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Nelson J
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1.978 críticas
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4,0
Enviada em 24 de julho de 2016
Filme surpreendente pela grande química entre Crowe e Gosling nesta estória dos anos 70, com músicas e ambientação perfeitas, até um pouco hippie. Ambos são detetives e sse envolvem com um caso de corrupção na indústria automobilística, para evitar onerar os veículos com catalizadores, que melhorariam a poluição. A garota que faz aa filha de Gosling é demais. Comédia.
Neste filme Dois caras legais, achei uma mistura de comédia com ação, só não achei que deveria ser tão comprido, em muitas partes Parece que eles estão Enchendo Linguiça, mas não é de todo ruim tem até suas partes bem engraçadas
Não é o melhor filme do ano, mas também não sei se tem a pretensão de ser, mais é um filme divertido. Além de ter um bom elenco, a química entre eles funciona. Esperava um pouco mais na ação, mas dois caras legais é divertido.
Shane Black (Beijos e Tiros, Homem de Ferro 3) costuma usar com eficiência o humor negro, além de brincar com situações bizarras entre seus personagens. Em Dois Caras Legais, essa situação fica ainda mais bizarra pela caracterização tão peculiar dos anos 70. São anos 70 de brincadeira, da geração pera-com-leite. Russell Crowe e Ryan Gosling são ótimos na química, mas não precisava colocar bigode, óculos escuros e uma conspiração capitalista, OK?
Serve como uma paródia nos anos 70, figurino, gírias e nudez próprias da época. As "tiradas" dos "dois caras legais" funcionam bem em alguns momentos e o filme conta com inúmeras referências espalhadas nas quase duas horas de filme. Esperava um pouco mais.
Responsável por renovar o cinema de ação nos anos 80 com o divertido Máquina Mortífera, Shane Black é um diretor repleto de inventividade em suas linhas quando escreve um roteiro. Sua habilidade em contar uma história mesclando bom humor e ação podem ser percebidas até mesmo em seu primeiro trabalho como diretor: o ótimo Beijos e Tiros. Neste Dois Caras Legais ele se renova trazendo certo frescor e diversão de sobra.
Situado em 1977, o enredo do filme é encabeçado por Jackson Healy (Russell Crowe), uma espécie de investigador/defensor que assume qualquer trabalho para cessar as ações de algum desajustado, desde que paguem bem. Apos ser contratado para investigar o sumiço da filha de uma importante figura do governo, ele pede ajuda ao desajeitado Holland March (Ryan Gosling), algo que fará render à narrativa situações bem curiosas e repletas de bom humor.
Um dos grandes méritos do filme reside justamente no fato de tratar o politicamente incorreto da época em que se passa de forma tão natural e corriqueira, criando situações em que a presença da dupla recebe auxílio, se posso dizer assim, de Holly March (Angourie Rice), a filha de Healy, sendo ela capaz de uma naturalidade em cena que salta aos olhos.
Brincadeiras com a pornografia que começava a ganhar corpo no final dos anos 70, conglomerados empresariais que abusam de lobismo para se acertarem economicamente entre outros itens são dinamicamente costurados ao roteiro de Black, cuja investigação jamais soa confusa ou desajeitada. Aliado a isso, também fica notável a ambientação de época, desde jargões, roupas, móveis, veículos e tudo o que os olhos sejam capazes de perceber.
Contando com uma dupla de protagonistas entrosadíssima, uma direção afinada e muito bom humor, DOIS CARAS LEGAIS surge como aperitivo surpresa repleto de conteúdo.
Com um título ambíguo, este longa dirigido por Shane Black nos traz um ótimo entretenimento, que nos faz dar ótimas risadas e com boas cenas de ação. Vários filmes de comédia com ação já foram lançados e sempre com boas duplas: Channing Tatum e Jonah Hill em Anjos da lei e Anjos da Lei 2, Mark Walbherg e Will Ferrell em Os outros caras e Mel Gibson e Danny Glover em Máquina Mortífera, com roteiro do próprio Shanne Black. E sempre as duplas tem uma química muito boa. Neste não é diferente, a dupla da vez é Russel Crowe e Ryan Gosling. Crowe faz um cara mais durão e Gosling um atrapalhado (lendo a sinopse já dá vontade de ver o filme). O longa é passado no final dos anos 70, e traz todo o charme da época, e tem várias referências aos dias atuais. As piadas do filme são ótimas assim como as cenas de ação. Para quem procura dar boas risadas ou quem procura ver tiroteios e brigas o filme vai agradar muito.
Uma comédia com pegada noir, clima de suspense e dois atores bem conhecidos e mais nada. São poucas risadas, piadas fracas e um roteiro meio sem pé nem cabeça, que te faz querer que o filme acabe logo, ou pense em desistir de assistir até o final. Russell Crowe e Ryan Gosling mais uma vez em papéis sofríveis e colocando uma mancha em suas carreiras, mais uma na verdade.
Uma sátira que preza pela nostalgia, misturando elementos de filmes policiais das décadas de 1970 e 1980, encontrando em Ryan Gosling e Russell Crowe uma dupla pra lá de inspirada. O ritmo de Black é quase milagrosamente Hawksiano, e há um maravilhamento, um encanto quase feiticeiro nos anos 70 e que se desmembra no que a década guarda de festivo, de fortuito e informal, de groovy. Entretenimento, nostalgia, reflexão. É pra isso que o cinema existe. Mas a trama demora a engrenar e, quando o faz, não se apresenta tão interessante quanto aparentara ser. Também jamais consegue ser especialmente excitante, as cenas de ação são bem feitas, mas nunca empolgam. Enfim, vale pelo clima matinê e o resgate do gênero Budy Cop. NOTA : 7.0 / 10
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