forças motrizes de uma história simples mas eficaz e repleta de suspense, deixando o expectador aguardar pelo desfecho que pode surpreender por não deixar claro o que se desenvolve ao longo do filme.
Uma continuação um tanto incerta do primeiro que nos deixou sem qualquer tipo de resposta. Diferente de seu antecessor, esse o roteiro é mais interessante, já que mistura uma situação de suspense real com a fantasia de não saber o que há do lado de fora. Mesmo com pouco o que mostrar, esse é um filme dinâmico que nos prende até seu desfecho. Satisfatório ou não? Fica a critério do cliente.
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