É um bom filme de ação, com uma excelente direção, bons cortes e uma excelente mixagem de som. A história porém se sustenta totalmente em clichês e em referências bobas que não me agradam muito. Os atores são bons, mas os personagens são desinteressantes ou previsíveis, o que desanima um pouco. Pra um filme de ação casual é um filme divertido, com um estilo bem único, mas não se alinha muito com meu gosto pessoal.
Existem vários detalhes importantes na construção da personagem principal de "Em Ritmo de Fuga", filme dirigido e escrito por Edgar Wright. Baby (Ansel Egort) trabalha como piloto de fuga para um líder de uma organização criminosa (Kevin Spacey) e, além das extremas habilidades ao volante, ele tem uma peculiaridade: ele passa o dia escutando música, como uma forma de atenuar o zumbido que ele sente nos ouvidos desde que se envolveu em um acidente de trânsito quando era criança.
A música, aliás, ocupa um papel importante na trama de "Em Ritmo de Fuga". É ela quem dita as ações, os sentimentos e as percepções que Baby tem em relação a tudo que está ao seu redor. É ela quem irá definir as relações que Baby estabelece com os outros. É ela quem dita o ritmo em que Baby vai conduzindo a tudo. É ela quem dita a condução da trama desenvolvida por Edgar Wright.
O momento que mais interessa ao filme é aquele que nos coloca diante de um plano que tem tudo para dar errado, não por causa da audácia do crime planejado, mas sim por causa do fator humano, das pessoas que estão envolvidas nele. Também é nesse ato em que as diferenças de Baby para os demais integrantes do mundo do crime ficam ainda mais perceptíveis. Esse mundo não é o dele. Ele não pertence a nada disso.
São nuances como essa que fazem de "Em Ritmo de Fuga" um filme interessante demais. E tudo isso está integrado a um excelente trabalho de edição, de som e de mixagem de som (não à toa, foram as três indicações obtidas pelo filme no Oscar 2018). Destaco também a fotografia do experiente Bill Pope.
O filme depende demais do elenco carismático e das cenas de ação para funcionar. A edição é ágil e complementa a ótima trilha sonora, ajudando a contar a história. É uma boa aventura de ação, mas nada muito espetacular, sofre de um enredo genérico e previsível, as cenas de ação e o elenco carismático compensam, com destaque para Jon Hann e a sempre charmosa Lily James, responsável por segurar o meu interesse no filme...NOTA : 7.0 / 10
Filme legal, porém com um roteiro nada extraordinário. A trilha sonara é estilo anos 80. O filme poderia ter apronfundado na história de alguns personagens para entender o comportamento.
Em ritmo de fuga começou muito bom e gerou uma expectativa muito boa e quando pensa que não, o filme começa a ficar arrastado e cansativo até melhorar no final com alguns desfechos interessantes.
o filme mistura música com ação e isso da um puta de um filme, as cenas de corrida foram ala velozes e furiosos e as músicas todas clássicas e marcantes, a perseguição entre caminhonetes foi linda de ver e a namoradinha do baby tinha um charme natural que encanta.
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