Dois Caras Legais
Média
3,9
496 notas

47 Críticas do usuário

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Lúcio T.
Lúcio T.

594 seguidores 242 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de outubro de 2016
Vai dizer que só de assistir ao trailer não dá vontade de ver o filme? Olhaaaaa, não mente! E sinceramente, vale apertar o play. Já vou dizendo (escrevendo) que a trama é meio a lá Scooby-Doo, lógico, sem o cachorro e reduzimos o grupo em um trio e a comparação é devido as mini reviravoltas que possuem e com uma maior que é até previsível, ou seja, é bem leve (tirando os palavrões, nudez, mortes, etc), e leve no sentido que não é preciso de um super QI para entender (SÓ prestar um pouquinho de atenção, pois se estiver com olhos para o celular, pode vir a não entender devido as mini reviravoltas já citadas). O grande espetáculo desta película é a dupla formada pelos atores Russell Crowe (O cara de GLADIADOR de 2000) e Ryan Gosling (este, rouba a cena, o melhor! E fora que casou com a Eva Mendes.....inveja.....e atuou em A GRANDE APOSTA de 2015). Pode parar tudo! Eu disse que era um trio, certo? Ceeerto, é a jovem atriz Angourie Rice que complementa os "mocinhos", que interpreta uma menina de 13 anos (e na vida real possui15,.... 15? Caramba, dava uns 10)..... Juntos, temos os personagens Jackson Healy (o "justiceiro" de aluguel = Russell Crowe), March (o atrapalhado detetive particular = Ryan Gosling) e Holly (filha de March =Angourie Rice). O enredo é surreal, do qual a garota dirige, dá tiros e praticamente é o cérebro dos três, mas o que chama a atenção (como dito antes) é a comédia que os protagonistas nos entrega, a química entre Crowe e Gosling (o melhor! Eu sei, já citei isso.....) é perfeita a ponto de desejar uma continuação. A cena do banheiro e as situações que ocorrem na festa são o ponto forte do filme do diretor Shane Black (que também fez o roteiro. Ficou famoso por escrever MÁQUINA MORTÍFERA 1 e 2 dos anos 1987 e 1989 respectivamente). A Trilha Sonora já é destaque desde a abertura. Possui boas sacadas sobre comportamentos. O figurino e referências da época (estamos no ano de 1977) estão impecáveis. E a "ligeira" propaganda da Coca-Cola foi show! Aqui o conselho é se desprender da narrativa e apenas curtir o desfecho (ou não) desta nova dupla dinâmica contra o crime sendo Holly um tipo de Alfred, a qual serve tudo de bandeja...
Davison P.
Davison P.

167 seguidores 132 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de setembro de 2016
Dois Caras Legais
Jackson Healy (Russel Crowe) ex polícial é um cara bad boy, que é pago pra achar pessoas e bater em quem merece, quase como um detetive, ele precisa encontrar Amélia Kuttner (Magaret Qualley) uma jovem protestante que se envolveu na indústria do porno, pra irritar sua mãe Judith Kuttner (Kim Basinger) que é chefe do departamentode justiça da cidade, Jackson conhece Holland March (Ryan Gosling) outro detetive atrapalhado e bêbado que se juntam para encontra Amélia a qualquer custo, eles recebem a ajuda da Holly March (Angourie Rice) uma garotinha de 13 anos que é filha do atrapalhado, louco, insano e engraçado Holland. Bom galera confesso que demorei pra ver este filme, pois sempre perdia o interesse no início, mas estava curioso e resolvi termina lo e me surpreendeu bastante, o filme é uma comédia policial, que tem muita ação se passa nos anos 70 em Los Angeles, as piadas são ótimas, a história te prende muito, Crowe e Gosling funcionam bastante com a pequena Angourie Rice, e pra quem gosta de mulheres lindas em filmes, aqui tem de sobra, bom recomendo muito, adorei.
Joabe S.
Joabe S.

10 seguidores 21 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 22 de agosto de 2016
Uma decepção! Este filme para ser ruim precisa melhorar muito! é horrível!
O elenco me fez assistir até o final, mas a história é ruim e as piadinhas são tristes...
Julio Davila
Julio Davila

17 seguidores 64 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de agosto de 2016
É tanto muito engraçado quanto é bem filmado, bem escrito e conta com duas performances excelentes dos dois protagonistas (só a performance de Margaret Qualley é bem ruim, chega a desconcentrar). A trilha sonora é excelente e o cenário é muito bem montado e ressaltado pela bela cinematografia
Infelizmente fez pouco sucesso de bilheteria no Brasil, mas foi, por duas semanas, o melhor filme disponível nos cinemas.
Hugo D.
Hugo D.

