Superman
Média
3,8
959 notas

363 Críticas do usuário

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124 críticas
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62 críticas
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38 críticas
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Luiz Brand-El
Luiz Brand-El

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 15 de julho de 2025
Esse novo filme do James Gunn que inicia o DCU live action é uma ótima aventura de super-herói sem a necessidade de ser um tratado sobre o tema. Para quem é fã de quadrinhos o filme abraça bem o surrealismo do gênero principalmente nos Super-heróis. Soluções pseudo científicas que parecem saída da cabeça de uma criança a galhofa das cores sem medo de ser feliz. Ou seja uma edição qualquer do superman que você pegar na livraria, não era para ser uma grande saga, era você ser apresentado ao personagem. Isso tudo sem ter que contar pela enésima vez a origem do supermano. Uma história redonda, com u Superman que é o superman, confesso que senti de falta de mais coerência na pseudo ciência, queria algo mais próximo de uma ficção científica, mas é história quadrinhos, então passa. Melhor Superman desde o superman de verdade (Cristopher Reeve), melhor Lex Luthor, com o melhor motivo contra o superman, e mal que nem pica pau, melhor Lois Lane, melhor Jimmy Olsen, ótimo Perry, mas senti falta de mais presença de tela. Bonus: Guy Gardner, Sr. Incrível e claro Krypto. Ma e Pa Kent chorar, música do Jonh Williams arrepiou os pleos do braço. Que venha Brainiac, porque temos un Superman para nos salvar, e ele não está sozinho. Obrigado James Gunn!!! Nota 9 com louvor e super recomendo!
PS: Tem a engenharia do Authority, ( Um grupo que é a cara do Zack Snyder, com eles podia sair um filme do jeito Zaza gosta de fazer).
Lulu_57
Lulu_57

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 14 de julho de 2025
Gostei muito do filme, a estética, trilha sonora e principalmente das cenas de ação, vale a pena assistir 
wellington o
wellington o

1 seguidor 21 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 14 de julho de 2025
Um filme com uma proposta nova para o Superman: muito mais humano, com falhas, ansiedades e preocupações reais. Um novo caminho interessante, que apresenta um herói mais próximo de nós. É uma obra leve, bem desenvolvida e com boas atuações, que foge dos clichês e dá profundidade ao personagem.
Travis Chagas
Travis Chagas

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 14 de julho de 2025
O filme é incrível, James Gun realmente entendeu e aplicou o superman e sua esperança.
Louis está impecável como profissional e as cenas com o Clark são ótimas também. Lex luthor ta um vilão de respeito e nunca duvide; fora outros personagens q roubaram a cena como o incrível e o lanterna verde do Guy, mais a participação de outros elementos surpresa, que fizeram minha sala no cinema vibrar.
Giulianrs
Giulianrs

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de julho de 2025
É achei um ótimo filme, para dar um ponta pé na nova era da DC. Diferente de que já foi feito, já embasado e sem muitos rodeios para não perder tempo nesse novo recomeço.
Há quem critique muito, que não tenha gostado, ao se basear no estilo dos filmes anteriores. É compreensível, mas este é puro quadrinhos! É um Superman mais novo, recém saído de Smallville!
Ele apanha bastante, já no começo do filme parece mais fraco... Mas entenda muito o porquê disso, quando a revelação de quem é Ultraman no final...
Eu acredito que só tem a ficar melhor os próximos filmes!!
DUDU SILVA
DUDU SILVA

78 seguidores 335 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de julho de 2025
Com boas cenas de ação e de voo. Superman tem um bom vilão, mas achei ele não tão forte, ja que basicamente ele apanha muito o filme todo.
Antonio Leal
Antonio Leal

1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de julho de 2025
O pior tipo de filme que existe é aquele filme com sérios problemas de desenvolvimento e roteiro, mas ainda assim tenta se levar a sério, como se tivesse a esperança de ser alçado a um Oscar ou reinventar uma franquia consolidada - urassic World: Recomeço, está aí em cartaz para exemplificar isso.

Superman age de uma forma bem diferente. Tem suas forçadas de barra, situações desenvolvidas de forma caótica, mas que funcionam bem porque o filme prefere capturar aquele ar das séries e filmes de heróis da decada de 70 e 80, em que colocar a essência dos herois como pessoas normais fazia com que você gerasse uma empatia pelos personagens e pela história.

