não gostei do fim, pois, o cara faz a menina ficar com ele, se apaixonar, muda tudo por causa dele e simplesmente decide que quer morrer... Decepcionante.
Partindo do pre suposto que Filme é filme e livro é livro, ainda sim achei que o filme foi uma bela pincelada na real historia da Louise e do Will. Pelo menos no livro podemos sentir o real drama da família com a decisão do Will e o esforço da lou pra tentar mudar a decisão dele, sem contar o debate sobre a dificuldade de acessibilidade um outro tema que a Jojo consegue deixar bem evidente que só sente sabe. Enfim o filme é bem dirigido posso dizer que em nenhuma cena Vi a mão dos Dragões atuado Emilia realmente encarou o personagem. Fiquei sem entender porque descartaram a irmão do Will da história mas no fim foi um Bom Filme, vi muita gente comovida e sensibilizada com a história nota 3,5.
não sou fã do gênero romântico mas fui assistir em busca de uma boa história e encontrei Foi muito bom ver a "Mather of dragons" numa outra atuação Boa atriz Achei o outro ator "paradao" o filme todo (puts não acredito que escrevi isso) péssima piada não é pra rir mesmo
Como eu era antes de você Vou falar uma coisa que toda pessoa que lê e têm o Q.I. mais elevados que os outros deveriam saber, adaptações de livros cortam muitos detalhes pois para ler um livro de 380 páginas demoramos o que? Umas 40 horas, então pra fazer um roteiro bacana deve se ter 2 horas por isso se corta todos os detalhes possível então leia o livro e seja grato pela adaptação nas telas do mesmo. Louise Clark (Emília Clarke) perde seu emprego na cafeteria e precisa ajudar em casa com as contas, então procura uma agência de empregos e ela resolve fazer uma entrevista para cuidar de um tetraplégico no caso William Traynor (Sam Claflin) jovem de 31 anos, bonito, milionário que vivia intensamente sua vida mas depois de um trágico acidente de trânsito perde o movimento de todo o corpo, ela consegue o trabalho num contrato de seis meses, Will não é fácil meio arrogante e amargurado que resiste aos cuidados de Lou causando tristeza na jovem, ela insiste não dando moleza para Will até que surge uma admiração entre os dois, Lou namora Patrick (Matthew Lewis) Neville da saga Harry Potter, sua participação no filme é cômica pois rendeu muitas risadas pelo seu ciúmes. Emília Clarke interpreta Louise com muita entrega no papel pois ela é um amor, muito engraçada e faz muitos chorarem com sua atuação, Sam Claflin já tinha me encantado na comédia romântica Simplesmente Acontece, aqui ele faz sobrar charme como Will e a forma com que ele se apaixona por Lou e o jeito que ele a encorajá a buscar seus sonhos é muito lindo. Recomendo o filme a fotografia é maravilhosa o casal está em sintonia faz brotar amor sem cenas de sacanagem e nem apelativas, você vai rir muito, chorar também pois depois de Titanic esse foi um dos filmes mais tristes que eu já vi, a trilha sonora ajuda o filme e o enriquece tendo como a música principal, photografh de Ed Sheeren.
Se beneficia imensamente da química dos protogonistas, inspirados. Embora não chegue em conclusões mais profundas e se acovarde no trato de um tema tão delicado como a eutanásia, a adaptação é bem sucedida em passar a verdade dos personagens e se utiliza de muito bom humor para desenvolver a trama. A direção cafona e a trilha sonora óbvia e mercadológica quase desviam o foco das qualidades do longa. O tema central é pra lá de batido, mas a maneira honesta e doce como a História é contada nos faz relevar os clichês(que quando dosados são até bem vindos). Como Eu Era Antes de Você segue a mesma linha dos romances tragicômicos que lotam os cinemas ultimamente, não traz nada de novo, mas cumpri sua função com honestidade intelectual e, principalmente, emocional.
O filme vale apenas pela reflexão que levanta: Somos mesmo donos da nossa própria vida? Sabemos o que pode acontecer daqui alguns instantes? A atriz é cativante,mas exagerada em suas caras e bocas,me cansei em alguns momentos,não me convenceu, apesar de ser uma personagem que ganha fácil nosso coração. O ator tem carisma, mesmo com personagem tão amargurado no começo, consegue convencer. Qto à história, só mais um clichê criado com a nítida intenção de fazer a mulherada chorar (e alguns marmanjos também). 10 pra fotografia, as locações são incríveis. No mais filme razoável. 3.5
Carente de um melhor desenvolvimento por parte de suas realizadoras, em especial na direção de Emilia Clarke e Sam Claflin, filme procura refletir a alteridade no amor em tempos de egocentrismo enquanto o romance fica por conta da badalada trilha sonora.
O que é a vida? Quem a concede? Para que nascemos? São questões essenciais que foram ignoradas no filme Como eu era antes de você. A ficção apresenta um cenário realista no tocante à pobreza e às dificuldades para conseguir empregos, no entanto, extremamente artificial e supérfluo quanto à suntuosa forma de viver na riqueza.
A vida é para ser vivida intensamente, aproveitando o tempo disponível para entender por que estamos vivendo neste planeta. Will (Sam Claflin) queria tirar proveito da vida sem maiores responsabilidades, focando apenas nos aspectos da existência material bem vivida, sem se esforçar por entender seu significado, sem aceitar a imobilidade, revoltando-se contra ela, sem fazer o indispensável esforço para a superação e para não desistir.
Os grandes males que afligem a humanidade decorrem do enrijecimento dos seres humanos que foram perdendo a mobilidade, atraindo sofrimentos e misérias, arrastando a condição humana ao estado de máquina sem conteúdo.
Lou Clark (Emília Clarke) aceitou o desafio de um trabalho espinhoso para o qual não estava preparada, mas com seu esforço foi superando as dificuldades, embora afinal não tenha compreendido que não somos donos de nossa vida, que temos de cumprir o tempo que nos foi determinado sem ficar com raiva do mundo, aceitando os reveses, sem forçar o abreviamento de forma antinatural e cara.
O preocupante nesses filmes é que podem incutir na mente do público jovem uma visão errada sobre o significado da vida, pois poucos dispõem da maturidade para perceberem claramente a aberração que está sendo mostrada como se fosse um comportamento natural e dignificante. Apenas Josie (Marcélia Cartaxo), a mãe de Lou, percebeu a situação real condenando a desistência, embora com pouca ênfase. O tempo de vida é para ser aproveitado intensamente na busca de sentido, não para ser dispersado com superficialidades, nem para forçar seu encurtamento.
Bonzinho, mas se comparado com outros romances, meio fraco. O fato é que o início do filme mostra demasiado rápido e pouco a vida do protagonista. Ao assistir o filme, já se sabe o que vai acontecer no final e isso acaba com qualquer expectativa boa ou ruim sobre história. É frustrante. Você já sabe o que esperar...enfim, não me surpreendeu, mas também não deixa de ser uma comédia romântica fofa.
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