1.892 seguidores 318 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 15 de agosto de 2016
Uma comédia com pegada noir, clima de suspense e dois atores bem conhecidos e mais nada. São poucas risadas, piadas fracas e um roteiro meio sem pé nem cabeça, que te faz querer que o filme acabe logo, ou pense em desistir de assistir até o final. Russell Crowe e Ryan Gosling mais uma vez em papéis sofríveis e colocando uma mancha em suas carreiras, mais uma na verdade.
Lucas Alcântara
Lucas Alcântara

14 seguidores 49 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 10 de agosto de 2016
Na década de 80, o diretor e roteirista Shane Black revolucinou os filmes de ação nos cinemas através dos roteiros de Máquina Mortífera (1987) e Máquina Mortífera 2 (1989) mesclando com perfeição bons momentos de humor com cenas de ação. Sendo assim desde então Hollywoody bebe da fonte de Black e consequentemente tornou o tema batido. E apesar do sucesso de seu roteiro nos filmes estrelados por Mel Gibson e Danny Glover, Shane Black só veio a dirigir seu primeiro filme em 2005: Beijos e Tiros, estrelado por Robert Downey Jr. E depois de dirigir o frustrado mas bom Homem de Ferro 3 (2013) Black volta para sua zona de conforto para dirigir Dois Caras Legais (The Nice Guys, no título original).

Shane Black conta uma história ambientada em Los Angeles, no ano de 1977. Os protagonistas são Jackson Healy (Russel Crowe) uma espécie de mercenário para adolescentes e o ex-policial e atual investigador particular Holland March (Ryan Grosling), que pegam o mesmo caso e contratados pela Chefe do Departamento de Justiça Judith Kuther (Kim Basinger) começam a investigar o sequestro da sua filha Amelia (Margaret Qualley).

Para início de conversa, são míseros aspectos negativos que norteiam a produção de Black: talvez a atuação de Beau Knapp que faz o coadjuvante Blue Face seja no mínimo exagerada e o chroma key usado numa das cenas seja ruim — apesar desse fator combinar com a atmosfera dos anos 70 do filme. Contudo, um dos únicos erros que precisam ser pontuados é o início meio confuso e bagunçado que Shane Black usa para finalmente chegar a história que quer contar.

E por último aspecto negativo temos a história da esposa do detetive March. Apesar de Grosling dar todo o seu carisma para o personagem não há como se emocionar com a morte da esposa em qualquer ponto que esta seja citada — nem numa das cenas finais quando a "tatuagem" do personagem acaba sendo alterada. Isso se deve ao fato da trama paralela ser completamente descartável e acabar tropeçando no ritmo do filme. Apesar disso, os erros não se tornam tão fritantes e o filme acaba se tornando uma comédia perfeita e cumpre cem por cento o sua premissa.

Sendo assim, partimos direto para os aspectos positivos. A começar pela linguagem usada pelo diretor, que no começo do filme já deixa devidamente claro o que quer mostrar para o público: a primeira imagem do filme mostra traseiro do letreiro de Hollywoody: uma imagem suja e nada parecida com a que é vendida. Sendo assim, Shane Black nos mostra que na verdade a história se trata do lado sujo de Hollywoody, o que acaba se revelando ao desenrolar do longa.

O ponto alto mais gritante é a relação e a dinâmica entre os protagonistas, o detetive Holland March e o brucutu Jackson Healy. Além de ambos os personagens terem um excelente desenvolvimento que melhora ainda mais o desempenho de ambos os atores, Shane Black trabalha como ninguém os dois parceiros completamente opostos, provando que ele domina a área que acabou "criando". O entrosamento dos dois rendem boas cenas de ação e risadas de tirar o fôlego e como se não fosse o suficiente Shane Black dá um acréscimo a mais: Holly March, filha do detetive interpretada pela atriz Angourie Rice, que tem um ótimo desempenho e consegue criar uma personagem tão carismática e cativante quanto os protagonistas e o restante do elenco do filme.

A ambientação e o figurino dos anos setenta estão impecáveis, assim como os diálogos de época e as personalidades de 1977. Além do mais, Black usa de pano de fundo um tema político bastante abordado pelos hippies na época que só serve para enriquecer ainda mais o roteiro — que, no geral, é bem elaborado e desenvolvido e não conta com pontas soltas e acaba contribuindo ainda mais para tornar o longa a ótima experiência que é; as cenas de ação são bem coreografadas e as tiradas de comédia para aliviar a tensão são bastante pontuais e inteligentes.