E nisso, o elenco, que está muito bem e muito bem entrosado, faz com que você consiga virar a chave do "chato que quer assistir um filme para fazer análise critica de roteiro" para embarcar na "viagem na maionese" que o diretor se propõe a entregar.

Superman tem a responsabilidade de reinventar uma franquia, mas faz isso com leveza suficiente para, no final, ser agradável a quem assiste.
Isaac Oliveira
Isaac Oliveira

2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de julho de 2025
Um filme bom que vale a pena ir no cinema com a família. boa comédia,personagens secundárias legais,ótimo vilão, química com a lois lane excelente e o superman que a gente conhece. um superman que tem fraquezas que vão além da kriptonita, um superman que realmente pensa na população, acha que se eles vão ser bem ou não. até um esquilo ele salva kkkkk. a única coisa que eu consegui que faltou, foi mais ameaçadora. faltou alguma morte impactante, um clímax de tensão no filme. Mas no geral, Nota 8,0.
Kaik
Kaik

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de julho de 2025
O Filme é um divisor de águas, para pessoas que cresceram assistindo liga da justiça animada como eu, vão adorar esse filme e vai sair do cinema querendo mais, babando de curiosidade de como será a continuação desse universo. Para quem não tem muito conhecimento do personagem/universo pode dar uma broxada com esse filme e esperar mais por conta de um padrão de filmes de heróis, que contam começo, meio e fim, etc. E achar um filme meio acelerado com muitos personagens, além de algumas histórias sem fim (que para mim é um defeito do filme, mas nada que incomodará ao longo do mesmo). Não tem muito erro, acredito que o filme cumpriu sua missão de apresentar um novo universo do zero, na minha opinião é um filme 8/10, representa muito bem o que é o personagem.

SPOILER
spoiler: Muito animado e ancioso para o que vem, Supergirl aparece no final do filme e o solo dela promete. Jason Momoa de Lobo, supergirl viajando o universo? Vai ser bom demais. Esse filme foi foda, verei de novo.
NerdCall
NerdCall

60 seguidores 486 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de julho de 2025
Depois de anos de instabilidade, incertezas e reboots que nunca pareciam resolver o problema, Superman (2025) chega como uma verdadeira promessa de renascimento para o universo cinematográfico da DC. Mas, mais do que um novo começo, o filme de James Gunn se posiciona como uma resposta direta a tudo que não deu certo anteriormente — um ajuste de rota que mistura reverência ao legado do herói com uma nova abordagem cheia de identidade, otimismo e, principalmente, direção clara. O resultado? Um dos filmes mais equilibrados e carismáticos do gênero nos últimos tempos.

Desde o início, o projeto carregava uma expectativa imensa. Era o filme que abriria oficialmente as portas do novo DCU — agora sob o comando criativo de Gunn e Peter Safran — e o desafio era gigantesco: reconquistar o público, estabelecer um novo tom e provar que ainda é possível fazer cinema de super-herói com frescor, emoção e identidade própria. E é exatamente isso que Superman faz. James Gunn, que já havia provado sua habilidade com equipes improváveis em Guardiões da Galáxia e O Esquadrão Suicida, agora assume um personagem que representa o oposto do caos: o símbolo máximo da esperança.

A escolha de partir para um tom mais leve, luminoso e até mesmo clássico não é acidental. É uma decisão narrativa e estética consciente, que busca resgatar a essência do Superman como ícone do bem, da bondade e da inspiração — características que haviam se perdido na versão mais sombria do personagem nas mãos de Zack Snyder. Aqui, o Superman de David Corenswet é alguém que carrega o peso de ser o elo entre dois mundos, mas que ainda assim olha para a humanidade com amor e admiração. Ele não é um deus distante, mas sim um herói acessível — e é justamente isso que torna sua jornada tão envolvente.

James Gunn constrói o filme com um equilíbrio cuidadoso entre ação, emoção e exposição. O roteiro não se apressa para entregar grandes revelações ou momentos bombásticos logo de cara. Ao contrário: ele vai costurando a mitologia do personagem com calma, apresentando sua rotina, seus dilemas, suas relações e — o mais importante — suas motivações. O arco de Clark Kent/Superman é trabalhado de maneira sensível e respeitosa, com espaço para momentos de introspecção, humor e conflitos morais que reforçam a humanidade do herói. Ao mesmo tempo, o roteiro se permite brincar com o universo ao redor, trazendo outros heróis, vilões e referências que expandem o mundo de maneira orgânica.

