Adaptação da peça homônima de Ariano Suassuna, escrita em 1947, para um concurso promovido pelo Teatro do Estudante de Pernambuco. Inspirada no livro do Apocalipse, é considerada a primeira grande tragédia produzida no Nordeste.
O diretor Luiz Fernando Carvalho afirmou que a atualidade da história se caracteriza, entre outros elementos, pelo personagem de Joaquim Maranhão, interpretado por Raul Cortez, que representa a onda de neonazismo europeu, a angústia pelo poder e a cobiça dos homens