A história é interessante, mas o final se perde. A maior parte do filme prende quem está assistindo, mas faltando 10 minutos para o fim, a história vira uma verdadeira ficção muito mentirosa.
O melhor filme da franquia"Cloverfield" boa idéia, bom roteiro, boa direção, bons personagens e boa atuação. O longa, nos deixa nos suspense se é tudo verdade ou apenas uma invenção do personagem. Concordo que o final deixou a personagem super power e fodona. Rs. Mas é um filme bem construído e bom para passar o tempo. Muito melhor do que Cloverfield, o monstro. Que é totalmente sem lógica e mal produzido.
É puro cinema. Não vá assistir, na expectativa de ver uma sequencia fiel de Cloverfield monstro. É no universo Cloverfield, só que outra história, independente do primeiro filme. Até o supera. Pontos para John Goodman. O cara merece mais reconhecimento, um excelente ator, que atuou primorosamente neste filme. O cara deixa a gente, aflitos hahahaha... muito, muito bem
O maior problema deste filme, foi os trailers brasileiros terem mostrado um pouco demais, retirando assim, alguns elementos que deveriam ser surpresa, principalmente dos 20,15 minutos finais. Mas o filme, é ótimo mesmo assim. Te joga dentro da trama. Te manipula. A empatia e a simpatia do público, para com a personagem Michelle, é automática e instantânea, nos primeiros minutos do filme. E isso, é bom. Se você, não sentir empatia, não gostar do personagem principal, meio que fracassa o filme. O personagem Howard, vivido por John Goodman, é tão assustador, e ao mesmo tempo, carismático.
O filme começa muito bem, a atuação do John Goodman é sensacional, mas infelizmente o filme se perde no meio do caminho, em especial o final, que chega a beirar o ridículo, isso porque eu nem estou levando em consideração a parte em que spoiler: a protagonista destrói uma nave alienígena com uma garrafa de bebida alcoólica, digo isso porque nunca que aquilo ali seria um coquetel molotov. E lembrem-se que é uma nave que tinha como único proposito de dizimar a população humana, e ridicularmente não conseguiu dar conta de uma única humana desarmada.
O filme se esforça de mais para tentar surpreender, e acabou ficando uma coisa bizarra e sem sentido, uma pena pois tinha bastante potencial.
Após largar o noivo e pegar estrada, Michelle (Mary Elizabeth Winstead) sofre um acidente sério e acorda acomodada em um quarto desconhecido. O estranho Howard (John Goodman) diz tê-la salvado da iminente morte e que estão em um bunker em função de um ataque químico que dizimou grande parte da humanidade. Desconfiada da história contada por Howard, Michelle embarca ao lado de Emmett (John Gallagher Jr.) em uma delicada e tensa missão de descobertas que revelam muito mais do que imaginado por eles.
RUA CLOVERFIELD 10 é considerada uma continuação do divertido filme lançado em 2008, mas possui identidade própria e poderia facilmente existir sem a dependência de um filme anterior. Digo isso porque temos apenas três personagens, sendo que dois deles exercem não somente atuações brilhantes, mas criam momento notáveis de tensão e descobertas capazes de deixar os nervos a flor da pele. Winstead e Goodman são os nomes que mostram como personagens podem ser muito mais que simples exemplares em uma narrativa. Este prova como um vilão pode ser frio, amigável, detalhista e exímio com seus atos; e aquela demonstra vitalidade feminina em não se deixar levar pelas circunstâncias e alça seu caminho de forma decidida e sagaz.
O roteiro feito a seis mãos por Josh Campbell, Matthew Stuecken e Damien Chazelle deixa claro como os personagens podem ser as forças motrizes de uma história simples mas eficaz e repleta de suspense, deixando o expectador aguardar pelo desfecho que pode surpreender por não deixar claro o que se desenvolve ao longo do filme.
Rua Cloverfield, 10 é um filme cuja experiência cinematográfica pode muito bem lhe recompensar. O envolvimento do público é essencial para o desenvolvimento do thriller, que é, justamente como o próprio J.J. Abrams cunhou, uma sequência espiritual ao filme de 2008. Sem deixar a desejar, o filme consegue não somente homenagear uma segunda leva de clássicos filmes da ficção científica, mas se colocar entre eles como um grande filme. Sem revelar o todo, faz o papel de um blockbuster e entretém, mas pode muito bem deixar qualquer um curioso para tentar compreender cada segredo que possa passar despercebido.
O suspense claustrofóbico toma conta da tela através de um Sci-Fi nada comum. O filme "Rua Cloverfield 10" de Dan Trachtenberg, produzido pelo excepcional J.J. Abrams e contando com a produção executiva de Matt Reeves, mostra sua força de forma nada convencional no cinema hollywoodiano. Falar de um apocalipse nos dias de hoje, onde a fórmula já está totalmente gasta é uma tarefa nada fácil, e Trachtenberg consegue criar um ambiente tenso de mistério sem ser enfadonho ou metódico. No longa temos a jovem Michelle (Mary Elizabeth Winstead) que sofre um acidente de carro, logo após fugir de casa, sendo que a protagonista em um abrigo anti-desastre com uma corrente no joelho e vigiada pelo enigmático Howard (John Goodman), que a princípio não explica a razão do confinamento, levando o espectador a formular suas teorias assim como a protagonista, o que torna a sequência de fatos mais interessantes para o desenrolar da história, quebrando o clichê de um filme pós-apocalíptico. O longa passa por diálogos recorrentes entre os 3 personagens, Michelle, Howard e Emmett (John Gallagher Jr.), três moradores do abrigo subterrâneo e possivelmente os únicos sobreviventes da humanidade. A produção é bem reservada e econômica em manter um único cenário (Abrigo) ao longo dos seus 90 min, dando uma reviravolta de ambiente nos 23 min finais, daí a necessidade de uma narrativa bem amarrada para prender a atenção. O roteiro de Josh Campbell e Damien Chazelle nos leva a pensar como a protagonista que em todo o momento acredita que foi sequestrada e que na verdade não existe contaminação ou fim do mundo, sendo isso tudo um devaneio de sádico, daí o seu desejo constante pela fuga, motivando cada vez mais o público pelo desejo de descobrir o que existe lá fora. A tensão de cada frame de fuga misturado c/ os plongée do diretor tem um apelo grande devido a ajuda simplória da trilha de Bear McCreary. Em certos momentos acreditamos que "Rua Cloverfield 10" é uma continuação do filme de Matt Reeves "Cloverfield - Monstro" pela semelhança como o mistério no desconhecido é conduzido, porém, o longa de Dan Trachtenberg tem suas subtramas além do apocalipse, o que faz do desfecho um mero detalhe sobre filmes do gênero.
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