A presença de outros personagens, como o Senhor Incrível (Edi Gathegi), Guy Gardner (Nathan Fillion) e Metamorfo (Anthony Carrigan), poderia facilmente sobrecarregar a narrativa — mas Gunn sabe muito bem como balancear esse universo expandido sem tirar o protagonismo do Superman. Cada coadjuvante tem função, propósito e carisma próprio. O filme se aproveita desse "universo compartilhado" como ferramenta de mundo, e não como distração. O resultado é um longa que parece cheio, mas nunca inchado.

A trama se estrutura de forma sólida, guiando o público com segurança pelas diversas camadas do enredo. Há espaço para a mitologia de Krypton, conflitos políticos na Terra, ameaças superpoderosas e — acima de tudo — uma construção de personagem genuína. O Superman aqui não é só força bruta ou símbolo de virtude. Ele sente, hesita, aprende. O filme faz questão de colocar o herói em situações onde não basta ter superpoderes: é preciso empatia, escuta e humanidade. E isso se reflete tanto na forma como Gunn dirige as cenas íntimas quanto nas grandes batalhas.

As cenas de ação, aliás, são um capítulo à parte. Gunn imprime sua criatividade com maestria, fugindo do padrão “explosão por explosão” que assola o gênero. Há um cuidado com os enquadramentos, com a fisicalidade dos personagens e com a construção espacial dos conflitos. Um dos destaques vai para as cenas em Krypton, visualmente impactantes e com efeitos especiais que demonstram a ambição e o capricho técnico do projeto. O CGI aqui é um dos grandes destaques, dignos de menção para as premiações, e mesmo quando não é, o filme sabe como disfarçar essas limitações com direção inteligente e ritmo envolvente.

Ainda assim, o filme não escapa de alguns tropeços. O terceiro ato se estende mais do que deveria e, em alguns momentos, o vilão Lex Luthor (Nicholas Hoult) perde parte da ameaça construída até então, caindo em exageros de atuação e escolhas de roteiro que soam artificiais. Hoult entrega um Lex carismático e imponente, mas o texto às vezes pende para o caricatural, o que quebra um pouco do peso dramático. O mesmo vale para alguns diálogos que, em sua tentativa de equilibrar humor e solenidade, acabam deslizando no tom.

Mas o que sustenta o filme do início ao fim é, sem dúvida, o seu elenco. David Corenswet encarna um Superman com a mesma doçura e autoridade que fizeram de Christopher Reeve um ícone. Sua presença em cena é magnética, e ele consegue expressar força e vulnerabilidade com pequenos gestos, olhares e tons de voz. Rachel Brosnahan como Lois Lane é um acerto absoluto: inteligente, corajosa e espirituosa, ela não é coadjuvante, mas sim uma força que move a trama. A química entre os dois é natural e cativante.

Nathan Fillion como Guy Gardner, Anthony Carrigan como Metamorfo e Edi Gathegi como Senhor Incrível são ótimos reforços ao elenco e cumprem com carisma suas funções dentro do mundo que Gunn quer construir. Gathegi, em especial, rouba a cena em diversos momentos — não à toa, já se fala em um spin-off do personagem. Mesmo com participações mais breves, esses coadjuvantes reforçam a ideia de um universo compartilhado funcional e com potencial de expansão.

A trilha sonora de John Murphy também contribui para o impacto emocional da obra, equilibrando temas clássicos e novas composições com sensibilidade. A música pontua bem os momentos grandiosos, mas sabe quando recuar para deixar o peso dramático falar por si.

Superman (2025) é, em última instância, um filme que entrega exatamente o que prometeu — e talvez até um pouco mais. É uma produção que joga no seguro, sim, mas o faz com tanta competência, coração e clareza de propósito, que fica difícil não se emocionar ou se divertir. James Gunn dá ao público um herói em quem se pode acreditar novamente. Um herói que inspira, que sorri, que luta por justiça e que, acima de tudo, carrega humanidade.

Em um momento em que os filmes de super-heróis enfrentam desgaste e saturação, Superman surge como um respiro necessário — uma história que reconecta o público ao que esse gênero pode ter de melhor. É épico sem ser exagerado, emotivo sem ser piegas, e grandioso sem perder a simplicidade. É entretenimento com propósito. E mais do que isso: é a prova de que, quando se acredita verdadeiramente em um personagem, é possível reconstruir tudo a partir dele.
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