As atuações estão ótimas na medida do possível. Apesar de Russel Crowe já ter uma carreira extensa e consequentemente nesse filme não oferecer nada de inovador — parecendo mais uma mistura de Maximus (Gladiador - 2000) e John Nash (Uma Mente Brilhante – 2001) — sua atuação permanece impecável e o ator consegue se achar perfeitamente no personagem. Ryan Grosling dá um excelente desempenho como Holland March e contribui para a ótima química que rola entre ele e Crowe durante toda a produção.

Dois Caras Legais marca a volta de Shane Black para a sua zona de conforto e oferece uma das melhores comédias de ação do ano. Deixando explícito uma sequência no futuro, o longa estrelado por Crowe e Grosling, além de ser uma surpresa para grandes fãs da franquia Máquina Mortífera, é uma diversão em alto nível técnico e emocionante.

Nota: 9,5/10
Nathalia P.
Nathalia P.

8 seguidores 50 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 8 de agosto de 2016
Filme divertido pra assistir e dar umas risadas! Nada de especial, bela atuação dos principais. Vale a pena pra passar o tempo...
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 7 de agosto de 2016
Inspiração Anos 70.

Responsável por renovar o cinema de ação nos anos 80 com o divertido Máquina Mortífera, Shane Black é um diretor repleto de inventividade em suas linhas quando escreve um roteiro. Sua habilidade em contar uma história mesclando bom humor e ação podem ser percebidas até mesmo em seu primeiro trabalho como diretor: o ótimo Beijos e Tiros. Neste Dois Caras Legais ele se renova trazendo certo frescor e diversão de sobra.

Situado em 1977, o enredo do filme é encabeçado por Jackson Healy (Russell Crowe), uma espécie de investigador/defensor que assume qualquer trabalho para cessar as ações de algum desajustado, desde que paguem bem. Apos ser contratado para investigar o sumiço da filha de uma importante figura do governo, ele pede ajuda ao desajeitado Holland March (Ryan Gosling), algo que fará render à narrativa situações bem curiosas e repletas de bom humor.

Um dos grandes méritos do filme reside justamente no fato de tratar o politicamente incorreto da época em que se passa de forma tão natural e corriqueira, criando situações em que a presença da dupla recebe auxílio, se posso dizer assim, de Holly March (Angourie Rice), a filha de Healy, sendo ela capaz de uma naturalidade em cena que salta aos olhos.

Brincadeiras com a pornografia que começava a ganhar corpo no final dos anos 70, conglomerados empresariais que abusam de lobismo para se acertarem economicamente entre outros itens são dinamicamente costurados ao roteiro de Black, cuja investigação jamais soa confusa ou desajeitada. Aliado a isso, também fica notável a ambientação de época, desde jargões, roupas, móveis, veículos e tudo o que os olhos sejam capazes de perceber.

Contando com uma dupla de protagonistas entrosadíssima, uma direção afinada e muito bom humor, DOIS CARAS LEGAIS surge como aperitivo surpresa repleto de conteúdo.
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 29 de julho de 2016
Já vimos várias duplas dinâmicas no cinema, e aqui vemos mais uma. Russell Crowe e Ryan Gosling se juntam nesta aventura cômica, mesclando um pouco de ação, trash, pornografia e pastelão. Os dois atores estão excepcionais. Seus personagens são carismáticos e Gosling se mostra um grande ator de comédia, com um ótimo timing para humor. Ainda no elenco, é de se destacar as breves presenças de Kim Basinger e Matt Bomer, mas do elenco de apoio quem rouba mesmo as cenas é Angoutie Rice, como a adolescente filha do personagem de Gosling, peça fundamental para o andamento da história. Na verdade, o filme é uma miscelânea de referências, que se passa no final dos anos de 1970, em que dois cidadãos díspares são contratados para investigar o desaparecimento de uma jovem que se envolveu num polêmico filme pornô. Algumas reviravoltas em meio ao pastiche, e todas as homenagens feitas aos filmes e séries policiais dos anos 70, fazem um contrabalanço entre a falta de profundidade de um plot frágil, com a empatia de personagens que têm tudo pra ganhar o carinho do público em geral. Uma avalanche de críticas positivas ajuda, mas o filme está longe, mas muito longe de ser brilhante. Trata-se de um bom passatempo, mas não passa de uma obra mediana, em que mesmo bem temperada, a mistura não acha o ponto certo da massa. Funcionaria muito bem como uma série retrô, com todo seu estilo vintage, mas como cinema, fica um pouco a desejar. Vale como sessão pipoca, mas fica aquele gostinho amargo de muito barulho por nada. Aquela incômoda sensação de nadar e morrer na praia... Pra ver e esquecer em seguida.
Marco G.
Marco G.

540 seguidores 244 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de julho de 2016
Comédia passada nos anos 70, interessante e bem feita. Elenco de qualidade e até vale uma meia entrada.
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